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Dra. Sônia Agel, do L.O.Baptista-SVMFA Advogados, fala ao jornal O Globo sobre o setor de petróleo

Para analistas, medida é positiva, mas insuficiente

Por Ramona Ordoñez

RIO – Empresários e especialistas do setor de petróleo reagiram positivamente à possibilidade de flexibilização nas regras dos contratos de concessão para exploração e produção de petróleo.

Para Sônia Agel, do L.O.Baptista-SVMFA Advogados, mudanças nas regras dos contratos são importantes neste momento. “É importante ter uma adaptação dos contratos à uma nova realidade do mercado. Faz todo sentido para a retomada dos investimentos e o setor se tornar competitivo”.

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O Globo_impresso_Dra. Sônia Agel_15_04_2016

 

 

O Estado de S.Paulo entrevista sócio do Miguel Neto Advogados sobre planejamento patrimonial

CEO Externo não está nos planos das empresas familiares

Por Raquel Brandão

Planejamento patrimonial

De olho em sua linha de sucessão, muitos executivos têm procurado planejar a gestão do seu patrimônio antecipando a transferência de seus bens. “É a visão do empresário sobre como seus negócios serão geridos no futuro. Que herdeiro fará o quê”, observa o advogado José Maurício Abreu, sócio da área tributária do escritório Miguel Neto Advogados.

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Governança corporativa Miguel Neto

 

 

Sorridents ganha destaque na coluna Mercado Aberto, do jornal Folha de S. Paulo

Quer pagar até quando?

Para reverter a fuga do consumidor da classe C, empresas criaram meios de aliviar o pagamento. A rede de clínicas odontológicas Sorridents criou um cartão de crédito próprio, em parceria com o banco Sorocred, e aumentou as parcelas de 14 para 18. A medida foi reação à queda no gasto médio de R$ 850 para R$ 650. “Assim, o cliente pode dividir o pagamento entre o cartão que já tinha e o nosso e não estoura o seu limite”, diz Carla Renata Sarni, presidente da marca.

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Folha de S. Paulo impresso - 11.03.2016

 

 

Resolução do CAM-CCBC sobre arbitragem no setor público é tema de matéria no Valor Econômico

Câmara libera dados de arbitragens do setor público

Por Joice Bacelo

Uma resolução administrativa publicada ontem estabelece que, a partir de agora, serão divulgados todos os conflitos que tenham como parte a administração pública direta. Essa publicidade, no entanto, será bastante limitada. Serão liberados somente os nomes das partes envolvidas e a data de início dos conflitos.

O conselho do Cam-CCBC se reuniu pelo menos quatro vezes, no fim do ano passado, para definir as novas regras. “Havia dúvidas sobre como fazer. Quem controla essa publicidade? A responsabilidade é da câmara ou das partes?”, diz o presidente da entidade, Carlos Suplicy de Figueiredo Forbes. “Chegamos à conclusão que a publicidade não é nossa. É das partes. Então cabe às partes dizer ao Cam-CCBC como é que tratarão dos assuntos”, completa.

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Valor Econômico Cam-CCBC