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Sorridents ganha destaque na coluna Mercado Aberto, do jornal Folha de S. Paulo

Quer pagar até quando?

Para reverter a fuga do consumidor da classe C, empresas criaram meios de aliviar o pagamento. A rede de clínicas odontológicas Sorridents criou um cartão de crédito próprio, em parceria com o banco Sorocred, e aumentou as parcelas de 14 para 18. A medida foi reação à queda no gasto médio de R$ 850 para R$ 650. “Assim, o cliente pode dividir o pagamento entre o cartão que já tinha e o nosso e não estoura o seu limite”, diz Carla Renata Sarni, presidente da marca.

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Folha de S. Paulo impresso - 11.03.2016

 

 

Resolução do CAM-CCBC sobre arbitragem no setor público é tema de matéria no Valor Econômico

Câmara libera dados de arbitragens do setor público

Por Joice Bacelo

Uma resolução administrativa publicada ontem estabelece que, a partir de agora, serão divulgados todos os conflitos que tenham como parte a administração pública direta. Essa publicidade, no entanto, será bastante limitada. Serão liberados somente os nomes das partes envolvidas e a data de início dos conflitos.

O conselho do Cam-CCBC se reuniu pelo menos quatro vezes, no fim do ano passado, para definir as novas regras. “Havia dúvidas sobre como fazer. Quem controla essa publicidade? A responsabilidade é da câmara ou das partes?”, diz o presidente da entidade, Carlos Suplicy de Figueiredo Forbes. “Chegamos à conclusão que a publicidade não é nossa. É das partes. Então cabe às partes dizer ao Cam-CCBC como é que tratarão dos assuntos”, completa.

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Valor Econômico Cam-CCBC

 

 

Graziela Moreno, CEO da ACAD, fala sobre retenção de talentos ao Portal Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Dia a Dia – Empreendedorismo

6 dicas para reter talentos na sua empresa

Por Talita Monico

A cada nova geração que aparece, as necessidades exigidas das empresas mudam. O ambiente de trabalho está cada vez mais diversificado e isso é essencial para manter os funcionários satisfeitos. “A motivação foi mudando ao longo das gerações, do crescimento demográfico e das megatendências”, explica Graziela Moreno, CEO da Academia de Estratégia (ACAD).

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Arranjos Express é destaque em matéria do jornal Valor Econômico

Especial pequenas e médias empresas

Aberto para reformas

Por Jacílio Saraiva

A hora é de fazer economia: a população corta despesas e evita compras supérfluas. Nesse cenário retraído, crescem as oportunidades para companhias especializadas em serviços de manutenção e consertos.

No setor de reparos para vestuário, a rede Arranjos Express observa um salto de 30% na demanda por encomendas entre meados de 2015 e fevereiro de 2016. “Com a recessão, o consumidor prefere reformar roupas ao invés de sair às compras”, analisa Jairo Ferreira. Em dois anos, ele abriu três lojas da marca que faturam R$ 150 mil por mês. Em 2016, o plano é engordar o faturamento em 15%. Uma barra de calça é feita em no máximo uma hora e custa a partir de R$ 20.

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Valor Econômico - especial PME - impresso - 31.03.2016

 

 

Valter Pieracciani, especialista em inovação, fala à IstoÉ Dinheiro sobre tecnologia na indústria automobilística

O futuro chegou

Montadoras e empresas de tecnologia dão a largada na corrida para revolucionar o setor automobilístico mundial. A direção autônoma e as novas tecnologias de propulsão, como a energia elétrica e o hidrogênio, prometem redesenhar os automóveis atuais

Por: Carlos Eduardo Valim

No filme De Volta para o Futuro II, de 1989, os protagonistas Marty McFly e Doc Brown fazem uma viagem no tempo que os leva para 21 de outubro de 2015. O futuro trazia algumas tecnologias impressionantes, como carros e skates voadores. Os fãs da série passaram as últimas três décadas imaginando se o filme acertaria nas suas previsões tecnológicas. Um quarto de século depois, os céus das grandes cidades continuam exclusivos para aviões, helicópteros, drones e pássaros e não há nenhuma indicação de que os automóveis voadores estarão nos ares até outubro, como se viu no cinema.

Mas não se engane: a tecnologia futurística dessa indústria está cada vez mais presente na vida dos motoristas. Eles já driblam o engarrafamento caótico das metrópoles com a ajuda de aplicativos de trânsito e geolocalização e, antes do que você pensa, estarão passeando em veículos autônomos. Os carros de amanhã conversarão com os computadores e sistemas de controle de tráfego e decidirão por onde e como irão ao destino programado, enquanto o passageiro – ou ex-motorista – assiste a um filme ou joga um videogame.

O avanço do carro autônomo pode ser mais rápido do que o esperado. “Não há mais motivos para termos motoristas, a não ser por esporte”, diz Valter Pieracciani, sócio da consultoria de inovação Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, que presta serviços para marcas como Alfa Romeo e Fiat. “A tecnologia vai chegar mais depressa a nós do que imaginamos.”

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