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Clientes Ideias & Efeito participam de matéria na IstoÉ Dinheiro: Wanderson Castilho, da E-Net Security, Carla Sarni, da Sorridents, e Roberto Nogueira, do Unique Garden SPA & Resort

A via-crúcis de quem viaja de avião

Por Hugo Cilo

Os executivos brasileiros já não têm receio de voar. Têm medo de aeroportos. O caos aéreo no País, com terminais superlotados e atrasos nas decolagens, causa prejuízos incalculáveis aos negócios.

Para não sentar no chão nem enfrentar filas e atrasos, Wanderson Castilho, presidente da E-Net Security, consultoria especializada em fraudes na internet, tirou o carro da garagem. “A agilidade, principal vantagem do avião, deixou de existir. Agora, se eu posso, vou de carro.”

O alerta de colapso já não desperta a atenção da empresária Carla Sarni, presidente da rede odontológica Sorridents, com 160 unidades em 12 estados do País. Sem muita alternativa para cumprir a agenda de visitas, reuniões, palestras e congressos, ela adotou o helicóptero para se deslocar entre trabalho e aeroporto, aeroporto e reunião. “Muitas vezes, preciso estar em três cidades diferentes no mesmo dia. Como não tenho como escapar dos problemas dos aeroportos, me desloco de helicóptero dentro das cidades para conseguir cumprir os horários”, garantiu a empresária.

O diretor-executivo da rede Unique Garden SPA & Resort, Roberto Nogueira, também traçou uma estratégia de guerra para driblar o caos aéreo. “Durante muito tempo, tive pavor de avião. Agora, tenho medo é de aeroporto”, disse.

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Direito autoral na Web é tema de artigo assinado por Patricia Peck Pinheiro e Luiz Henrique Souza na Gazeta do Povo, de Curitiba

O desafio dos direitos autorais na Web

Estão em fase de discussão pública dois interessantes projetos, a nova lei de direitos autorais e o marco civil regulatório da internet, que podem trazer uma abordagem mais moderna para discussões dessa natureza

Por Patricia Peck Pinheiro e Luiz Henrique Souza

Imagine um serviço criado para o compartilhamento na internet de conteúdos multimídia fornecidos pelos próprios usuários. Suponha, ainda que uma parte significativa desses conteúdos viola direitos autorais de grandes conglomerados da mídia e, por fim, imagine que esse serviço se torna um dos mais relevantes da internet em termos de audiência formada substancialmente por pessoas interessadas em conteúdos “pirateados” e por conta disso fatura milhões em publicidade.

Parece-nos apenas uma questão de tempo para que tal serviço seja descontinuado pela Justiça em nome da tutela dos direitos autorais. Foi assim com o Napster, foi assim com o Pirate Bay, mas não foi assim com o YouTube no recente julgamento da corte de Nova York no caso movido pela Viacom versus o Google e o YouTube. Por que será que, ao contrário de outros, o YouTube é um “porto seguro”?

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