Diretor de novos negócios fala sobre o uso de tecnologias inteligentes para aprimorar o relacionamento com o consumidor
A jornalista Fátima Turci, apresentadora do programa Economia & Negócios, da Recordnews, recebeu este mês o diretor de novos negócios Marcelo Pugliesi, da empresa Direct Talk. A entrevista abordou o desenvolvimento de softwares que ajudam no atendimento ao consumidor para o comércio online e formas de melhorar o relacionamento entre as partes.
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http://noticias.r7.com/record-news/2012/05/05/economia-negocios-84/

Nordeste concentra fraudes de pagamentos em e-commerce
Por Flávia Furlan
Apesar dos moradores do Sudeste do país realizarem mais compras online, as fraudes estão mais concentradas no Nordeste, revelou pesquisa realizada pela Clearsale, empresa de autenticação de compras e prevenção de fraudes no e-commerce.
” No Nordeste, a educação financeira é menor e as pessoas acabam caindo mais em fraudes e, além disso, há menos proteção nos computadores”, afirma Pedro Chiamulera, socio-fundador da ClearSale.
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Minas sofre menos tentativas de fraudes virtuais
Por Saulo Barbosa
Quem mora em Minas Gerais pode ficar mais tranquilo em relação a usuários de internet de outras regiões do país ao efetuar compras virtuais. O motivo é que o Estado está entre os que menos sofre tentativas de fraudes virtuais. São registradas, em média, duas fraudes para cada 100 pedidos online feitos em território mineiro. A informação é da ClearSale, empresa de autenticação de compras virtuais especializada na prevenção de fraudes no e-commerce.
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TJ-RJ condena site de compras coletivas por danos morais
Por Laura Ignacio
Discussões entre consumidores e sites de compras coletivas já chegaram à segunda instância do Judiciário. Uma decisão da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi contrária a um recurso do Groupon. Os desembargadores mantiveram sentença que condenou a empresa a pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil a um consumidor e entregar o produto adquirido.
A advogada Patricia Peck, do Patricia Peck Pinheiro Advogados, afirma que, ao adquirir o cupom nos sites de compras coletivas, é como se o consumidor fechasse um contrato.
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Venda de móveis ganha espaço em redes sociais
Por Weruska Goeking
Uma social commerce – rede social que permite comercialização – de móveis e objetos de decoração é a aposta de Luiz Camara como empreendedor.
Mas a proposta inovadora não surgiu de maneira tão clara. A história desse negócio começou a ser traçada há cerca de 10 anos, quando Camara ainda trabalhava em uma agência de publicidade. “Eu tinha muitas ideias, fazia anúncios, mas não estava feliz”, conta.
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Comércio Social
A Galatea, primeira social commerce com foco em decoração e arquitetura do Brasil, está aberta para receber cadastros de profissionais do setor interessados em fazer parte deste modelo de negócios. Este gênero de comércio feito através de redes sociais une fornecedores, designers, decoradores e arquitetos, oferecendo serviços e clientes interessados em consumí-los.
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A febre dos centavos
Por Bruno Galo
A paulistana Laise Taranto ficou intrigada com uma notícia publicada num jornal do Rio de Janeiro, onde mora, no final do ano passado. A reportagem dizia que um apartamento novo seria leiloado pela internet, mas por um sistema diferente do convencional. Ela acessou então o endereço na web em que a ação seria realizada, o Olho no Click. Lá, ficou sabendo que, para participar, deveria comprar créditos, vendidos a valores entre R$0,50 e R$1, que lhe permitiriam dar lances no leilão virtual. Pelo modelo do site, os lances sobem de centavo em centavo e são dados em prazos curtíssimos, de no máximo 30 segundos. Quando o relógio zera, é como se o leiloeiro desse as suas marteladas para declarar o vencedor. Outra diferença em relação aos leilões comuns é que até quem não vence precisa pagar.
Apesar das críticas, trata-se de uma atividade legal, que não pode ser definida como um jogo de azar. “Isso porque o resultado dos leilões não é aleatório, como num sorteio, e sempre há um vencedor”, diz Victor Haikal, advogado especializado em direito digital do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados.
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