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Daniel Heise, CEO do Grupo Direct, é capa da Exame PME de Junho

Sem medo de ter sócio

Uma pesquisa exclusiva mostra como funcionam as sociedades nas pequenas e médias empresas em crescimento – e como elas resolvem seus conflitos

Na empresa paulistana Direct Talk, do Grupo Direct, discussões sobre cláusulas de entrada e saída de sócios aconteceram logo em sua fundação, em 2000, durante a união de dois pequenos negócios dos empreendedores Daniel Heise, de 37 anos, Alexandre Bernardoni, de 34 anos, Gustavo Zaiantchick, de 34, e Giovanni Cervieri, de 37.

No início eles faziam softwares usados em chats de atendimento ao consumidor para empresas como Telefônica, Americanas.com e Magazine Luiza. Com o tempo, mais ferramentas entraram no catálogo de produtos. “A missão da Direct Talk é ajudar outras empresas a interagir com seus clientes e a compreender melhor quem eles são e o que eles querem utilizando diferentes tecnologias”, afirma Heise, presidente da Direct Talk.

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David Reck, da Enken, fala sobre Mídias Socias para a Revista Época

As empresas querem entrar

Grandes marcas já entenderam que as redes sociais podem ajudá-las a conquistar consumidores. Só que ninguém ainda descobriu como fazer isso direito.

Por Daniella Cornachione

Nem Fórmula 1 nem Indy. A disputa automobilística de maior sucesso nas redes sociais acontece em uma pista de plástico, com carrinhos do tamanho de seu celular. É o Tuitorama, uma corrida de autorama alimentada pelo que as pessoas postam no Twitter. O brinquedo on-line foi lançado neste ano pela Estrela para promover seu tradicional autorama. A cada dia, a empresa organiza uma corrida entre dois carrinhos: um azul e outro vermelho. O movimento deles não é acionado pelo joystick de um jogador, mas por um aparelho que recebe impulsos a partir de mensagens postadas na internet. A pista existe de verdade. Foi montada na sede da agência de publicidade DM9DDB, em São Paulo. Cada carro anda 90 centímetros, numa pista de 17 metros, a cada vez que uma pessoa posta uma mensagem no Twitter com a palavra-chave. Eles dão várias voltas. À meia noite, o carro que estiver na frente ganaha o Grand Prix. As disputas são variadas: já teve papel x caneta, samba x pagode, sorvete x chocolate e, é claro, Rio x Sampa.

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Parte 1
Parte 2

David Reck, da Enken, fala sobre estilos de governança no especial do Meio & Mensagem

Novos estilos de governança nas agências
 
Mercado mais moderno e complexo expurga os dirigentes apegados aos velhos paradigmas do autoritarismo arrogante 
 
Quem tem mais de 40 anos ou interesse por séries antigas de TV certamente já assistiu A Feiticeira (Bewitched) e conhece o personagem Larry Tate (David White), dona da agência de publicidade em que trabalha James, o marido de Samantha, a adorável bruxa protagonista. Sócio da Mcmann & Tate, o grisalho Larry não é propriamente um mau sujeito, mas expõe alguns dos vícios das antigas liderenças nas agências.
O velho publicitário é personalista, meio impaciente e, por vezes, tão obcecado por resultados a ponto de renunciar aos próprios valores e crenças. Para conquistar ou satisfazer um cliente é capaz de tudo, especialmente atazanar a vida do pobre James.
De acordo com os especialistas, ainda há vestígios desse tipo de comportamento nos modelos de governança das agências brasileiras. Em alguns casos, o líder é autoritário e pouco cortês porque se julga um extraordinário empreededor ou um gênio da criação. Esse estilo “coronel com grife” funcionou na época em que as boas ações de propaganda se limitavam a jingles de fácil memorização ou bordões assimilados e repetidos pelo público. 

  

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ENOX é destaque no Especial Meio & Mensagem

Mídia indoor desbrava SP

O mercado de mídia indoor tem apresentado índices de crescimento acentuados no interior e litoral do Estado de São Paulo. Isto acontece especialmente graças à utilização de meios eletrônicos como painéis – que atraem mais a atenção do público -, e à redução no preço de monitores e mirocomputadores, indispensáveis nesse tipo de comunicação. Além disso, o cerceamento cada vez maior à mídia exterior, que ganhou força em todo o País a partir da implementação da Lei Cidade Limpa em São Paulo, em janeiro de 2007, também impulsiona os anunciantes a procurar a mídia indoor com alternativa de comunicação.

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Ranking exclusivo BrandAnalytics e IstoÉ Dinheiro

As Marcas mais valiosas do Brasil em 2010

As joias do capitalismo brasileiro

O valor das 50 marcas mais valiosas do País ultrapassou a barreira dos R$100 bilhões. Isso revela que os gigantes nacionais estão prontos para competir globalmente.

Carlos Sambrana

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Leonardo Naresi, da Direct Performance, na Revista W

Leonardo Naresi, sócio-diretor de tecnologia da Direct Performance, em…

Analytics é preciso analisar

Instalar uma ferramenta de medição e monitorar o tráfego do seu site é só o primeiro passo

Houve um tempo em que o méximo que se conseguia saber sobre o tráfego de um site era o total de “pageviews” apontado por contadores em formato de odômetros que mediam a “quilometragem” de um site.

De lá pra cá, muita pedra já rolou. Hoje já há disponíveis ferramentas espetaculares de Web Analytics, algumas até gratuitas, que coletam dados sobre de onde vem os seus usuários, o que fazem e como fazem. Mas o que fazer com essas pequenas montanhas de dados?

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Focusnetworks, Direct Labs e Enken no Estado de SP

Empresário ainda usa pouco a internet 

Pesquisa da Associação Comercial aponta que apenas 17% das empresas paulistanas têm algum tipo de cadastro na rede mundial 

Lilian Primi 

Apenas 17% das empresas paulistanas têm cadastro na internet. O dado é de pesquisa inédita realizada em janeiro pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Um dos motivos de tão baixa adesão à web por parte das empresas é, segundo a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, o medo. “Os empresários estão assustados com o poder da rede e ainda procuram entender como tudo funciona”, explica. 

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Direct Performace, Enken e Focusnetworks no jornal O Globo

Nas redes sociais, publicidade é tiro no escuro 
 
 
Bruno Rosa 

 Parte I 

 Falta de planejamento e de conhecimento da própria imagem na internet levam marcas a estratégias erradas 

 Nem sempre as campanhas publicitárias feitas para as redes sociais conseguem atingir o seu objetivo. Pelo contrário. Como o público em sites como Orkut, Facebook e Twitter é muito diversificado e já responde por cerca de 77% dos usuários da internet no Brasil, as ações de marketing acabam sendo um tiro no escuro. E muitas daz vezes o resultado é desastroso, apontam especialistas do setor. 

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 Parte II 

 Empresa retruca acusação e cria bate boca on-line 

 Promoções mal planejadas e perfis falsos são erros comuns 

 A lista de ações de marketing frustadas nas redes sociais é grande. Recentemente, uma rede de supermercado criou uma campanha no Twitter oferecendo preços especiais em um produto para usuários que conseguissem repassar a informação para o maior número de pessoas. Houve grande demanda, poucos itens em estoque e… muita reclamação. 

 

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UNS Idiomas no Brasil Econômico

Escola de idiomas aposta na pressa e oferece cursos rápidos

Alunos querem ganhar tempo na disputa por vaga no mercado de trabalho

Quem precisa se comunicar em uma língua estrangeira tem pressa e acaba, quase sempre, desistindo se o curso não repsonde imediatamente à expectativa. A UNS Idiomas busca este nicho de mercado e deve instalar suas unidades no exterior.

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Circuito Velvet Club na Veja São Paulo

Voltada para o público GLS, a série de sete festas chega a sua segunda edição — a primeira rolou em dezembro, no Buddha Bar. Desta vez, tem como tema o clipe da música Telephone, da cantora americana Lady Gaga. Para apimentar o evento, go go boys fantasiados de presidiários acompanham a performance da drag queen Kika Ortiz. Haverá ainda imagens da diva pop na decoração. Comandam os pick-ups o DJ carioca Dri Toscano e o mexicano Adrian Dallera.

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Haysam Ali, do Grupo Êxito, na Veja São Paulo

NOITE

Onde dançar e doar

Clubes criam projetos beneficentes para dar um clima engajado às suas festas

Imagine uma daquelas longas filas frequentemente encontradas na porta das casas noturnas. Um aglomerado de pessoas com produções caprichadas espera para entrar. Nas mãos, porém, um apetrecho diferente ganha destaque: sacolinhas. Dentro delas estão produtos diversos para doação, a exemplo de aliemntos não perecíveis e materiais de limpeza. A cena tem se tornado cada vez mais habitual nas baladas paulistanas. É o caso da Trash Benê, projeto comandado pelo pessoal da Trash 80´s que rola mensalmente no Clube Caravaggio, no centro, e no Spazio, na Vila Olímpia. “Chegamos a arreadar 2 toneladas de alimentos numa só noite”, calcula um dos organizadores, Tonyy. A escolha das ONGs beneficiadas é feita através de indicações. Dezenas de esabelecimentos, de asilos a abrigos para cães, já reebeream doações. “Pelo menos 70% do nosso público adere à camapanha”, afirma. “Deixar de lucrar uma vez por mês com ingressos não é quase nada, mas para que recebe faz muita diferença”. Além da Trash Benê, em atividade desde 2003, outras ideias nesse estilo têm pipocado por aí”.

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Advogada Patricia Peck Pinheiro na revista Veja

…E lar das sacoleiras virtuais

Como um grupo crescente de jovens usa o Orkut para revender roupas e acessórios que comprou em lojas de grifes badaladas

Os brasileiros estão descortinando uma aplicação original e já rentável, para as redes sociais na internet: nelas, começa a florescer um circuito de bazares que vendem, a preço de liquidação, roupas de grifes jovens que já se esgotaram nas lojas. Só no Orkut, nada menos que 1500 perfis foram criados, nos últimos seis meses, com o único propósito de comercializar tais peças. O grupo ganhou até apelido: são as sacoleiras da rede – gente que em geral, não passa dos 30, já almejava abrir uma butique e é dada a comunidades virtuais. Para essas pessoas, as redes sociais não constituem apenas uma vitrine: também ajudam a entender quais são os objetos de desejo do momento. As sacoleiras se aproveitam do fato de que muitas marcas têm como praxe divulgar fotos da nova coleção antes do lançamento – material que submetem ao crivo da clientela potencial, reunida em torno daquelas comunidades cujo assunto número 1 (e 2) é moda.

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