Category: Pieracciani

Valter Pieracciani, especialista em inovação, fala à IstoÉ Dinheiro sobre tecnologia na indústria automobilística

O futuro chegou

Montadoras e empresas de tecnologia dão a largada na corrida para revolucionar o setor automobilístico mundial. A direção autônoma e as novas tecnologias de propulsão, como a energia elétrica e o hidrogênio, prometem redesenhar os automóveis atuais

Por: Carlos Eduardo Valim

No filme De Volta para o Futuro II, de 1989, os protagonistas Marty McFly e Doc Brown fazem uma viagem no tempo que os leva para 21 de outubro de 2015. O futuro trazia algumas tecnologias impressionantes, como carros e skates voadores. Os fãs da série passaram as últimas três décadas imaginando se o filme acertaria nas suas previsões tecnológicas. Um quarto de século depois, os céus das grandes cidades continuam exclusivos para aviões, helicópteros, drones e pássaros e não há nenhuma indicação de que os automóveis voadores estarão nos ares até outubro, como se viu no cinema.

Mas não se engane: a tecnologia futurística dessa indústria está cada vez mais presente na vida dos motoristas. Eles já driblam o engarrafamento caótico das metrópoles com a ajuda de aplicativos de trânsito e geolocalização e, antes do que você pensa, estarão passeando em veículos autônomos. Os carros de amanhã conversarão com os computadores e sistemas de controle de tráfego e decidirão por onde e como irão ao destino programado, enquanto o passageiro – ou ex-motorista – assiste a um filme ou joga um videogame.

O avanço do carro autônomo pode ser mais rápido do que o esperado. “Não há mais motivos para termos motoristas, a não ser por esporte”, diz Valter Pieracciani, sócio da consultoria de inovação Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, que presta serviços para marcas como Alfa Romeo e Fiat. “A tecnologia vai chegar mais depressa a nós do que imaginamos.”

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Revista Forbes Brasil indica livro infantil sobre inovação de Valter Pieracciani

LeaderBoard – Leitura infantil

Criando pequenos prodígios

As opções de livros infantis são muitas – há os famosos contos de fada, os didáticos, as séries, os clássicos e os engraçados. Mas por que não deixar de lado um pouco o “era uma vez” e ensinar, de forma divertida, às crianças desde cedo valores como empreender, inovar e conceitos importantes como política?

A Verdadeira Mágica

Escrito pelo engenheiro e empresário Valter Pieracciani, o livro conta com uma série de ilustrações, uma brincadeira e um guia prático para pais e educadores.

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Forbes valter

Valter Pieracciani fala sobre presidenciáveis e suas propostas de inovação em geração de empregos

O jeito certo de aumentar salários

O Brasil inova pouco. Por isso cria empregos piores do que poderia e paga salários mais baixos. O que o próximo governo pode mudar nisso

| Propostas

O que os principais candidatos prometem para que o país crie empregos melhores

“Se o governo refaz a estratégia perto da eleição, é porque tem a sensação de insucesso nessa área”, diz o consultor Valter Pieracciani.

 

 

Valter Pieracciani, diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, assina artigo sobre inovação na revista Inside

As emoções como estratégia para inovar

A essa altura, as empresas brasileiras já entenderam que quem não inovar vai morrer. Entenderam também que a tecnologia é um poderoso catalisador da inovação. Ocorre que , no quesito tecnologia, o Brasil ainda tem muito a caminhar. Por mil motivos, da nossa história aos cenários econômicos das últimas décadas, passando por uma crônica falta de recursos, não pudemos ainda nos destacar como berço tecnológico.

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Inside - Pieracciani

Valter Pieracciani, da Pier, fala sobre a Lei do Bem na revista Época Negócios

Copo cheio , copo vazio

O GOVERNO COMEMOROU os números do relatório mais recente sobre a adesão à Lei do Bem, que prevê isenções para companhias que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Segundo a publicação, referente ao ano-base de 2012, 1.042 empresas aderiam à norma, número 8% maior que no ano anterior. No entanto, especialistas que se debruçaram sobre os dados devem sinais vermelhos. O investimento total das empresas em PD&I ficou em R$5,34 bilhões, 22% a menos do que  em 2011. Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada Pier, os resultados são “assustadores”: “Precisamos quadruplicar nossos índices para evitar desindustrialização. Em vez disso, estamos freando a inovação no Brasil”, afirma.

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Pieracciani - Época Negócios

Pieracciani participa de matéria no Valor Econômico sobre os desafios das empresas para inovar

Gestores querem tirar inovação do papel por mais competitividade

Principal desafio é criar cultura que tolera erros, incentiva e premia os funcionários adequadamente.

Por Rafael Sigollo

Depois de governança corporativa, qualidade de vida e sustentabilidade, outro termo ganha cada vez mais força no discurso das empresas: inovação. Assim como aconteceu com os anteriores, no entanto, são poucas as organizações que vão criar políticas para,  efetivamente, tirar essa palavra do papel.

O conceito de inovação por si só já é motivo de confusão, embora existam algumas definições consagradas. Até a lei de incentivos fiscais para que as companhias invistam na prática “não pegou” no país por falta de clareza e objetividade.

Valter Pieracciani endossa que o combustível da inovação é a capacidade humana e a boa notícia, segundo ele,  é que todos somos inovadores – cada um ao seu estilo.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala à revista Época sobre bilionários inventores

Estes bilionários malucos…

… e suas invenções maravilhosas. Elon Musk, Jeff Bezos, Sergey Brin, Richard Branson e tantos outros  querem usar sua fortuna para transformar o impossível em realidade.

Por Marcos Coronato

O bilionário sul-africano e inventor Elon Musk estava sentado no bar de hotel chique em Mônaco, quando o bilionário americano, inventor e super-herói Tony Stark se aproximou da mesa e o cumprimentou. “Elon, aqueles motores de foguete são fantásticos”, disse Stark. “É? tenho uma ideia para um jato elétrico”, afirmou Musk. A cena dura alguns segundos do filme Homem de Ferro 2. Ao contracenar com um personagem de ficção, Musk apresentou ao mundo real uma eficiente mensagem de marketing.

Como o herói do filme, Musk quer ser reconhecido. Fundador da fabricante de automóveis elétricos Tesla Motors, Musk faz parte de um grupo pequeno de ultrarricos com dotes visionários, inventividade e imensa habilidade para o marketing pessoal. “É ótimo que esses bilionários existam. Espero que eles queiram entrar para  história e não apenas aparecer”, diz o consultor e especialista em inovação Valter Pieracciani.

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José Hernani Filho, sócio da Pieracciani, fala sobre inovação na gestão de RH no especial Valor Setorial Inovação, do Valor Econômico

Improvisação colaborativa favorece processo criativo

Por Maria Carolina Nomura

Tradicional no jazz, em que músicos estimulam sua criatividade e improvisam suas composições, algumas empresas passaram a adotar o modelo de “jam session” para trazer à tona  novos conceitos e processos. A prática incentiva os profissionais a vislumbrar caminhos diferentes para realizarem seus processos de forma mais simples, sustentável e econômica. Mas seu sucesso só é garantido quando os colaboradores veem seus projetos levados adiante.

Apesar de o caminho da inovação já ser conhecido, um dos grandes gargalos da área é encontrar um profissional para persegui-lo. “Sem um líder disposto a inovar, sem equipe e sem alianças ( com fornecedores, universidades e institutos), a velocidade pode não ser suficiente para a empresa criar vantagem competitiva pela via da inovação. Um modelo de gestão da inovação estruturado compreende as dimensões estratégia, ambiente, pessoas e processos”, aponta José Hernani Filho, sócio da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria em gestão de inovação.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação à revista Bens & Serviços, da Fecomercio (RS)

Mudança de cultura e de olhar

Por Alexandre Soares Pinto

Empresários de todos os portes estão atentos quando à competitividade de suas empresas. Por isso, buscam criar caminhos inovadores para garantir espaço junto a um consumidor cada vez mais exigente e informado.

O mestre em Administração de Empresas – Gestão da Qualidade e sócio-fundador da Consultoria Pieracciani, Valter Pieracciani, é categórico ao afirmar que “em cinco anos, existirão apenas dois tipos de empresas: as inovadoras e as falidas, porque o cliente é implacável com a mesmice”

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José Hernani Arrym, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao Valor Econômico sobre inovação

Empreendedores carregam  a experiência das grandes

Por Jacilio Saraiva

A experiência das companhias maiores na área de inovação também pode servir de inspiração para as pequenas, segundo especialistas. Na corretora Segurar.com, criada em 2010, a inovação aparece na maneira de vender seguros: a operação é 100% on-line. “Em um segmento sabidamente conservador, foi mais que uma ousadia”, diz o CEO Oswaldo Romano Jr.

Para José Hernani Arrym, sócio da consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, os principais desafios que os empresários têm de vencer para adotar rotinas inovadoras é conseguir bons líderes, adotar um sistema organizado de ações e conhecer o sistema nacional de inovação.

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Inovação na construção civil é tema da entrevista de Lilian Laraia, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, ao Valor Econômico

Reforma na obra

Por Gleise de Castro

Novas técnicas e novos equipamentos estão transformando os canteiros de obras de todos os portos que se espalham pelo país.  O tradicional assentamento tijolo por tijolo está com os dias contados. Escassez e encarecimento da mão de obra e necessidade de produção em maior escala levaram as construtoras a industrializar as construções, em um movimento que vem se acentuando nos últimos dois anos.

“A construção civil é muito inovadora e criativa”, diz Lilian Laraia, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria especializada em gestão da inovação. Segundo ela, muitas obras de infraestrutura usam tecnologias inéditas, como a técnica de barreira de bolhas, empregada pela Andrade Gutierrez na ampliação do porto de Imbituba (SC),  entre 2009 e 2011, para reduzir a  vibração e barulho provocados pela cravação de estacas, que atrapalhavam a reprodução e amamentação de baleias-fracas na área.

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Diretores da Infracommerce e da Pieracciani participam de matéria na seção Estilo de Vida, do Brasil Econômico

Ondas do mar ensinam jogo de cintura, disciplina e foco

Por Priscila Dadona

Um gestor, um empresário e um profissional de tecnologia, embora sejam de áreas totalmente distintas têm em comum uma paixão: o surf. De gerações diferentes, estes três executivos levam a prática tão a sério que carregam os ensinamentos do mar para o escritório.

O jovem Francisco Forbes, co-fundador da Infracommerce, empresa de full service de e-commerce, como bom apaixonado que é, viaja todo mês para encontrar o mar. “É uma religião. Sou muito disciplinado, só não vou à
praia quando tenho compromisso profissional.”

Outro apaixonado pelo esporte radical é o sócio-fundador da Pieracciani, Valter Pieracciani, 55 anos e há 45 surfista. O empresário, de São Paulo, viaja religiosamente todos os fins de semana para a praia e é tão fanático que, no ano passado, só ficou três finais de semana sem surfar.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre metodologias de inovação ao jornal Valor Econômico

Metodologias levam em conta inteligência coletiva

Por Martha Funke

Os nomes variam. Mas as metodologias mais utilizadas hoje para gerar — e gerir — a inovação levam em conta, acima de tudo, a inteligência coletiva. O resultado é que está mais fácil encontrar boas ideias e o desafio passou a ser filtrá-las e selecionar aquelas que chegarão aos clientes.

Crowdsourcing e open innovation estão entre os modelos mais modernos na busca da inovação. Parecidos, buscam insights junto aos diferentes agentes da organização, desde pesquisadores e cientistas até parceiros, clientes, entusiastas e anônimos em geral.

Segundo o especialista Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e cujos cursos já formaram 115 black belts em inovação (profissionais especialmente treinados para aplicação das metodologias) no país, o design thinking tira proveito de percepções extraídas de grupos de intérpretes compostos por representantes de diversos públicos, como formadores de opinião, consumidores ou funcionários. “Estamos montando um black belt no Brasil com foco em alimentação”, adianta.

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