Tag: economia

Carla Sarni, fundadora da rede Sorridents, fala sobre economia e empreendedorismo ao jornal O Estado de S.Paulo

Conselho de quem sabe o que fazer

Montar um negócio exige bastante empenho. Não é preciso ser gênio no assunto para entender isso, afinal, todo empreendedor sabe que essa é uma jornada cheia de desafios. E problemas. Muitas vezes, porém, o empresário simplesmente se esquece de levar em conta o atual cenário econômico.

Há quem destaque esse fator como um dos principais na hora de abrir um negócio. Para outros, ele não é tão  importante. É o caso de Pedro Herz, presidente do conselho administrativo da Livraria Cultura. Segundo ele, todo momento é momento para começar a empreender.

Mas afinal de contas, será que agora é um bom momento para empreender? Também fizemos essa pergunta a Carla Sarni, empresária que criou a rede de clínicas odontológicas Sorridents. Ao contrário do executivo da Livraria Cultura, ela está sim preocupada com o momento da economia.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo

Fábio Vieira, do Mattos Muriel Kestener Advogados, assina artigo no jornal Brasil Econômico sobre Contratos de Compra e Venda Internacional

Nova regra sobre compra e venda internacional de mercadorias

Com a aprovação pelo congresso nacional e com a publicação do Decreto Legislativo n° 538/2012, o Brasil está agora a poucos passos  de incorporar a Convenção sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias ao nosso ordenamento jurídico. Os próximos passos serão a ratificação da Convenção pela presidente da República, sua adesão no plano internacional, sua promulgação por Decreto do Executivo e a respectiva publicação no Diário Oficial da União. Mas o que representa a CISG para o comércio internacional?

Para ler o artigo na íntegra, clique na imagem abaixo

José Hernani Filho, da Pier Consult, participa de matéria sobre a Lei do Bem no jornal DCI

Benefício da Lei do Bem deve abranger optantes do Simples

Por Fernanda Bompan

O governo de Dilma Rousseff vem demonstrando que quer aumentar os investimentos de inovação em diversos setores, exemplo disso é que até o fim desse mês deve ser anunciado um conjunto de medidas que inclui linha de crédito subsidiado de quase R$ 30 bilhões para financiar investimentos.

Segundo José Hernani Filho, um dos sócios da Pier Consult – empresa especializada em Gestão de Inovação -, existe um conjunto de motivos para as empresas não investirem mais. “Falta tradição em direcionar recursos pelos brasileiros, incluindo gestores de grandes empresas, em pesquisa e desenvolvimento, além de que poucos sabem o modo certo para inovar. E a nossa economia ainda é muito fechada”, diz o especialista.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo

Victor Haikal, do PPP Advogados, fala sobre marco civil da internet ao jornal Brasil Econômico

Velocidade é o ponto mais sensível

Por Gabriel Ferreira

Ponto mais polêmico do projeto de lei que determinará o Marco Civil da Internet, a neutralidade da rede mistura interesses de diversos segmentos. De um lado, as operadoras de telefonia veem na questão um possível entrave para criação de novos modelos de negócio. Geradores de conteúdo, por outro, anseiam pela possibilidade de os usuários conseguirem navegar mais rápido em suas páginas. No meio de tudo isso, o governo tenta encontrar uma fórmula que não cause grandes abalos a nenhum setor e, de quebra, atenda aos interesses da população. “Não é o assunto que mais impacta na vida da sociedade, mas, por envolver aspectos econômicos, é o que gera mais polêmica”, afirma Victor Haikal, sócio do escritório de advocacia Patricia Peck Pinheiro, especializado em Direito Digital.

Para ler a notícia na íntegra, clique na imagem abaixo

Especial Novos Empreendedores, da revista Meu Próprio Negócio, destaca história de sucesso da rede UNS Idiomas

Do zero ao milhão

Por Milton Correia Jr.

Uma escola de idiomas com método diferenciado de aprendizado e voltada para um público-alvo bem definido foram os fatores que levaram o empresário Marcel Magalhães – mesmo com pouco investimento -, em apenas um ano e meio, a atingir faturamento anual de R$ 1 milhão.

Formado em administração de empresas, Magalhães havia trabalhado em uma multinacional e em um banco antes de ser contratado como assistente comercial de uma escola de inglês em Goiânia. Lá, iniciou o desenvolvimento do projeto de expansão das unidades da escola por todo o Brasil e, assim, ganhou experiência e cresceu profissionalmente. Em 1999, ao ser transferido para São Paulo, Magalhães – na época com 27 anos e no cargo de diretor comercial -, já tinha uma visão própria de como um bom negócio deveria ser conduzido. Assim, decidiu desligar-se da rede e, com sua esposa, abriu em 2003 sua próprioa escola, a UNS Idiomas.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo

José Roberto Martinez, do L.O. Baptista-SVMFA Advogados, fala ao Valor Econômico sobre reforma tributária e desoneração

Economistas divergem sobre estratégia de fazer uma reforma tributária ‘fatiada’

Por Marta Watanade

Tributaristas  dizem que a desoneração de folha de pagamento teve efeito muito diverso sobre as empresas e temem que mudanças no PIS e na Cofins provoquem aumento de carga tributária.

Para José Roberto Martinez, tributarista do escritório L.O. Baptista-SVMFA, a desoneração é uma medida paliativa. O advogado é contra uma reforma em fatias. “Algumas medidas são imediatistas e perdem o foco de uma organização mais geral.”

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo

Programa Conta Corrente, da GloboNews, recebe Dr. José Carlos Vergueiro, Sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados

Carga tributária caiu para 33,58% do PIB em 2009, ano de crise

O advogado José Carlos Vergueiro, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, foi o entrevistado da noite de quinta-feira, dia 02/09, do Conta Corrente 2ª edição, programa da GloboNews.

O tributarista fez uma análise sobre o cenário de crise financeira que derrubou a economia brasileira no ano passado e provocou uma queda na carga tributária. Segundo dados que acabam de ser divulgados pela Receita Federal, o peso dos impostos caiu para cerca de 33,5% do PIB, primeiro recuo desde 2006 .

Clique abaixo e veja a entrevista completa


Liderança de mercado coloca Horiba em destaque na Folha de S. Paulo

Grupo Japonês prioriza, no Brasil, pequenos clientes

No embalo do aumento da demanda por serviços de saúde no país, a Horiba, fornecedora do setor de diagnósticos médicos, muda a estratégia de negócios.

O foco agora está nos pequenos e médios clientes – laboratórios, clínicas e hospitais-, especialmente no Nordeste.

“É uma demanda não atendida pelos grandes fornecedores por uma questão de preço mais alto”, afirma Hamilton Ibanes, presidente da Horiba no Brasil.

Segundo o executivo, existem cerca de 10 mil potenciais clientes desse tipo espalhados pelo país. Já os de grande porte são 500.

Para atender os menores que estão “fora do foco da concorrência”, a empresa aposta em parcerias locais para fazer a distribuição de seus produtos.

Já são 17 parceiros e o plano é que esse número aumente para pelo menos um em cada Estado.

Clique na imagem abaixo e confira a matéria na íntegra

Em especial do Meio e Mensagem, Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, fala sobre a intenção de internacionalização por parte de varejistas brasileiras.

Líderes do varejo se fortalecem

Movimentos de fusões e aquisições devem gerar novos desdobramentos em 2010

Por Felipe Porciúncula

As recentes fusões e aquisições na área do varejo, principalmente no segmento de eletroeltrônicos, refletem um momento de crescimento do País e devem gerar novos desdobramentos. Esse setor é vital para o mercado publicitário, já que, mesmo mantendo estabilidade em relação ao ano anterior, o comércio varejista lidera o ranking de 2009 dos que mais investiram em compra de mídia (ver quadro abaixo). A combinação de pelo menos três fatores aponta que este mercado continuará crescendo em 2010: manutenção do crédito, aumento de empregos e elevação da renda.
A movimentação se intensificou em junho do anos passado, quando o Grupo Pão de Açucar anunciou a aquisição da rede Ponto Frio por R$ 824,5 milhões. Seis meses depois, foi a vez da fusão com as Casas Bahia por meio da Globex, controladora do Ponto Frio – negócio que nasceu com faturamento de R$ 18,1 bilhões e 1.015 lojas em 18 Estados brasileiros.

Leia a matéria completa clicando nas imagens abaixo:

Parte 1
Parte 2

Estudo da BrandAnalytics é capa da revista Relações com Investidores

PETROBRAS

A marca mais valiosa do Brasil e a 73ª marca global de maior valor

As pesquisas “As Marcas Mais Valiosas do Brasil” (só marcas brasileiras) e “As Marcas Mais Fortes no Brasil” (marcas nacionais e internacionais presentes no País), desenvolvidas pela BrandAnalytics e publicadas no final de abril pela revista IstoÉ Dinheiro, indicam a Petrobras como a marca mais valiosa do País e a terceira mais forte. A companhia aparece como a 73ª mais valiosa do mundo também no BrandZ – ranking anual da Millward Brown publicado também em abril pelo jornal britânico Financial Times.

por EDUARDO TOMIYA

BrandAnalytics é capa da revista Relações com Investidores

 

 

Leia aqui na íntegra

Ranking exclusivo BrandAnalytics e IstoÉ Dinheiro

As Marcas mais valiosas do Brasil em 2010

As joias do capitalismo brasileiro

O valor das 50 marcas mais valiosas do País ultrapassou a barreira dos R$100 bilhões. Isso revela que os gigantes nacionais estão prontos para competir globalmente.

Carlos Sambrana

Leia mais clicando aqui

Sorridents no jornal Brasil Econômico

A nova classe média leva a família ao encontro do sorriso perfeito

Respeito ao consumidor de baixa renda serviu de base para uma atividade rentável.

Ela começou na periferia, na Vila Cisper, extremo leste da cidade de São Paulo. Há 15 anos o seu consultório funcionava no andar de cima de uma padaria. A clientela era o que hoje a mídia reconhce como novos consumidores, pessoas da camada social C/D/E para quem não havia opção. Ou prouravam tratamento em clínicas om pouca estrutura ou enfrentavam o alto custos de locais sofisticados. A proprietária percebeu a oportunidade e prourou adequar o consultório à demanda e o equipou com aparelhos de primeira linha.

Clique aqui para ler a matéria completa

BrandAnalytics no Brasil Econômico

PETRÓLEO 2

Estatal tem a marca mais valiosa do país, diz pesquisa da BrandAnalytics e MillwardBrown

Com valor de marca de R$19,3 milhões, a Petrobras lidera o ranking das mais valiosas, à frente de Bradesco (R$14,8 bi), Itaú (R$13,3 bi), Banco do Brasil (R$11 bi), Natura (R$6 bi), Skol (R$5 bi), Brahma (R$2,5), Perdigão (R$2 bi), Casas Bahia (R$1,8 bi) e Sadia (R$ 1,6 bi). Para o gerente executivo da Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, esse reconhecimento mostra que a sociedade acredita na Petrobras.

Leia mais clicando aqui

BrandAnalytics no Meio & Mensagem

Petrobras é a marca mais valiosa do País

O ranking da consultoria BrandAnalytics, divulgado pela revista IstoÉ Dinheiro na sexta, 30, aponta a Petrobras como a marca mais valiosa do País, avaliada em R$19,278 bilhões e crescimento de 735% de 2008 (quando ficou na sexta posição) para 2009. A elevação, segundo a consultoria, é resultado da inclusão na avaliação dos negócios B2B, responsáveis por valores consideráveis nos números da companhia. O levantamento, baseado em informações públicas e na pesquisa global de mercado BrandZ, da Millward Brown, que destacou o Google como a marca mais valiosa do mundo, avaliou 200 marcas no Brasil.

Leia mais clicando aqui