Category: Pieracciani

Jornal da Globo entrevista Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, sobre pacote de inovação anunciado pelo governo federal

Governo anuncia pacote para incentivar inovação em empresas

“Em alguns anos, três a cinco anos, nós teremos dois tipos de empresas, as inovadoras e as falidas. Não é possível competir sem inovação e, quanto antes os empresários souberem disso, melhor é”, diz Valter Pieracciani, consultor de empresas.

Em coro com os especialistas em competitividade, o governo quer incentivar o investimento em inovação. A presidente Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 32,9 bilhões para projetos na indústria, agricultura e serviços.

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TV Globo – Jornal da Globo

Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao jornal DCI sobre novo pacote de inovação anunciado pelo governo

Mercado elogia incentivos de R$ 32,9 bi na área de inovação

Por Maria Carolina del Ré

As empresas especializadas nas áreas de tecnologia e consultoria para a iniciativa privada estão animadas com o anúncio do governo, de R$ 32,9 bilhões em crédito para impulsionar, por meio da inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em diversos setores da economia.

Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada em inovação Pieracciani Desenvolvimento e Empresas, entende que o movimento do governo foi muito positivo, mas será necessário recuperar um atraso de quase três décadas.

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Revista segmentada Projeto Pack destaca expertise da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas em Design Driven Innovation

Design-Driven Innovation

A Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria de gestão com foco em inovação que está há 20 anos no mercado, anuncia parceria estratégia com o italizano Roberto Verganti, professor de Gestão da Inovação na Politécnica de Milão, professor convidado na Harvard Business School e na Copenhagen Business School, autor do livro “Design-Driven Innovation”, lançado no Brasil em maio pela editora Canal Certo, braço da Pieracciani.

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Case de sucesso da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas é destaque em matéria de quatro páginas na Época Negócios

Acabou a dor de cotovelo 

Por Marcelo Cabral

Os cotovelos de Gábor Deák estavam doendo. Presidente da unidade brasileira da fabricante de componentes automotivos Delphi, ele diz que sempre sentia uma pontinha de ciúme quando visitava a sede global da empresa e via placas sobre produtos inovadores da Índia, da China, dos EUA, mas nenhum do Brasil.  Algo precisava mudar.

A saída encontrada pelo executivo atende pela sigla ABNT 16.501.Por trás dessa sopa de letras e números há uma norma criada no final do ano passado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas com o objetivo  de gerir processos inovadores dentro das empresas nacionais. Num trabalho pilotado por Valter Pieracciani, membro da comissão que criou a 16.501 e sócio da consultoria Pieracciani, a Delphi ajustou todos os seus procedimentos e se tornou a primeira companhia a obter o selo.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao Valor Econômico sobre linhas de crédito para inovação

Governo pode lançar mais linhas de crédito para pesquisa 

Por Alessandra Saraiva

O governo estuda uma série de novas linhas de financiamento à inovação, voltadas para setores mais carentes em investimento em pesquisa e desenvolvimento. O formato dos novos programas pode ser similar ao do Inova Petro, linha elaborada por meio de parceria entre Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Petrobras, para a cadeia de petróleo e gás, detalhou ontem o presidente do banco, Luciano Coutinho.

Para a consultoria paulistana Pieracciani, especializada em gestão de inovação, já existem bons instrumentos de financiamento para inovação. Mas o direcionamento do crédito poderia ser mais voltado para o setor de serviços, e não concentrado no setor industrial, como ocorre hoje, avaliou o sócio-fundador da consultoria, Valter Pieracciani. “A indústria sempre é lembrada primeiro.”

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Valor Econômico entrevista diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas sobre inovação guiada pelo design

Forma e conteúdo

Por Jacílio Saraiva

A beleza abre portas. Pelos menos para as empresas que querem se destacar da concorrência e ganhar consumidores com a ajuda do design. Empreendedores de diferentes segmentos ouvidos pelo Valor Ecomônico confirmam um aumento de até 30% nas vendas depois dos investimentos em novos desenhos de mercadorias, embalagens e pontos de venda.

Projeto deve tocar a emoção do consumidor

Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria Pieracciani, especializada em inovação, as empresas devem afetar as emoções do consumidor. “Deve-se acreditar na relação emocional e no afeto que as pessoas podem alimentar por determinados produtos”, diz. Para quem tem poucos recursos para contratar uma agência de design, a dica do especialista é apostar na prata da casa. “Pode-se capacitar equipes internas e ter um retorno em inovação guiada pelo design.”

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Revista Varejo & Oportunidades entrevista diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas sobre inovação

Varejo redesenha as fronteiras da inovação

Por Gerson Genaro

Os tempos mudaram. Os grandes investimentos em inovação, atualmente, procuram assegurar maior proximidade com os consumidores. Boa parte dos novos modelos de negócios, serviços e tecnologias voltadas para o varejo insere justamente a maior pressão exercida pela ponta do consumo em busca de conveniência, um estímulo poderoso para as empresas varejistas serem inovadoras para atender melhor o cliente. 

Segundo Valter Pieracciani, sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor de livros sobre o tema, em breve teremos um P&D diferente. “A área será composta por jovens engenheiros e matemáticos descontraídos em frente a computadores com a incumbência de fazer simulações, elaborar e desenvolver novas formas de comprar e vender. E assim transformar em matéria-prima para a inovação o valioso conhecimento gerado diretamente no contato com o cliente”, diz.

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José Hernani, sócio da Pieracciani, fala à revista Cliente SA sobre a necessidade de inovação nas empresas

Não vá perder o bonde!

O que ontem era tendência, hoje já ficou para trás. Exemplo? Até há alguns meses, estar presente nas redes sociais era sinal de inovação, agora quem não está lá é dito como ultrapassado. Não bastasse a maior velocidade com que se dá a evolução das tecnologias e dos processos de relacionamento, a exigência para que as empresas acompanhem as novas necessidades do mercado nunca foi tão alta. Ficar parado é correr o risco de perder seu principal ativo: o cliente. “A empresa que permanecer estática pode ser atropelada pelos concorrentes, que estão fazendo melhor sua lição de casa”, alerta José Hernani Arrym Filho, sócio da Pieracciani, consultoria de gestão da inovação.

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Sócio da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas fala sobre inovação à revista ProXXIma

Criatividade e inovação com gingado brasileiro

Por Alexandrina Macedo e  Roberta Queiroz

Inovação significa novidade ou renovação. Pode ser uma ideia, um processo, um produto ou serviço novo ou que pouco se parece com os padrões anteriores. Em marketing, em especial no ambiente digital, que está sempre em transformação, inovação é um desafio perseguido por agências e anunciantes. “.

De fato, um dos maiores desafios das empresas, independentemente do segmento em que atuam, é incorporar a inovação dentro  de uma estratégia de médio prazo. “Inovação exige disciplina. É preciso tornar o processo de gestão da inovação sistemático”, afirma Hernani Arrym Filho, sócio da Pieracciani, consultoria de gestão com foco em inovação.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação empresarial à revista Profissional & Negócios

Inovação sem neura

A cobrança excessiva pela criatividade latente e a inovação obrigatória têm deixado profissionais com os cabelos em pé. Mas será que há motivo para tanto desespero? Para o sócio-fundador da consultoria de gestão da inovação, Pieracciani, Valter Pieracciani, não faz sentido cobrar inovação.

A inovação nas empresas é um processo gerenciável, mas não pode olhar apenas os resultados e cobrar. “No campo da inovação, os dirigentes são ‘fornecedores’, ou seja, são eles que criam na empresa e nas pessoas as condições necessárias para que a inovação aconteça repetida, sistematicamente”, diz.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação ao portal Decision Report

Escassez de Inovação na TI

Por Léia Machado

No universo corporativo, a inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas e para a valorização das marcas. Diante de um Brasil que cada vez mais está no foco estratégico dos negócios globais, o setor de Tecnologia da Informação também demanda linhas inovadoras de produtos, serviços e processos de desenvolvimento de projetos. Mas as companhias nacionais de tecnologia ainda estão bem atrás da média mundial.

No ranking mundial do Global Innovation Index 2012, o Brasil aparece na posição de número 58, atrás do Chile, por exemplo, que está na 39ª posição. No ano passado o País estava mais bem posicionado, em 47º lugar, enquanto que o Chile ocupava o 38º ranking. Ou seja, o cenário é preocupante na visão de Valter Pieracciani, sócio fundador da consultoria de gestão de inovação Pieracciani.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação à revista Consumidor Moderno

A inovação que interessa

Por Flávia Corbo e Paulo Gratão

Uma ideia inovadora salvou a Nintendo do naufrágio. Em 2006 foi lançado o Wii, o novo conceito de entretenimento da empresa. A plataforma permitia que toda a diversão virtual oferecida pela concorrência passasse para o real, sem controles ou fios. A novidade atraiu não somente as crianças e os adolescentes, mas toda a família.

O processo pelo qual a Nintendo passou para se reposicionar no mercado é um exemplo do que a inovação  pode fazer pelo negócio. “A Nintendo foi salva por uma inovação de significado. Ela não conseguiria algo tão poderoso quanto a Sony, então resolver trazer a diversão para o mundo real e tangível. Eles ressignificaram o mercado de videogames”, afirma Valter Pieracciani, coordenador sênior em projetos de inovação do Centro Latino Americano para Inovação, Ciência e Qualidade (Claerq) e sócio-fundador da consultoria Pieracciani, especializada na gestão com foco em inovação.

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Jornal O Estado de São Paulo entrevista Valter Pieracciani sobre norma da ABNT com foco em inovação

Polêmica à parte, o que importa é inovar

Por Cris Olivette

Se a roda foi uma inovação revolucionária para a humanidade, o mundo corporativo já se deu conta da importância da inovação para melhorar a gestão, o desempenho, as oportunidades e o lucro das empresas. O assunto é tão relevante que até a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou regras para tornar a organização criativa.

Receitada para micro, pequenas e grandes companhias, a Declaração de Conformidade da norma ABNT NBR 16501 funciona como um guia para a implantação de sistemas de gestão de Pesquisa,  Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

A NBR 16501 passou a  vigorar em dezembro do ano passado e orienta como transformar ideias em projetos e depois em produtos. “Ela gerou polemica, porque algumas pessoas são contra a criação de normas para inovar”, conta Valter Pieracciani, que participou da construção do texto e é diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas.

Ele cita a dificuldade existente no país para definir o que é uma empresa inovadora. “Finalmente temos um padrão que vai nos ajudar a solucionar a questão”, diz o especialista.

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Pieracciani e Instiad participam de matéria sobre consultoria no jornal Brasil Econômico

Pare de resistir às ideias alheias e faça do consultor um aliado

Por Priscila Dadona

O convívio entre empresários (ou executivos) e consultores é complexo e merece a atenção. Muitas vezes, por falta de conhecimento, o profissional é visto como o “salvador da pátria” e, quando a situação da organização não é resolvida a contento, vira o vilão da história.

Para Luiz Claudio Binato, especialista em gestão de pessoas e fundador do Instituto de Administratação (Instiad), o consultor é um recurso que as empresas têm à disposição para melhorar os resultados. “Ele é uma ferramenta externa e representa um olhar diferente  da cultura da empresa. Está ali para oxigenar, provocar um novo modelo mental nos atuais gestores. Mesmo que tudo vá bem, o consultor sempre pode ajudar a melhorar,”

É importante que o empresário – ou o presidente – não coloque a vida da empresa nas mãos de um único profisional, mas dele próprio e de seus funcionários. “Ele precisa entender que o consultor é um apoio, um suporte.”

É exatamente com esta visão que o empresário Valter Pieracciani, diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, contratou Marta Schonhorst, ex-técnica de seleções olímpicas, para criar um programa de treinamento em sua empresa baseada no conceito de times de alta performace, como o que Marta aplicava no treinamento das meninas da ginástica olímpica.

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Revista ISTOÉ Dinheiro entrevista Valter Pieracciani, especialista em inovação, sobre reestruturação da Gol

Do volante para o manche

Por Ralphe Manzone Jr. e Marcelo Cabral

O executivo paulista Paulo Sérgio Kakinoff, de 37 anos, já decidiu qual será a primeira missão quando assumir a presidência da Gol, a partir o dia 2 de julho. Ele vai andar – e muito – nos aviões da companhia aérea criada e comandada por Constantino de Oliveira Júnior desde a sua fundação, em janeiro de 2001. Não se trata de férias, muito menos de viagens de negócios. O objetivo desses voos é bastante simples. Kakinoff pretende passar, incógnito, por um cliente para checar a pontualidade das partidas, o atendimento e o serviço de bordo. Essa é a forma encontrada por ele para conhecer as dificuldades que os passageiros enfrentam e saber em detalhes como funciona a operação que passará a chefiar daqui a poucos dias, depois de quase 20 anos trabalhando na Volkswagen, empresa na qual começou como estagiário, aos 18 anos de idade.

É justamente  a preocupação com o futuro que deve nortear os primeiros passos da Gol sob a nova direção. De acordo com analistas, a prioridade estratégica será redefinir qual é, afinal, a identidade da Gol. Quando a empresa começou a operar, tinha uma cara própria. Era a companhia da passagem barata e do despojamento, que servia barrinha de cereal e tinha aeromoças vestindo camisetas.

“Isso fez com que a empresa se destacasse das as outras e garantiu seu crescimento por vários anos”, diz Valter Pieracciani, da consultoria Pieracciani, de São Paulo, especializada em inovação.

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