Blog

poder-da-influencia

O poder da influência

O primeiro episódio da terceira temporada de Black Mirror, série original da Netflix, mostra uma sociedade cuja moeda corrente é a influência digital. A trama apresenta a vida de uma moça com pontuação de 4,2 estrelas que se desespera para alcançar um score melhor ao receber o convite de casamento de uma amiga com 4,9 estrelas. Parece absurdo, mas não é.

Com a popularização da internet todos nós passamos a ser produtores e disseminadores de conteúdo. Essa produção intelectual virou negócio. Fóruns no mIRC deram lugar a plataformas de troca de arquivos, salas de bate-papo foram substituídas por redes sociais, youtubers conquistam audiências que fariam inveja a emissoras de tevê, blogueiros são integrados a grandes portais de notícias, tuiteiros viram marketeiros de políticos e grandes empresas, instagramers tornam-se celebridades. A transformação se acontece à medida que essas pessoas, que até então cidadãos comuns, alcançam cada vez mais audiência e passam a ser formadores de opinião.

O  que faz com que usuários comuns virarem influenciadores? O tempo dedicado à construção da própria marca. Todas as redes sociais possuem métricas e indicadores de resultado. Quem cresce em audiência simplesmente está entendendo quais indicadores devem direcionar sua produção de conteúdo. O retorno disso é o engajamento que seu material alcança.

Quanto vale o like?

Estudos indicam que as redes sociais representam um dos principais motivos de depressão na adolescência e no começo da vida adulta. Empresas entendem que o like em seu conteúdo social indica um possível crescimento em suas vendas, assim como a queda no número de likes pode indicar sinais de crise.

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi relutante sobre o uso publicitário de sua rede social. O mesmo Mark Zuckerberg hoje muda as regras de publicidade frequentemente para que os profissionais de comunicação e marketing sejam mais criativos e explorem mais possibilidades de ganhar relevância orgânica em sua plataforma.

Em tese, isso significa que quem não investe, não aparece. E isso é praticamente lei para muitas empresas. Há, porém, aquelas que investem em melhores equipes de conteúdo e num trabalho mecânico muito utilizado no começo da comunicação em redes sociais — o seeding. Diferente do spamming, o seeding é feito por perfis pessoais — normalmente community managers ou pessoas ligadas a marca que possuem boa reputação ou score. Esses perfis compartilham o conteúdo de uma empresa/site/portal em suas redes particulares e em grupos de usuários que podem se identificar com tal assunto.

O trabalho de seeding deve ser cauteloso para que quem o faz não sofra queda em seu score ou reputação. É muito importante que a pessoa responsável pelo seeding possa falar pela marca e participar de debates ativamente, de forma que os mecanismos anti-spam das redes sociais não  bloqueiem.

O Buzzfeed é um bom exemplo de plataforma que utiliza bastante o trabalho de seeding. Os colaboradores da empresa compartilham em massa seus conteúdos, de forma a aumentar o poder viral de cada post. Toda vez que a empresa abre uma nova área de conteúdo, esta área ganha canais exclusivos para si nas redes sociais. Para conquistar seguidores, porém, a página principal do site também compartilha os conteúdos das novas páginas.

O exemplo mais recente deste tipo de trabalho realizado pelo Buzzfeed é a página “Todo dia um teste diferente do Buzzfeed”, criada em 28/07. Três dias depois de sua criação, a página já conquistou mais de 22 mil seguidores — todos de forma orgânica.

Social Selling Index (SSI)

O Linkedin criou uma métrica chamada Social Selling Index, que atribui aos usuários o seu potencial de venda social. A ferramenta é destinada apenas a usuários, e não a Company Pages, e serve para definir o poder de venda do perfil a partir das interações que ele faz, da relevância dos conteúdos que ele publica e de sua participação em debates.

O princípio do Social Selling Index é o mesmo do seeding, mas a premissa é mais interessante se aplicada ao mundo dos negócios: ninguém pode explicar melhor que você sobre o seu trabalho, suas dificuldades e suas conquistas. Assim, se você é um usuário relevante na rede, as suas chances de gerar negócios para a sua empresa aumentam.

Um bom exemplo disso é o perfil de Luiza Helena Trajano, a presidente do Magazine Luiza. A Company Page da marca tem um média 4,2% de engajamento com seus conteúdos. Luiza alcança engajamentos de 15 a 18% com artigos ou compartilhamentos de links.

Quão influente você é?

Existem diversas plataformas que indicam o nível de influência e os principais tópicos de domínio de todos os usuários. A mais conhecida delas é a Klout — criada em 2012 para medir o score viral dos usuários do Twitter. Posteriormente a Klout passou a analisar a pontuação das pessoas por tópico de interesse e em todas as redes sociais — indicando qual plataforma social oferece este produtor de conteúdo sua maior audiência e quais são seus principais temas de sucesso.

Estas ferramentas mensuram a participação em discussões, o número de publicações feitas diariamente, os tipos de conteúdo que mais geram engajamento de outros usuários (respostas, compartilhamentos, curtidas) e indicam em quais áreas de maior ou menor influência, de forma que ele minimize seus esforços e produza um conteúdo mais certeiro para seu público cativo.

Influenciador ou celebridade?

Adolescentes e jovens adultos sonham em ser youtubers. Isso acontece porque nomes como Felipe Neto, PC Siqueira, Kéfera e Whindersson Nunes, dentre muitos outros, conquistaram a fama a partir de uma estrutura básica de produção — uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.

Conforme suas audiências aumentam, os youtubers passam a ter retorno financeiro — através do próprio Google, no formato de AdSense, mas também através de contrato com marcas que pagam ao dono do canal pela divulgação de seu produto ou serviço.

O trabalho de criação de uma marca pessoal em ambiente digital é de longo prazo e de atualização constante. Muitos jovens desistem deste “sonho” quando percebem o tanto de tempo que este tipo de construção de imagem toma.

Para fins corporativos não é diferente. A não ser que sua empresa possa investir pesado em anúncios online para gerar tráfego e possua uma equipe de conteúdo, dificilmente seus negócios crescerão no ambiente online do dia para a noite. A matemática do marketing digital é simples — quanto mais dinheiro se investe, maior e mais rápido é o seu retorno. O conteúdo é essencial de toda forma já que quanto melhor for seu material, maior será sua pontuação de indexação pelos mecanismos de busca e redes sociais.

Se você só investe em anúncios, mas o conteúdo não é grande coisa, seu retorno é mais rápido, mas é também limitado. Para fugir deste tipo de problema o essencial é fazer um planejamento bastante completo antes de começar a agir em ambiente digital. Entender quem são seus concorrentes, como eles se comportam, de que forma o seu material pode ser mais relevante ou mais completo que o dele, a periodicidade de publicações em cada plataforma social que for utilizada e assim por diante. Assim a sua estratégia é traçada de maneira completa e funcional.

Quer bater um papo sobre estratégia digital? Entre em contato conosco.

caso neymar

Caso Neymar é destaque de resultados da Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados

As discussões sobre fraude fiscal na venda do jogador Neymar ao Barcelona Futebol Clube rederam bons resultados de Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados, escritório cliente da Ideias & Efeito.

A banca atende ao D.I.S. Esporte e Organização de Eventos, empresa do Grupo Sonda e parceiro estratégico do Santos F.C., que investiu no desenvolvimento do atleta durante a sua trajetória no clube paulista.

Paulo Nasser, sócio do Miguel Neto Advogados e representante do D.I.S., concedeu uma entrevista coletiva no dia 29 de março aos principais veículos da imprensa esportiva do país. Durante a entrevista o advogado declarou a jornalistas e veículos como Ricardo Perrone, Leonardo Lourenço, Globo Esporte, Gazeta Esportiva, Lance Net, EBC e Reuters o parecer favorável ao D.I.S. tanto para a justiça brasileira, quanto para a justiça espanhola.

Confira abaixo os números da Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados exclusivamente para o caso Neymar.

Tributarie, empresa do Grupo Brugnara, tem aumento de 700% no tráfego do site após divulgação no Portal Exame

A Tributarie, franquia de gestão fiscal do Grupo Brugnara, registra aumento de 700% em tráfego em seu site após divulgação em matéria no Portal Exame. A reportagem, que leva o título “20 opções de franquias para quem pode investir até R$ 20 mil”, fala sobre os pontos principais do novo modelo de negócios da Tributarie, o e-Tax.

Confira abaixo os gráficos extraídos do Google Analyitcs sobre o aumento de tráfego no site da Tributarie após a divulgação da matéria em no último dia 17.

tributarie-brugnara

redessociaisjuridico

Escritórios de advocacia devem usar redes sociais?

Estar ou não nas redes sociais é um tema de debate extenso entre profissionais do direito e escritórios de advocacia. O Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 são claros quanto à presença de profissionais liberais do direito e escritórios de advocacia nestes canais: é permitida e recomendada a participação em redes sociais se o conteúdo produzido tiver caráter informativo, que agregue conhecimento e valor à área.

Qual o caminho para uma presença relevante nas mídias sociais, que não tenha caráter comercial, agregue valor ao escritório e preste serviço informativo aos usuários? Confira abaixo algumas dicas.

Escolha as redes sociais adequadas

Cada rede social tem uma particularidade de uso e de público. Entenda as diferenças entre as plataformas disponíveis no mercado e defina quais são mais adequadas ao seu perfil profissional ou ao perfil do seu escritório de advocacia. Facebook, Linkedin e Twitter são redes muito utilizadas por escritórios de direito. Abaixo, um resumo de cada uma destas plataformas:

– Facebook: é a rede social mais utilizada do mundo. Tem, atualmente, 2 bilhões de usuários ativos no mundo dos quais 102 milhões são brasileiros. O Brasil ocupa a 10ª posição no ranking dos países que mais utilizam a plataforma. Para páginas corporativas, o alcance orgânico das publicações no Facebook é extremamente baixo – 0,5% a 2% a depender da quantidade de fãs que a página possui. O lado positivo desta rede social é que todos os conteúdos podem ser impulsionados com valores mínimos (a partir de R$ 1 diário) para aumentar o alcance. Conteúdos com imagens e vídeos têm melhores resultados de alcance orgânico – isto é, alcançam a mais usuários. Para escritórios de advocacia o uso ideal do Facebook é para a captação de clientes B2C (pessoa física). Estratégias bem criadas devem considerar textos curtos, que expliquem de forma simples e sucinta o assunto tratado no post, imagens e vídeos. Os vídeos ao vivo também fazem parte de uma boa estratégia de conteúdo no Facebook, porque aumentam os resultados orgânicos de alcance de usuários.

– Linkedin: rede social focada em relacionamentos profissionais e empresariais. É uma excelente plataforma para prospecção de clientes B2B. Por ser uma plataforma focada no universo corporativo, escritórios de advocacia e profissionais liberais do direito conseguem maior relevância de forma mais rápida que no Facebook se seguirem boas estratégias de conteúdo. O Linkedin possui plataforma interna de publicação de artigos chamada Pulse, que permite aos usuários escrever e publicar textos sobre temas de seu interesse. O Pulse possui métricas próprias restritas a usuários premium e à parte das métricas de perfis pessoais ou Company Pages. Quando há engajamento dos usuários com os artigos publicados no Pulse, o conteúdo ganha relevância e passa a ser recomendado para mais usuários. Atualmente a rede tem 500 milhões de usuários ativos em mais de 200 países.

– Twitter: rede social de uso ágil bastante utilizada por jornalistas e formadores de opinião para a divulgação de notícias urgentes. Os textos têm até 140 caracteres e podem ser complementados com imagens, vídeos e links. Profissionais de direito e escritórios de advocacia utilizam esta rede para comentar os Trending Topics quando eles têm alguma relação com suas áreas de atuação. O Twitter possui 319 milhões de usuários ativos.

Analise a presença de outros escritórios de advocacia nas redes sociais

Antes de definir uma estratégia de conteúdo para a presença da banca jurídica nas redes sociais, analise a presença de outros escritórios e profissionais. Identifique o que eles fazem bem feito, entenda quais seriam seus diferenciais, como você abordaria o mesmo público e procure entender também a forma que seus clientes se comportam nas redes sociais em que você pretende estar.

Evite conteúdos que tenham caráter estritamente comercial – estes violam o Código de Ética e o Provimento 94/2000. Entenda a diferença: informar sobre mudanças de lei, alteração de códigos, falar sobre conquistas e aprendizados da sua prática advocatícia é diferente de fazer propaganda com teor “contrate um advogado”. Publique conteúdos que exponham sua área de domínio, que realmente prestem um serviço aos seus seguidores.

Tenha um blog

Ao invés de publicar textos muito extensos no Facebook crie um blog dentro de seu site. Desta forma a estratégia de conteúdo fica bem amarrada para os mecanismos de busca. Ao entender que você publica conteúdos sobre um determinado tema em seu blog e o divulga nas redes sociais, ferramentas como o Google conferem maior relevância às suas páginas, gerando cada vez mais tráfego orgânico para o blog e, consequentemente, para o site.

Contrate uma Assessoria de Comunicação

Assessorias de Comunicação possuem profissionais especializados em redes sociais, que traçam estratégia, criam conteúdos, acompanham tendências, notícias e variações no mercado, analisam e cruzam dados e produzem relatórios de resultados qualitativos e quantitativos a fim de gerar buzz para os canais de redes sociais do cliente. Converse com sua agência, faça bons briefings dos temas de domínio do escritório, eventos que participa, debates importantes e temas factuais que possam ser aprofundados ou discutidos. Assim é possível traçar um plano de inserção nas redes sociais adequado, interessante e que, ao longo do tempo, seja capaz de gerar leads para novos negócios.

Quer saber mais sobre o trabalho de mídias sociais para escritórios de advocacia? Entre em contato com a Ideias & Efeito.

assesoria-imprensa-escritorios-advocacia

Como escritórios de advocacia podem fortalecer suas marcas por meio de Assessoria de Imprensa?

Escritórios de advocacia enfrentam diariamente um problema que profissionais de diversas outras áreas de atuação não possuem na hora da busca por novos clientes: as limitações que o Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 impõem acerca de publicidade. Para profissionais do direito é proibida a criação de campanhas publicitárias com foco estritamente comercial nos veículos tradicionais.

São autorizados, no entanto, a ter sites, blogs e páginas nas redes sociais e a utilizá-los para fazer anúncios online como Adwords (em canais de busca), mas não podem lançar mão de seus canais de web para ofertar serviços, como atender ou fornecer consultas via e-mail, redes sociais e WhatsApp.

Ganho de visibilidade para a marca por meio do trabalho de uma Assessoria de Imprensa é uma das estratégias eficazes adotadas pelas bancas de advogados. A participação em matérias nos grandes veículos de comunicação de massa e também nos segmentados é um endosso importante à marca, gera confiança e reconhecimento pelo público.

Para entender como uma Assessoria de Comunicação pode gerar negócios para profissionais do direito, é importante saber o que é permitido e o que é vetado em comunicação na área jurídica.

Que tipo de comunicação é permitida para escritórios de advocacia?

Basicamente, escritórios de advocacia podem ter quaisquer tipos de comunicação que sejam de caráter informativo. Por exemplo:

– Placas que identifiquem o endereço, telefone e área de atuação do escritório;

– Cartões de visita que indiquem a especialidade do profissional e o número de registro na OAB;

– Websites e páginas nas redes sociais que ofereçam conhecimento jurídico, informem o usuário sobre alterações de lei, divulguem resultados e participações em painéis ou eventos, matérias jornalísticas em que o escritório ou profissional dê um parecer jurídico sobre os temas de domínio de sua prática advocatícia;

–  Anúncios em revistas e jornais jurídicos;

– Anúncios em redes sociais e sites de busca, desde que apresentem imagens e textos compatíveis com a sobriedade da prática advocatícia;

– Blogs, e-books e outros materiais informativos que apresentem conteúdo relevante e educativo sobre a área de atuação;

Divulgação de eventos em que o profissional será palestrante;

– Trabalhar o relacionamento com a imprensa e a imagem do profissional ou escritório de advocacia por meio de uma Assessoria de Imprensa, a fim tornar públicas participações estratégicas em eventos, divulgar em forma de notícia áreas de atuação e especializações do profissional ou escritório, prestando um serviço e respondendo a dúvidas de consumidores de informação através dos veículos de mídia.

 

Quais tipos de comunicação são proibidos para escritórios de advocacia?

De acordo com o site Jusbrasil, quaisquer ações de comunicação, publicidade ou marketing que estejam dentro do escopo apresentado abaixo são passíveis de multa e punição ao profissional ou escritório de advocacia:

– Divulgar valores de consulta, honorários ou pro bono através de qualquer canal (cartão de visita, flyer, website, redes sociais, anúncios, etc);

– Filmes publicitários e spots de rádio com caráter comercial (por exemplo “Quer rever sua aposentadoria? Procure um advogado!”);

– Textos e imagens em websites ou redes sociais que não sejam compatíveis com a sobriedade da prática advocatícia (por exemplo: piadas, imagens com cores muito chamativas, textos promocionais que ofereçam pacotes de serviços);

– Anúncios em catálogos e materiais especializados de empresas ou profissionais de áreas diferentes do direito como, por exemplo, o Catálogo Empresarial de Engenharia, Arquitetura e Agronomia;

– Patrocínio de clubes ou atletas;

– Publicidade ao lado de ofertas de serviço ou produtos de consumo (como em catálogos de bairro);

– Publicidade em eventos sem relação com a área jurídica como festivais, eventos culturais, artísticos e esportivos;

– Divulgação de notícias em órgãos de classe que contenham o contato do advogado ou firma ao final;

– Publicidade conjunta com outras áreas de atividade (advocacia e serviços contábeis, por exemplo);

– Qualquer comunicação que envolva imagens dos prédios dos Tribunais;

– Criação e utilização de nome fantasia;

Calls-to-action como “consulte-nos”, “contrate um advogado”, “entre em contato com nosso escritório”.

 

A Assessoria de Imprensa pode auxiliar escritórios de advocacia a captar novos clientes?

O trabalho não busca captar clientes de forma ativa como o marketing e a publicidade fazem. A Assessoria de Imprensa para escritórios e profissionais da área jurídica se divide em duas etapas – a primeira é o trabalho de imagem deste profissional ou escritório e a segunda é o entendimento acerca do que é notícia dentro dos escritórios de advocacia ou na prática advocatícia.

Como a Assessoria de Imprensa atua?

A Assessoria de Imprensa para a área jurídica atua com a criação de relacionamento entre o profissional do direito e veículos de mídia, visando à participação em pautas estratégicas e factuais com pontos de vista do advogado sobre determinados temas e parecer jurídico sobre os assuntos de seu domínio. Ainda, divulgação de resultados do escritório, de participação de seus especialistas em palestras e eventos e publicação de artigos. O intuito é o reconhecimento da marca e de seus profissionais por meio da pulverização de conhecimento.

Mídias sociais para escritórios de advocacia

A Assessoria de Comunicação pode gerenciar as mídias sociais do escritório de advocacia, com estratégia de conteúdo relevante e que agregue conhecimento ao usuário. A ideia é identificar as melhores redes para criar e trabalhar a presença digital da marca, os tipos de conteúdo mais adequados para cada plataforma, auxiliar com respostas a dúvidas de usuários e até marcar consultas presenciais de potenciais clientes.

A Ideias & Efeito atende diversas empresas da área jurídica e possui equipe especializada em identificar as melhores oportunidades de comunicação para esta área. Conheça nosso portfólio de clientes e cases da área jurídica.

Crescimento nas ações de arbitragem é destaque do semestre do L.O. Baptista Advogados

A Ideias & Efeito Comunicação atende a diversos escritórios de advocacia e têm uma equipe dedicada de profissionais atuando junto a nossos clientes da área jurídica. Um de nossos clientes desta área, o escritório L. O. Baptista Advogados, teve 244 inserções em veículos de comunicação no primeiro semestre deste ano.

Um dos destaques de matérias conquistadas é este em que a sócia Adriana Braghetta da L.O. Baptista falou à Folha de São Paulo em março deste ano sobre o crescimento das ações de arbitragem entre os anos de 2008 a 2014. Confira abaixo a matéria completa.

Folha de S. Paulo_Mercado Aberto_online_Adriana Braghetta_16_03_2017