Category: Pires & Gonçalves Advogados Associados

Sócia-fundadora do Pires & Gonçalves Advogados fala sobre as relações de consumo no jornal DCI

Empresas buscam harmonizar relações com consumidores

No dia 15 de março comemorou-se o Dia Mundial do Consumidor. No Brasil, há 24 anos as relações de consumo começaram a mudar com a implantação de um Código de Defesa ao Consumidor. Mais de duas décadas depois, as  empresas já  demonstram maior interação e respeito com seus clientes. Muito além de direitos e deveres, hoje elas buscam uma harmonização das relações de consumo.

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Pires&Gonçalves - DCI Impresso - 15.03.14

 

Ellen Gonçalves, advogada do Pires & Gonçalves, fala sobre direito do consumidor na telefonia, no jornal do Commercio (AM)

Telefonia celular é a mais reclamada

Por Artur Mamede

Harmonizar as relações consumidor/fornecedor é um desafio constante e para isso em 1983 foi criado Dia Mundial dos Direitos dos Consumidores. Neste ano, o 15 de março representou o primeiro reconhecimento público dos  direitos fundamentais do consumidor. Em 2014, a Consummers International, organização que reúne órgãos de proteção de vários países (no Brasil: Proteste, Idec, Procon e outros) sob o slogan `Telefônicas: desbloqueiem nossos direitos´, convoca associados e simpatizantes a denunciar e informar todas as  práticas injustas das companhias telefônicas aos seus usuários.

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P&G - Jornal do Commercio AM- 15.03.14

Ellen Gonçalves Pires, fundadora do Pires & Gonçalves Advogados Associados, fala sobre projeto de lei do detalhamento das contas de telefonia em matéria do Jornal do Commercio (PE)

Conta detalhada pode virar lei

Por Lara Holanda

O detalhamento das contas de telefonia – como dados de ligações, conexões e transações efetuadas, dados do destinatário, tempo de conexão, e valor cobrado – pode se tornar lei. A Câmara dos Deputados avalia o Projeto de Lei 4442/12, proposto pelo deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que reforça ainda mais a necessidade de transparência dessas informações por parte das empresas de telefonia.

A advogada especialista em Direito do Consumidor, Ellen Cristina Gonçalves Pires, sócia do escritório Pires & Gonçalves Advogados Associados, também reforça a importância de uma lei no setor.

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Dr. Ventura Alonso Pires, do Pires e Gonçalves Advogados, fala sobre desapropriação ao jornal DCI

Nas desapropriações, cautela previne perdas, diz advogado

Por Leda Rosa

O principal problema enfrentado por quem sofre desapropriação de algum imóvel em São Paulo é a diferença entre o valor oferecido pelo órgão público e o ofertado pelo mercado.

“Em média, a defasagem entre esses dois valores gira em torno de 40% a 50%”, diz Ventura Alonso Pires, sócio do Pires e Gonçalves Advogados Associados, que atua há 15 anos em desapropriações.

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O Estado de S. Paulo entrevista Dr. Ventura, do Pires e Gonçalves Advogados, sobre desapropriação

Quatro perguntas para…

Ventura Alonso Pires, advogado especialista em desapropriação

Por Rodrigo Burgarelli

1. Como o governo pode fazer a desapropriação do imóvel de algum cidadão?

Existem dois meios: a amigável e a judicial. Na primeira, o órgão faz uma avaliação própria e oferta um valor à pessoa. Se ela concordar, eles assinam a escritura e pronto. A outra hipótese, a judicial, é mais comum. O órgão entra com uma ação de desapropriação e fala quanto acha que o imóvel vale. Aí o juiz nomeia um perito para fazer o seu cálculo – assim que o órgão deposita esse valor em juízo, a posse do imóvel já pode ser transferida.

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Jornal DCI publica artigo assinado pelo Dr. André Luiz Lopes, do Pires & Gonçalves Advogados

Ouvidoria dentro das corporações

Lá se vão quase 20 anos desde que o Grupo Pão de Açúcar iniciou os trabalhos de Vera Giangrande à frente da Ouvidoria da empresa, em 1993. Mas, o que significa, afinal, esse canal de comunicação? Por que instalar uma Ouvidoria? Onde ela deve ser inserida no processo de governança? Podemos observar no Brasil uma série de modelos de constituição e operação de Ouvidorias no espaço público privado – e isso tem sido positivo.

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Dr. André Luiz Lopes, do Pires & Gonçalves Advogados, assina artigo no Jornal da Tarde

Atender bem o consumidor

A maioria das corporações busca construir pontes diversas com os consumidores. Sem eles, afinal, não há negócios. Por isso, existe uma afinidade de canais de relacionamento. Call centers, SACs, redes sociais, ouvidorias. Porque tantos canais diferentes? Será para gerar maior conveniência ao consumidor ou estratégia de interação com diferentes públicos? Mero atendimento às exigências normativas ou a criação de uma rede mais efetiva de escuta e atendimento às demandas dos consumidores?

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Valor Econômico entrevista Dra. Ellen Gonçalves, do Pires & Gonçalves Advogados, sobre queixas contra bens de consumo

Bens de consumo têm mais processos

Por Thiago Resende

A compra de bens de consumo representou 52% das reclamações de consumidores feitas no ano passado em Procons. Os bancos e empresas de telefonia, embora continuem no topo do ranking da companhias com o maior número de queixas, em geral, tiveram uma participação menor no quesito “reclamações não resolvidas”.

“Esses processos têm potencial de judicialização. E muitas empresas têm ganhado as disputas na Justiça” diz a advogada Ellen Gonçalves, especialista em direito do consumidor e sócia do escritório Pires & Gonçalves Associados.

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Sócia do Pires & Gonçalves Advogados fala ao portal Valor Econômico sobre medida da Anatel contra empresas de telecom

Liberadas, teles preveem orçamento adicional de R$ 4 bi

Por Juliana Colombo e Rafael Bitencourt

As vendas de novos chips e serviços de telefonia celular das operadoras TIM, Claro e OI foram liberadas, ontem, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme antecipou o Valor. A partir de hoje,  as três companhias – cujas vendas estavam suspensas desde o dia 23 de julho devido a indicadores ruins de qualidade voltarão a oferecer novos planos aos consumidores. A suspensão durou 11 dias.

A advogada Ellen Gonçalves Pires, especilalista em direito do consumidor, disse que, apesar de ter sido drástica, a medida da Anatel poderá fazer as empresas estreitarem relações com os consumidores., “O usuário tem de saber de todas as melhorias que a companhia faz”, afirmou a advogada do escritório Pires & Gonçalves Associados.

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Gestão profissional é o tema da entrevista de Dr. Ventura Alonso Pires, do Pires & Gonçalves Advogados, à revista Visão Jurídica

Gestão profissional na prática

Por Marcela Rossetto

O assunto do momento no meio jurídico é a gestão profissional dos escritórios de advocacia. O tema é instigante e exige uma grande dose de dedicação, planejamento e modernização dos profissionais, especialmente os mais antigos no mercado, que começaram na profissão numa época em que ninguém pensava em tratar as sociedades de advocacia como empresas, como um negócio que tem de  dar lucro aos sócios.

Nas próximas páginas, o advogado Ventura Alonso Pires, sócio fundador do Pires & Gonçalves Advogados Associados, conta um pouco da sua  experiência com a gestão profissional do escritório, que nasceu há 15 anos já com o perfil de empresa de serviços jurídicos.

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Dra. Ellen Gonçalves, do Pires & Gonçalves Advogados, fala ao DCI sobre gestão de processos

Gestão de processos traz economia para empresas

Por Andréia Henriques

As empresas vêm recorrendo cada vez mais aos serviços de advogados no setor de gestão do contencioso para melhorar o relacionamento com o consumidor e identificar a causa das reclamações dos clientes. Segundo levantamento do escritório Pires & Gonçalves Advogados, em dez anos de atuação já foram encerrados 257 mil processos, 90%  do total. O valor pleiteado nos casos era de R$ 674,5 milhões e cerca de R$ 521 milhões foram economizados diretamente (78% do total). Com isso, R$ 153 milhões foram pagos aos consumidores.

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Sorridents, UNS Idiomas e Pires & Gonçalves Advogados entram em matéria do Valor Econômico sobre sociedade e casamento

Sociedade entre casais vai além das expectativas

Por Carmen Lígia Torres

A sociedade empresarial costumava ser comparada ao casamento: é difícil e trabalhosa, e não são raros os casos em que os maiores problemas de gestão estão justamente da falta de acordo entre os sócios. Quando os parceiros são casados, então, a tendência, aparentemente, seria de aumentarem os conflitos.

Na prática, no entanto, casos bem-sucedidos de empresas tocadas por casais afinados no negócio provam que, se houver disposição e empenho, o resultado pode superar em muito outros tipos de sociedade empresarial.

“Quando há o respeito profissional, a sinergia e o envolvimento do casal no negócio só podem gerar bons frutos para o negócio”, acredita Marcel Magalhães, sócio de Érika Magalhães na UNS Idiomas.

Ellen Pires, sócia de seu marido, Ventura Gonçalves, no P&G Advogados, também acredita que os resultados compensam o esforço para superar os desafios que o casal enfrenta em sociedades empresariais. “Não é tarefa simples, mas o negócio fica mais sólido quando há o alinhamento dos dois em torno da empresa.”

Para Carla Sarni e Cléber Soares, sócios da Sorridents, rede de serviços odontológicos com 185 unidades espalhadas pelo Brasil, a conscientização sobre a necessidade de separar as dimensões pessoal e profissional foi um processo gradativo. “No Início da empresa, levávamos os problemas para casa, respirando a empresa 100% do tempo”, conta Carla.

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Dr. Gustavo Coelho, do P&G Advogados, fala ao Correio Brasiliense sobre assessoria jurídica para lidar com reclamações do consumidor

Preservação da imagem, descaso com o cliente

Por Flávia Maia

Estar entre as mais reclamadas no cadastro dos órgãos de defesa do consumidor se transformou em pesadelo para a maioria das empresas do Brasil. Além do desgaste da marca, as companhias acabam perdendo muito dinheiro com indenizações e clientes. Uma das novas estratégias é contratar assessoria jurídica para analisar as reclamações feitas nos Procons e os processos que chegam aos  juizados especiais. A ideia é impedir o aumento da quantidade de ações judiciais e tentar melhorar o serviço ou produto oferecido.

Uma companhia de telefonia chegou a economizar R$ 75 milhões em cinco anos de uso do serviço. Outra, de eletrodomésticos, reduziu os gastos em R$99 milhões. “A gente faz um mapeamento para evitar novos conflitos e damos sugestões para melhorar”, explica Gustavo Coelho, gerente de um escritório jurídico, que realiza esse tipo de serviço.

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