Category: Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados

Andréa Nogueira, do Velloza e Girotto Advogados, fala sobre fundos de previdência em entrevista ao Valor Econômico

Questão jurídica gera insegurança

Ainda não há certeza se os recursos acumulados nos fundos de previdência privada e seus rendimentos podem permanecer  fora de inventários e partilhas, ou impedidos de serem penhorados para pagamentos de dívidas. A Justiça brasileira aceita em alguns casos que os valores estejam protegidos, mas há discussões que geram insegurança jurídica para o uso desse produto em algumas situações.

Para a advogada Andréa Nogueira, sócia do escritório Velloza e Girotto Advogados Associados, há vantagens em usar os fundos de previdência para deixar recursos para terceiros. “A Justiça tem aceitado o uso para este fim por entender que se trata de um ato de vontade”, diz. Não tem ocorrido discussões, principalmente se os valores não extrapolam os limites do patrimônio disponível em sucessão.

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José Carlos Vergueiro, sócio do Velloza e Girotto Advogados Associados, cede entrevista ao jornal Brasil Econômico sobre a alta remuneração de trabalhadores no setor automotivo

Gastos trabalhistas podem protelar investimento

Por Michele Loureiro

As altas remunerações de Participação de Lucros e Resultados (PRL)  obtidas por trabalhadores do setor automotivo enchem os olhos do trabalhadores, mas esvaziam os cofres das montadoras.

Por isso, algumas companhias reagem aos altos custos trabalhistas adiando ou reduzindo o volume de aportes no país e apostam no aumento das importações, já que países como México possuem custos menores e acordo com o governo brasileiro.

Segundo José Carlos Vergueiro, sócio da Velloza e Girotto Advogados Associados e especialista em Direito do Trabalho e Tributário, os trabalhadores merecem receber a PLR, porém é preciso haver uma contrapartida. “Precisamos tomar cuidado com decisões na hora de estabelecer valores”, afirma.

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Os escritórios Velloza, Girotto e Lindenbojm e Patricia Peck Pinheiro falam sobre o mercado jurídico no jornal Folha de S. Paulo

Crescem direito digital e escritórios médios

Por Carolina Matos

Escritórios de advocadia de médio porte também têm sentido os efeitos da demanda aquecida no país. O Velloza, Girotto e Lindenbojm, com 95 advogados, sendo 15 sócios e 1.100 empresas clientes, teve aumento de 30% da receita nos últimos dois anos.

E há também advogados apostando no filão do direito digital no país. Um dos escritório tidos como referência no segmento é o Patricia Peck Pinheiro. Nascido em 2004, possui hoje, como cliente ativas, 120 empresas de 28 setores.

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Exame TV entrevista Alexandre Lindenbojm, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados, sobre o IPO da Arezzo

O pré-IPO da Arezzo, o mais bem sucedido de 2011

Por: Gustavo Kahil

O advogado Alexandre Lindenbojm, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados, foi entrevistado pela Exame TV sobre todo o trabalho pré-IPO da Arezzo, já considerado pelos analistas do mercado como o mais bem realizado do ano.

Lindenbojm destacou, na entrevista, a importância da preparação das empresas que visam à Bolsa.

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Alexandre Lindenbojm – Exame

Alexandre Lindenbojm, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, fala sobre IPO ao jornal Brasil Econômico

Mais lenda, ida à bolsa torna-se último degrau

Por Luciano Feltrin

A chegada à bolsa, antes vista como natural e inevitável para empresas de um determinado porte e exposição, vem ganhando um novo roteiro no Brasil.

A Arezzo, fabricante e varjista de calçados, estreou na bolsa na semana passada e já vale mais de R$ 1,8 bilhão, muito mais do que os R$ 76,3 milhões pagos pela gestora Tarpon no final de 2007 para ficar com uma fatia de 25% da empresa.

“Foi uma opção muito inteligente. À época (2007), a empresa não precisava de dinheiro, mas de um parceiro para ajudá-la a mudar de patamar e profissionalizar sua gestão”, lembra Alexandre Lindenbojm, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm, escritório de advocacia que esteve envolvido na negociação com o fundo de private equity.

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Newton Domingueti, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, fala ao Valor Econômico sobre vitória judicial contra a Receita

Liminar autoriza uso de depósito e prejuízo fiscal

Por Laura Ignácio

Uma seguradora paulista que usou parte de depósito judicial para pagar o principal de sua dívida e prejuízos fiscais para quitar multa e juros do Refis da Crise também teve que recorrer ao Judiciário. A Receita Federal entendeu que o contribuinte não poderia usar esses recursos ao mesmo tempo e cobrou o valor pago com prejuízos fiscais. “A lei é clara e não faz essa restrição”, argumenta o advogado Newton Neiva de Figueiredo Domingueti, sócio do escritório Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados.

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Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados é destaque na coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo

Das Arábias

Por Maria Cristina Frias

A Agência de Investimentos Estrangeiros de Dubai fechou acordo com o escritório brasileiro Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados, que passa a ser representante oficial do órgão no Brasil. O objetivo é estreitar o relacionamento bilateral e ampliar as possibilidades de investimentos e negócios entre os dois países. “Percebemos interesse muito grande do mundo árabe em investir na América Latina”, diz Cesar Amendolara, sócio do escritório.

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Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados é destaque no portal internacional Latin Lawyer

Escritório firmou parceria de representação exclusiva com o governo de Dubai

Um dos mais importantes portais internacionais de Direito, o Latin Lawyer, também responsável pelo principal  ranking global de escritórios de advocacia especializados em fusões e aquisições, publicou uma matéria sobre a parceria que o Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados acaba de fechar com o Governo de Dubai. O escritório é, agora, representante oficial do país no Brasil.

O objetivo da Agência de Investimentos Estrangeiros de Dubai é estreitar o relacionamento bilateral e ampliar as possibilidades de investimentos e negócios entre investidores das duas nações.

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Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados anuncia parceria com o governo de Dubai na coluna Fato Relevante, do Estadão

Escritório é o representante oficial de Dubai no Brasil

O escritório Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados fechou contrato de representação exclusiva com a Agência de Investimentos Estrangeiros do Governo de Dubai, nos Emirados Árabes. De acordo com Cesar Amendolara, sócio do escritório, “a relação comercial e de investimentos do Brasil com os países do Oriente Médio tem se ampliado nos últimos anos e Dubai é a porta de entrada para a região”.

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Luiz Girotto, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, fala ao Valor Econômico sobre erros em multas aplicadas pela Receita Federal

Multas incomuns são questionadas

Por Laura Ignacio

Luiz Girotto, sócio do Girotto, Velloza e Lindenbojm Advogados, comenta sobre autuações incorretas e problemas nas multas aplicadas pela Receita Federal. Este erro, muitas vezes, prejudica as empresas e o problema costuma demorar para ser solucionado. De acordo com Girotto, “o grande problema nesse tipo de caso, é a desinformação do fiscal sobre o negócio da empresa”.

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Cesar Amendolara, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, fala sobre investimentos estrangeiros ao jornal Brasil Econômico

Sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados explica como o escritório trabalha para atrair investimentos estrangeiros

Cesar Amendolara, advogado especialista em Direito Societário, fala sobre o aumento de empresas estrangeiras que enxergam o Brasil como foco de investimentos e explica a importância que o mercado internacional tem para o escritório, que nos últimos anos vem reforçando o contato com fundos e agências governamentais que fomentam investimentos no País.

Visualizando o potencial do mercado árabe, especialmente no setor de agronegócios, mercado de capitais e ações de empresas nacionais,  o Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados investe em ações que auxiliem na quebra de barreiras, principalmente no que diz respeito às regras tributárias, ainda vistas como entraves para as transações internacionais.  “O funcionamento das nossas regras tributárias é uma grande barreira para eles. Nos países árabes, as receitas do petróleo pagam a fatura. Não há impostos na forma de cobrança que conhecemos ”, afirma Amendolara.

Programa Conta Corrente, da GloboNews, recebe Dr. José Carlos Vergueiro, Sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados

Carga tributária caiu para 33,58% do PIB em 2009, ano de crise

O advogado José Carlos Vergueiro, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, foi o entrevistado da noite de quinta-feira, dia 02/09, do Conta Corrente 2ª edição, programa da GloboNews.

O tributarista fez uma análise sobre o cenário de crise financeira que derrubou a economia brasileira no ano passado e provocou uma queda na carga tributária. Segundo dados que acabam de ser divulgados pela Receita Federal, o peso dos impostos caiu para cerca de 33,5% do PIB, primeiro recuo desde 2006 .

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Revista Legado dedica quatro páginas à entrevista com Dra. Andrea Nogueira, do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados.

Domicílio fiscal, pense nisso e siga as regras

A escolha do país onde pagar impostos deve ser acompanhada pela efetiva mudança dos “centros de interesse” profissional e familiar para evitar problemas em casos de divórcio e com o Imposto de Renda

por Mara Luquet

Em abril, dois meses antes da morte de José Saramago, a justiça espanhola cobrou do escritor 718 mil euros (1,6 milhões de reais) em impostos. A raiz do problema era a residência fiscal do autor potuguês, que se havia exilado na ilha espanhola de Lanzarote em 1993.

Segundo a sentença, ele deveria pagar impostos na Espanha, e não em Portugal. No proceso, o advogado de Saramago argumentou que sua ida para Lanzarote ” não significou uma mudança definitiva para ilha nem uma ruptura social, econômia e cultural com Lisboa, cidade em que vive desde 1924″. Disse ainda que o autor “rompeu com o governo português, mas não com Portugal”.

“O espólio vai ser cobrado desses impostos. Ele mudou mesmo para Lanzarote, mas o advogado está tentando puxar para questão do domicílio fiscal que, no caso de Saramago, continuaria em Portugal, já que o autor não rompeu com seu país”, comenta a advogada Andrea Nogueira, sócia do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados Associados.

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Brasil Econômico: Para Cesar Amendolara, do Velloza Girotto e Lindenbojm, alta de fusões resulta da onda de IPOs no Brasil

J.P Morgan lidera operações de fusões e aquisições no ano

Banco somou R$ 25 bi no semestre, conforme ranking da Anbima; entidade vê ano recorde de negócios

por Maria Luíza Figueiras

Os bancos brasileiros têm aumentado gradativamente a participação em operações de fusão e aquisição, mas os estrangeiros ainda levam as maiores transações, segundo o ranking de assessores financeiros elaborados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Em volume, o J.P Morgan lidera o ranking de operações anunciadas e Deutsche aparece a frente na lista que considera apenas as transações já fechadas no primeiro semestre.

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Alexandre Lindenbojm, do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados, fala sobre fusão entre TAM e Lan Chile ao Jornal das Dez, na GloboNews

União de gigantes em andamento na aviação

A TAM, líder entre as companhias áreas brasileiras, anuncia fusão com a LAN Chile

A companhia aérea TAM anunciou na última sexta-feira (13) a fusão com a Lan Chile. As empresas, com a união, formam uma gigante da aviação na América Latina. O negócio bilionário ainda depende de uma série de aprovações, entre elas da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e o dos órgãos brasileiros de defesa da concorrência. A nova companhia terá o nome de Latam, porém, as duas marcas serão mantidas.

Alexandre Lindenbojm – sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados – é especialista nesse tipo de operação e foi entrevistado pelo  Jornal das Dez, da GloboNews, para comentar sobre a negociação entre as companhias. Segundo ele, as empresas se preparam para atender uma demanda maior de passageiros, devido ao aquecimento da economia do Brasil e também aos eventos esportivos mundiais que acontecem por aqui nos próximos seis anos.

“Se pensarmos nas perspectivas do crescimento econômico que teremos, não só pelo País como um todo, mas também em decorrência dos eventos esportivos – Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 –, faz todo sentido pensar que a TAM procura capturar um pouco dessa malha muito mais ampla que obterá com essa união”, comentou.

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http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1613472-17665-313,00.html