Category: A Notícia

CONSULTORIA SWOT GANHA ESPAÇO NA REVISTA GRANDES CONSTRUÇÕES

A Swot – consultoria especializada em litígios nas áreas de engenharia, financeira e econômico contábil – fez parte da notícia da Revista Grandes Construções, no último dia 1.

Especialistas acreditam que a regulamentação dos Comitês de Prevenção e Solução de Disputas é um avanço na solução de conflitos contratuais, trazendo maior segurança aos investidores.

O advogado Marcello Guimarães, presidente da Swot Global Consulting, declara: “A regulamentação dos Comitês contribuirá para destravar as obras paradas e reduzir os custos finais dos projetos, impedindo novas paralisações”.

Quer conferir a matéria na íntegra? Clique aqui: https://cutt.ly/5mvHzHk

Para você saber mais sobre a Swot, acesse: www.swotglobal.com

One7 é destaque em matéria do Valor Econômico

A plataforma de serviços financeiros One7 adquiriu o controle da fintech Rapidoo e a notícia foi destaque no caderno de finanças do jornal Valor Econômico. O CEO da One7, João Paulo Fiuza, conversou com a jornalista Flavia Furlan e abordou a estratégia por trás da aquisição do controle e o funding de R$ 50 milhões que será direcionado para micro e pequenos negócios do Brasil.

Confira!

Escritório Zockun & Fleury Advogados no jornal Valor Econômico

Foi notícia no jornal Valor Econômico a decisão judicial de manter a contratação da DTA Engenharia para as operações de dragagem do Porto de Santos. Conduzida pelo escritório Zocun & Fleury Advogados, a ação teve início após suspensão do contrato de prestação de serviço, atrasando em meses o início da obra e, inevitavelmente, acarretando prejuízos econômicos e ambientais para o País. A notícia foi destaque na capa do caderno Empresas.

 

Imagem Geosistemas na revista IstoÉ Dinheiro

A pandemia da Covid-19 também abriu espaço para notícias sobre tecnologias que podem auxiliar empresas e o poder público a superar a crise. E foi nesse cenário que nossa equipe encontrou oportunidades para a empresa Imagem Geosistemas, que distribui no Brasil o Sistema de Informações Geográficas mais utilizado no mundo, o ArcGIS.

Uma dessas oportunidades foi a contribuição em matéria da revista IstoÉ Dinheiro sobre como visualizar as informações em contexto geográfico é importante em meio a um cenário de pandemia para que o Governo possa tomar medidas rápidas e assertivas para reverter a situação.

Confirma a matéria: https://www.istoedinheiro.com.br/sorria-voce-esta-sendo-monitorado/

Imagem Geosistemas na Época Negócios online

A notícia da vez, que está tomando os principais noticiários ao redor do mundo, é a epidemia do coronavírus. O tema factual foi utilizado pela equipe de atendimento da Imagem Geosistemas para  a divulgação de um mapa dinâmico, gratuito e aberto, que mostra localidades afetadas pela doença. Criado pela Universidade Johns Hopkins, de Baltimore, nos Estados Unidos, o mapa foi desenvolvido com base da plataforma ArcGIS, da empresa norte-americana Esri, distribuída oficialmente e de forma exclusiva no Brasil pela Imagem.

Entre os principais resultados obtidos com essa estratégia de divulgação, está a publicação no site da revista Época Negócios, que abordou o sucesso que o mapa dinâmico está fazendo na internet.

Confira: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2020/02/mapa-mostra-locais-afetados-pelo-coronavirus-em-tempo-real.html

 

O follow-up “analógico” com jornalistas está com os dias contados?

A era digital estabelece um diálogo cada vez mais rápido e assertivo. Pessoas têm a sensação de lutar contra o tempo e estão ávidas por receber informações de forma instantânea. Você imagina como deve ser atualmente o trabalho de um jornalista para apurar fatos na redação? Com quais ferramentas ele trabalha, como checa a informação? As agências de comunicação são fontes atuantes neste processo e cumprem a importante missão de passar notícias estratégicas para o profissional que está “do outro lado do balcão” por meio do follow-up. Entretanto, esta prática vem mudando e hoje tomou outra forma de ser feita: pelos meios digitais. Será que a conversa ao telefone, para “vender” uma boa pauta e persuadir o repórter, está com os dias contados?

Há 16 anos, quando fundei, com minha sócia, a Ideias & Efeito Comunicação, eram criadas sugestões de reportagem sobre nossos clientes, escritas de forma personalizada no corpo de um e-mail e enviadas para redatores, editores, repórteres especiais que estavam dentro de nossa estratégia de divulgação. Na sequência, pegávamos o telefone – objeto considerado old- fashioned nos dias de hoje – e fazíamos o tradicional follow-up. O conteúdo era desenvolvido de forma bastante rica e funcional para cada jornalista, que naquela época já não tinha muito tempo à disposição dos assessores de imprensa diante das inúmeras matérias que precisava produzir. Fazer um ótimo follow-up que gerasse reportagens publicadas sempre foi premissa dentro da agência na hora de formar equipe. Esta proatividade capaz de emplacar matérias e conquistar espaços na mídia nunca foi tarefa das mais fáceis. Mas sempre tivemos êxito na hora de metrificar resultados e entregá-los para o cliente.

A era digital evoluiu absurdamente e com a chegada das redes sociais e das variadas ferramentas instantâneas de conversa, o telefone já não é tão efetivo. É o que ouço, aqui na agência, da minha equipe – formada pelas gerações Y e Z. Hoje, o assessor de comunicação liga diversas vezes para a redação e só ouve o chamado.  Então, como ser efetivo? Como fazer a notícia chegar na hora exata, para o profissional certo e manter um bom nível de matérias publicadas? A resposta é: atuar como o repórter atua na hora de buscar um dado valioso. Ou seja, praticar a persistência. Rastrear lugares onde ele vai buscar uma fonte de informação, uma ideia interessante. Participar de grupos formados no Facebook, no LinkedIn, trocar mensagens por WhatsApp, e-mail e, apesar da dificuldade, não subestimar o tradicional contato pelo telefone, pois uma hora há de se ouvir um “alô” do outro lado da linha,e, só quem é assessor de imprensa sabe como alguns minutos de conversa são valiosos para emplacar a tão desejada pauta.

 

Renata Noschesi

Jornalista, sócia da Ideias & Efeito Comunicação

Como nasce a notícia?

Todos os dias profissionais da comunicação elaboram conteúdos para os mais diversos públicos e interesses. Jornalistas, editores, redatores e profissionais de assessoria de imprensa pensam, trocam informações e trabalham juntos para comunicar informações sobre figuras públicas, empresas e governo de forma clara, coesa e concisa. A este processo, chamamos de construção de notícia. Entenda abaixo como isso se dá.

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Assessor-repórter: qual é o papel da assessoria de imprensa nos escritórios de advocacia?

Conforme falamos neste texto, a assessoria de comunicação oferece a escritórios de advocacia e profissionais liberais do direito visibilidade e relacionamento com a mídia de forma a gerar novos negócios, conquistar clientes e ampliar a credibilidade nas relações com a mídia. Mas como a assessoria de imprensa identifica o que é pauta dentro de um escritório de advocacia e como o assessor cria demandas de relacionamento com a mídia através de sua vivência na conta? Confira abaixo alguns insights da nossa equipe de atendimento.

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Como a internet mudou o jornalismo?

A internet mudou a forma de trabalhar para muitas profissões. O jornalismo é, certamente, uma das mais afetadas pelas novas tecnologias. Publicações impressas disputam audiência com veículos digitais e produtores independentes. E todos entraram na dança do maior duopólio que há no mundo digital — Google e Facebook. O texto corrido dá lugar à repetição de palavras-chave do SEO. Isso quando não é substituído por imagens, gifs ou vídeos. Na era digital, o trabalho jornalístico se tornou muito mais que simplesmente informar o leitor: é preciso engajá-lo, torná-lo parte do processo de comunicação.

Tais mudanças afetaram a forma que jornalistas e assessores de imprensa pensam em pautas, se relacionam, fazem pesquisas, encontram personagens para ilustrar seus artigos e trocam informação durante o processo de produção de conteúdo. Confira abaixo as principais mudanças que o jornalismo sofreu com os avanços da tecnologia.

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O que é notícia dentro de sua empresa?

Por Audrei Franco, sócia-diretora na Ideias & Efeito Comunicação

 

Há cerca de oito anos, em uma prospecção, um CEO me disse: “Quero ser capa da Veja”. Minha resposta pra ele foi mostrar a edição daquela semana, que trazia estampados os rostos do casal Nardoni, acusado de um terrível crime.

Como consequência da reunião, a companhia virou cliente do serviço de Assessoria de Imprensa da Ideias & Efeito Comunicação e teve a oportunidade de ser capa, anos mais tarde, de uma das principais revistas de negócios do País. Um destaque com o foco que precisávamos tanto em termos de conteúdo quanto em relação ao público-alvo atingido. O tema da matéria era ‘expansão por meio do franchising’.

A informação desejada pelo jornalista que atua nas redações, na maioria das vezes, não é somente aquela que temos dentro de nossas empresas, especialmente quando falamos de PMEs. Ela precisa ser trabalhada, moldada de acordo com o perfil do veículo em que desejamos espaço.

Para mostrar a prática desse modelo, cito um case. Estivemos à frente da divulgação do lançamento do Scup, hoje uma solução consolidada e bastante conhecida para monitoramento e gestão de redes sociais. Neste caso, inserimos em nossa estratégia de imprensa a Veja, para a qual poderíamos oferecer uma pauta sobre o produto, seus diferenciais, quem esteve envolvido em sua criação, quais benefícios traria para as marcas.

Mas não foi isso que propusemos, pois sabíamos, pelo perfil da revista, que o editor nos responderia com um ‘não’ em poucos minutos de conversa. A sugestão foi um levantamento – que seria realizado pelo Scup com exclusividade para a publicação – sobre o que os usuários do Twitter escreviam a respeito dos candidatos à Presidência da República. Era período pré-eleitoral no Brasil e, nos Estados Unidos, o Barack Obama tinha sido empossado Presidente naquele mesmo ano após uma campanha que teve forte apelo no meio digital.

Deu certo. A matéria saiu com duas páginas, foto da candidata Marina Silva e espaço suficiente para informar o leitor qual ferramenta havia sido usada para a pesquisa e suas características.

Nem sempre a notícia dentro de uma empresa é aquela que enxergamos no primeiro momento. Muitas vezes é preciso trazê-la para uma determinada realidade a fim de atrair o interesse da imprensa e, consequentemente, do público. Participar de uma reportagem mais ampla, que agrega conhecimento e, até mesmo, que cita os concorrentes, é sinônimo de força e credibilidade.

Toda vez que olhar para sua marca em busca de uma novidade para divulgar, faça o exercício de contextualizar. Tendências mercadológicas, dados de entidades representativas, acontecimentos recentes no País e no mundo, datas especiais, entre outras possibilidades, podem dar a um simples dado status de manchete.

 

Cliente Direct Labs - Revista Veja

Graziela Moreno, CEO da ACAD, fala sobre retenção de talentos ao Portal Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Dia a Dia – Empreendedorismo

6 dicas para reter talentos na sua empresa

Por Talita Monico

A cada nova geração que aparece, as necessidades exigidas das empresas mudam. O ambiente de trabalho está cada vez mais diversificado e isso é essencial para manter os funcionários satisfeitos. “A motivação foi mudando ao longo das gerações, do crescimento demográfico e das megatendências”, explica Graziela Moreno, CEO da Academia de Estratégia (ACAD).

Para ler a notícia na íntegra, clique aqui.

 

 

Você está preparado para contratar um Assessor de Imprensa?

Antes de escolher um profissional que tratará diretamente da exposição de sua marca na mídia – em forma de notícia -, é necessário atentar para alguns pontos que serão o diferencial deste profissional em sua organização. Vamos a eles:
 
1. Habilidade de argumentação
Vender uma ideia a um veículo de comunicação não é tarefa fácil, sua pauta vai disputar espaço com diversos outros assuntos. O que mais se ouve dos jornalistas nas redações é um ‘não’ seguido de alguma explicação do porquê da negativa. Saber “vender” bem o gancho da matéria que está sugerindo, quais os seus desdobramentos e, principalmente, argumentar de forma inteligente a favor de sua ideia, são capacidades imprescindíveis para bons resultados.
 
2.     Capacidade de contextualização
Conseguir bons espaços na mídia demanda persistência e resiliência na mesma medida: saber a hora certa de publicar uma notícia, onde e porquê, saber usar os fatos do cotidiano a favor de sua marca. A sua empresa, por si só, não é necessariamente notícia. Conseguir estabelecer um link entre seus negócios e temas macro ou factuais é uma ótima saída para a conquista de espaços positivos. Encontrar boas oportunidades exige dedicação – e não sorte – , além de criatividade e uma boa dose de capacidade de contextualização.
 
3.      Domínio de mais de uma língua
Vivemos em um mundo globalizado e igualmente conectado. A apuração de informações para uma pauta pode crescer se a consulta envolver fontes internacionais, assim como a participação em eventos e a capacidade de entrevistar não deve ficar limitada por conta do idioma.
 
4.       Escrita impecável
Essa é, talvez, uma das principais características que um assessor de imprensa deve ter. E nem todo jornalista tem o dom da escrita. Os textos devem ser coesos, coerentes, altamente informativos e livres de erros gramaticais.
 
Com essas características, com certeza um assessor tem a base para desempenhar muito bem o seu trabalho. As demais qualidades vêm com o tempo e experiência de mercado.
 
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Casa do Construtor é notícia na revista Empreiteiro, sobre normas de segurança

Normas geram discussão entre construtores

A NR35, que estabelece  requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura(acima de dois metros), e a NR12, referências técnicas e medidas de proteção para garantir a saúde e a  integridade física dos trabalhadores nas fases da obra e na utilização de máquinas e equipamentos, são temas a serem debatidos na 7ª Jornada da Segurança, dia 15 de maio, na sede da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em São Paulo (SP). O evento é organizado pela rede de franquias para locação de equipamentos direcionados à construção civil Casa do Construtor.

Para ler a notícia na íntegra, clique na imagem abaixo 

Revista O Empreiteiro 529_pag 10