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Resolução do CAM-CCBC sobre arbitragem no setor público é tema de matéria no Valor Econômico

Câmara libera dados de arbitragens do setor público

Por Joice Bacelo

Uma resolução administrativa publicada ontem estabelece que, a partir de agora, serão divulgados todos os conflitos que tenham como parte a administração pública direta. Essa publicidade, no entanto, será bastante limitada. Serão liberados somente os nomes das partes envolvidas e a data de início dos conflitos.

O conselho do Cam-CCBC se reuniu pelo menos quatro vezes, no fim do ano passado, para definir as novas regras. “Havia dúvidas sobre como fazer. Quem controla essa publicidade? A responsabilidade é da câmara ou das partes?”, diz o presidente da entidade, Carlos Suplicy de Figueiredo Forbes. “Chegamos à conclusão que a publicidade não é nossa. É das partes. Então cabe às partes dizer ao Cam-CCBC como é que tratarão dos assuntos”, completa.

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Valor Econômico Cam-CCBC

 

 

Graziela Moreno, CEO da ACAD, fala sobre retenção de talentos ao Portal Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Dia a Dia – Empreendedorismo

6 dicas para reter talentos na sua empresa

Por Talita Monico

A cada nova geração que aparece, as necessidades exigidas das empresas mudam. O ambiente de trabalho está cada vez mais diversificado e isso é essencial para manter os funcionários satisfeitos. “A motivação foi mudando ao longo das gerações, do crescimento demográfico e das megatendências”, explica Graziela Moreno, CEO da Academia de Estratégia (ACAD).

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Arranjos Express é destaque em matéria do jornal Valor Econômico

Especial pequenas e médias empresas

Aberto para reformas

Por Jacílio Saraiva

A hora é de fazer economia: a população corta despesas e evita compras supérfluas. Nesse cenário retraído, crescem as oportunidades para companhias especializadas em serviços de manutenção e consertos.

No setor de reparos para vestuário, a rede Arranjos Express observa um salto de 30% na demanda por encomendas entre meados de 2015 e fevereiro de 2016. “Com a recessão, o consumidor prefere reformar roupas ao invés de sair às compras”, analisa Jairo Ferreira. Em dois anos, ele abriu três lojas da marca que faturam R$ 150 mil por mês. Em 2016, o plano é engordar o faturamento em 15%. Uma barra de calça é feita em no máximo uma hora e custa a partir de R$ 20.

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Valor Econômico - especial PME - impresso - 31.03.2016

 

 

Valter Pieracciani, especialista em inovação, fala à IstoÉ Dinheiro sobre tecnologia na indústria automobilística

O futuro chegou

Montadoras e empresas de tecnologia dão a largada na corrida para revolucionar o setor automobilístico mundial. A direção autônoma e as novas tecnologias de propulsão, como a energia elétrica e o hidrogênio, prometem redesenhar os automóveis atuais

Por: Carlos Eduardo Valim

No filme De Volta para o Futuro II, de 1989, os protagonistas Marty McFly e Doc Brown fazem uma viagem no tempo que os leva para 21 de outubro de 2015. O futuro trazia algumas tecnologias impressionantes, como carros e skates voadores. Os fãs da série passaram as últimas três décadas imaginando se o filme acertaria nas suas previsões tecnológicas. Um quarto de século depois, os céus das grandes cidades continuam exclusivos para aviões, helicópteros, drones e pássaros e não há nenhuma indicação de que os automóveis voadores estarão nos ares até outubro, como se viu no cinema.

Mas não se engane: a tecnologia futurística dessa indústria está cada vez mais presente na vida dos motoristas. Eles já driblam o engarrafamento caótico das metrópoles com a ajuda de aplicativos de trânsito e geolocalização e, antes do que você pensa, estarão passeando em veículos autônomos. Os carros de amanhã conversarão com os computadores e sistemas de controle de tráfego e decidirão por onde e como irão ao destino programado, enquanto o passageiro – ou ex-motorista – assiste a um filme ou joga um videogame.

O avanço do carro autônomo pode ser mais rápido do que o esperado. “Não há mais motivos para termos motoristas, a não ser por esporte”, diz Valter Pieracciani, sócio da consultoria de inovação Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, que presta serviços para marcas como Alfa Romeo e Fiat. “A tecnologia vai chegar mais depressa a nós do que imaginamos.”

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Casa do Construtor é destaque em matéria sobre Conselho de Gestão Informal da Exame.com

Conselho de gestão informal é boa opção para startups

Por Fabrício Bernardes

São Paulo – Boa parte da solução para os dilemas enfrentados por empreendedores está na troca de experiências entre eles. “É mais proveitoso aprender com quem já passou por problemas semelhantes”, diz Marco Militelli, consultor de pequenas e médias empresas. Uma forma de fazer o negócio crescer sem a necessidade de decidir tudo sozinho é montar um conselho informal.

Trata-se de um grupo de empreendedores e gestores de outras empresas que se reúnem de tempos em tempos para fornecer pontos de vista que o dono não está conseguindo enxergar sobre o próprio negócio ou setor de atuação. Diferentemente do conselho de administração (uma estrutura mais formal e cheia de regras cujo papel é discutir questões estratégicas), o informal ataca pontos específicos enfrentados pelo empreendedor naquele momento.

A seguir, veja quatro exemplos de empreendedores que se beneficiaram de um conselho informal.

Um passo de cada vez

Há quatro anos, Altino Cristofoletti é presidente do conselho informal da Casa do Construtor, do qual também participam seu sócio e mais três conselheiros especializados em finanças, varejo e recursos humanos. Eles se reúnem uma vez por mês.

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exame