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ADNEWS publica artigo de Mariana Cabral, especialista de SEO da mLabs sobre impacto da Black Friday nas redes sociais

Realizada no Brasil desde 2010, a Black Friday é uma das principais datas para o comércio, especialmente em âmbito digital. Muitas marcas utilizaram seus canais em redes sociais como plataforma de venda e de pesquisa para entender as tendências do mercado durante a data.

Mariana Cabral, especialista em SEO e Inbound Marketing da mLabs, escreveu um artigo para a ADNEWS sobre o impacto da data nas redes sociais. Confira o texto completo neste link.

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Como a internet mudou o jornalismo?

A internet mudou a forma de trabalhar para muitas profissões. O jornalismo é, certamente, uma das mais afetadas pelas novas tecnologias. Publicações impressas disputam audiência com veículos digitais e produtores independentes. E todos entraram na dança do maior duopólio que há no mundo digital — Google e Facebook. O texto corrido dá lugar à repetição de palavras-chave do SEO. Isso quando não é substituído por imagens, gifs ou vídeos. Na era digital, o trabalho jornalístico se tornou muito mais que simplesmente informar o leitor: é preciso engajá-lo, torná-lo parte do processo de comunicação.

Tais mudanças afetaram a forma que jornalistas e assessores de imprensa pensam em pautas, se relacionam, fazem pesquisas, encontram personagens para ilustrar seus artigos e trocam informação durante o processo de produção de conteúdo. Confira abaixo as principais mudanças que o jornalismo sofreu com os avanços da tecnologia.

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O poder da influência

O primeiro episódio da terceira temporada de Black Mirror, série original da Netflix, mostra uma sociedade cuja moeda corrente é a influência digital. A trama apresenta a vida de uma moça com pontuação de 4,2 estrelas que se desespera para alcançar um score melhor ao receber o convite de casamento de uma amiga com 4,9 estrelas. Parece absurdo, mas não é.

Com a popularização da internet todos nós passamos a ser produtores e disseminadores de conteúdo. Essa produção intelectual virou negócio. Fóruns no mIRC deram lugar a plataformas de troca de arquivos, salas de bate-papo foram substituídas por redes sociais, youtubers conquistam audiências que fariam inveja a emissoras de tevê, blogueiros são integrados a grandes portais de notícias, tuiteiros viram marketeiros de políticos e grandes empresas, instagramers tornam-se celebridades. A transformação acontece à medida que essas pessoas, que até então cidadãos comuns, alcançam cada vez mais audiência e passam a ser formadores de opinião.

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Escritórios de advocacia devem usar redes sociais?

Estar ou não nas redes sociais é um tema de debate extenso entre profissionais do direito e escritórios de advocacia. O Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 são claros quanto à presença de profissionais liberais do direito e escritórios de advocacia nestes canais: é permitida e recomendada a participação em redes sociais se o conteúdo produzido tiver caráter informativo, que agregue conhecimento e valor à área.

Qual o caminho para uma presença relevante nas mídias sociais, que não tenha caráter comercial, agregue valor ao escritório e preste serviço informativo aos usuários? Confira abaixo algumas dicas.

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Gisele Arantes, advogada do escritório Assis e Mendes, fala ao Brasil Econômico sobre campanhas eleitorais negativas nas redes sociais

Campanhas eleitorais negativas nas redes sociais: o que fazer?

Especialista em Direito Digital diz que a resposta à ofensa e aos boatos nem sempre pode ser a melhor alternativa

Por Eduardo Miranda e Bruno Dutra

“Os candidatos devem ter uma equipe grande monitorando tudo o que é dito sobre eles. Responder o comentário negativo de um eleitor na postagem pode ser complicado, porque o ato pode ser tomado como provocação. Se for algo leve, o candidato não deve comprar briga”, argumenta Gisele Arantes, especialista em Direito Digital e sócia do escritório de advocacia Assis e Mendes.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo:

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Enken e underDOGS participam de matéria sobre crescimento das empresas de marketing on-line no jornal Valor Econômico

Mídias sociais demandam especialistas

Por Jacilio Saraiva

As agências de propaganda online estão crescendo com a oferta de ações nas redes sociais. Segundo empresários do setor, os clientes querem transformar os endereços eletrônicos em pontos de venda eficientes. Por isso, pedem campanhas para atrair visitantes e contratam serviços de mensuração de resultados.

Na Enken, dona de contas como Gafisa e Citizen, a tática para conquistar mais contratos é investir em propostas para planejamentos estratégicos anuais, com atendimento no meio digital e off-line. “A ideia é se afastar de contratações pontuais e garantir o desenvolvimento de projetos”, diz o fundador da empresa, David Reck.

Na underDOGS, dona de um faturamento de R$ 3 milhões em 2011, a receita para criar um ambiente motivador e reter talentos combina ações como dias de folga, café da manhã, campeonatos de vídeo game e poker, além de frutas e sucos disponíveis o dia inteiro.

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Luiz Cláudio Binato, do INSTIAD, fala ao Diário de S.Paulo sobre carreira de analista de mídias sociais

O profissional das redes sociais

Por Priscilla Freitas

Manter as empresas nas redes sociais requer o máximo de estratégia e, para isso, ter um profissional que administre os perfis torna-se essencial. “O analista de mídias sociais vem ganhando bastante espaço no mercado, mas ainda existe inexperiência”, conta Felipe Wasserma, professor do Centro de Inovação e Criatividade da  ESPM.

Segundo Luiz Cláudio Binato, consultor de profissões, a mídia é feita também para gerar negócios por meio de pessoas. “Muitos que querem seguir essa profissão não gostam de ter um bom relacionamento com outras pessoas. Assim não dará certo.”

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Jornal O Globo consulta Enken e underDOGS sobre diminuição de usuários do Twitter no Brasil

Internauta brasileiro deixa Twitter de lado

Por Bruno Rosa

Nada parecia deter o avanço do Twitter no Brasil em meados de 2008. Verdadeira febre na internet, o microblog conquistava uma legião de usuários famosos, que a todo instante postavam tweets (mensagens) em apenas 140 caracteres. Mas, quatro anos depois, uma reviravolta. Apesar de ter criado até uma versão em português, a rede social americana só tem perdido usuários por aqui.

“O Facebook é muito semelhante ao que era o Orkut. Você consegue conversar, ver fotos e interagir. É como se fosse uma “orkutização” do Facebook. Acho que o brasileiro não entendeu como funciona o Twitter e quer transformar todas as redes no que era o Orkut”, explica Tiago Luz, presidente da agência de marketing UnderDOGS.

Estima-se que o Twitter tenha pouco mais de 40 milhões de contas no Brasil. Levantamento feito pela Enken, agência de publicidade digital, revela que cresceu de 20% para 25% do total da base o número de usuários que não acessaram o microblog no último ano.

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Ferramenta que monitora redes sociais, da GVP IT Solutions, é notícia no jornal Brasil Econômico

Produtos monitorados através de redes sociais

Diante do sucesso das campanhas publicitárias  nas redes sociais, a GVP IT Solutions desenvolveu uma ferramenta para monitorar os reflexos da ação de uma marca na internet. Segundo o Diretor Executivo da GVP IT Solutions, Daniel Pereira, o “IDEA Social Monitor” tem o objetivo de auxiliar as companhias com o lançamento de produtos.

“Hoje, as empresas lançam alguma coisa e se dão por satisfeitas caso haja um grande número de vendas. Elas têm de monitorar também o que é comentado, seja do lado positivo como negativo”, disse Pereira.

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Rafael Soares, da Enken Comunicação Digital, fala à revista Gestão & Negócios sobre redes sociais corporativas

Rede social empresarial?

Por Marcelo Casagrande

Mais de um bilhão. Esse é o número de usuários cadastrados em redes sociais em todo o mundo. Quem garante isso é uma pesquisa divulgada pela International Telecommunication Union. O Facebook é o campeão, com cerca de 900 milhões, em seguida vem o Twitter, com bem menos que isso, 200 milhões. Com a medalha de bronze o Linkedin, que tem uma base estimada de 120 milhões de usuários. Mas o mais interessante é que a pesquisa mostra ainda que essas redes sociais têm respondido às exigências de internautas que usam os perfis para se comunicar.

Diante desse cenário surge mais uma demanda: redes sociais voltadas somente para fins profissionais, os apelidados “facebooks empresariais”. Informações reunidas em um ambiente virtual aproximando setores e facilitando a comunicação interna. “Hoje, muitas empresas buscam passar o sentimento de pertencimento para os seus colaboradores e isso tem proporcionado sucesso ao utilizarmos as redes sociais como ativadoras e  mantenedoras desse relacionamento, pois estamos falando através de um canal social, o que ocasiona a quebra de paradigmas e abre um diálogo mais transparente”, comenta o executivo de contas da Enken Comunicação Digital, Rafael Soares.

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Dra. Patricia Peck, do PPP Advogados, participa do programa Conta Corrente, da GloboNews

Convidados do Conta Corrente discutem sobre etiqueta nas redes sociais, o que se deve ou não fazer na internet. A Dra. Patricia Peck, do PPP Advogados, fala sobre o risco legal de se utilizar mídias sociais, para críticas,  perfil falso ou informações que não são verídicas.

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http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/videos/t/todos-os-videos/v/empresaria-indica-pros-e-contras-do-comportamento-na-internet/2051156/

 

Daniel Pereira, diretor da GVP IT Solutions, assina artigo no jornal DCI sobre engajamento nas redes sociais

Melhorar o engajamento em redes

Na busca incessante de conseguir um maior engajamento de seus seguidores, as empresas tentam de tudo, desde sorteio de prêmios, anúncios patrocinados, patrocínio de fan pages etc., mas acabam se esquecendo de 80% do público da rede social não está para negócios. Está para prazer, e quer se ver no produto ou marca para poder se engajar com a campanha. Quem é de vendas sabe que o importante para se vender algo é ter o produto certo na hora certa, e mostrar que você o tem.

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Dra. Patricia Peck, do PPP Advogados, fala ao Brasil Econômico sobre adesão de investidores às redes sociais

Redes sociais são pouco utilizadas na comunicação com investidor

Por Vanessa Correia

O número de brasileiros com acesso à internet atingiu a marca de 82,4 milhões ao final do primeiro trimestre deste ano,  segundo levantamento do Ibope Nielsen Online. Mas são poucas as companhias listadas na bolsa brasileira que já enxergaram esse potencial e se relacionam com os investidores por meio de redes sociais.

“As redes sociais podem aproximar um público mais jovem, que faz parte da geração Y, do mercado de capitais brasileiro. E as empresas ainda não perceberam que, se mantiverem um canal direto com esse grupo, poderão atrair novos investidores à sua base acionária”, acredita Patricia Peck Pinheiro, especialista em direito digital.

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Movimento Criança Mais Segura na Internet, de autoria da advogada Patricia Peck, é referência em matéria do jornal A Tribuna de Santos

Internet para crianças: há limite?

Por Leonardo Costas

O fenômeno é mundial: crianças e adolescentes passam cada vez mais tempo conectados às redes sociais. No Brasil, não é diferente. Recente pesquisa sobre o assunto aponta as crianças do País como as mais jovens a acessar sites de relacionamento. Em média, o primeiro contato é aos 9 anos, enquanto no resto do mundo se dá aos 12 anos.

Segundo Patricia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital e idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, as redes sociais representam oportunidade para os pequeninos se socializarem.

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