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O poder da influência

O primeiro episódio da terceira temporada de Black Mirror, série original da Netflix, mostra uma sociedade cuja moeda corrente é a influência digital. A trama apresenta a vida de uma moça com pontuação de 4,2 estrelas que se desespera para alcançar um score melhor ao receber o convite de casamento de uma amiga com 4,9 estrelas. Parece absurdo, mas não é.

Com a popularização da internet todos nós passamos a ser produtores e disseminadores de conteúdo. Essa produção intelectual virou negócio. Fóruns no mIRC deram lugar a plataformas de troca de arquivos, salas de bate-papo foram substituídas por redes sociais, youtubers conquistam audiências que fariam inveja a emissoras de tevê, blogueiros são integrados a grandes portais de notícias, tuiteiros viram marketeiros de políticos e grandes empresas, instagramers tornam-se celebridades. A transformação se acontece à medida que essas pessoas, que até então cidadãos comuns, alcançam cada vez mais audiência e passam a ser formadores de opinião.

O  que faz com que usuários comuns virarem influenciadores? O tempo dedicado à construção da própria marca. Todas as redes sociais possuem métricas e indicadores de resultado. Quem cresce em audiência simplesmente está entendendo quais indicadores devem direcionar sua produção de conteúdo. O retorno disso é o engajamento que seu material alcança.

Quanto vale o like?

Estudos indicam que as redes sociais representam um dos principais motivos de depressão na adolescência e no começo da vida adulta. Empresas entendem que o like em seu conteúdo social indica um possível crescimento em suas vendas, assim como a queda no número de likes pode indicar sinais de crise.

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, foi relutante sobre o uso publicitário de sua rede social. O mesmo Mark Zuckerberg hoje muda as regras de publicidade frequentemente para que os profissionais de comunicação e marketing sejam mais criativos e explorem mais possibilidades de ganhar relevância orgânica em sua plataforma.

Em tese, isso significa que quem não investe, não aparece. E isso é praticamente lei para muitas empresas. Há, porém, aquelas que investem em melhores equipes de conteúdo e num trabalho mecânico muito utilizado no começo da comunicação em redes sociais — o seeding. Diferente do spamming, o seeding é feito por perfis pessoais — normalmente community managers ou pessoas ligadas a marca que possuem boa reputação ou score. Esses perfis compartilham o conteúdo de uma empresa/site/portal em suas redes particulares e em grupos de usuários que podem se identificar com tal assunto.

O trabalho de seeding deve ser cauteloso para que quem o faz não sofra queda em seu score ou reputação. É muito importante que a pessoa responsável pelo seeding possa falar pela marca e participar de debates ativamente, de forma que os mecanismos anti-spam das redes sociais não  bloqueiem.

O Buzzfeed é um bom exemplo de plataforma que utiliza bastante o trabalho de seeding. Os colaboradores da empresa compartilham em massa seus conteúdos, de forma a aumentar o poder viral de cada post. Toda vez que a empresa abre uma nova área de conteúdo, esta área ganha canais exclusivos para si nas redes sociais. Para conquistar seguidores, porém, a página principal do site também compartilha os conteúdos das novas páginas.

O exemplo mais recente deste tipo de trabalho realizado pelo Buzzfeed é a página “Todo dia um teste diferente do Buzzfeed”, criada em 28/07. Três dias depois de sua criação, a página já conquistou mais de 22 mil seguidores — todos de forma orgânica.

Social Selling Index (SSI)

O Linkedin criou uma métrica chamada Social Selling Index, que atribui aos usuários o seu potencial de venda social. A ferramenta é destinada apenas a usuários, e não a Company Pages, e serve para definir o poder de venda do perfil a partir das interações que ele faz, da relevância dos conteúdos que ele publica e de sua participação em debates.

O princípio do Social Selling Index é o mesmo do seeding, mas a premissa é mais interessante se aplicada ao mundo dos negócios: ninguém pode explicar melhor que você sobre o seu trabalho, suas dificuldades e suas conquistas. Assim, se você é um usuário relevante na rede, as suas chances de gerar negócios para a sua empresa aumentam.

Um bom exemplo disso é o perfil de Luiza Helena Trajano, a presidente do Magazine Luiza. A Company Page da marca tem um média 4,2% de engajamento com seus conteúdos. Luiza alcança engajamentos de 15 a 18% com artigos ou compartilhamentos de links.

Quão influente você é?

Existem diversas plataformas que indicam o nível de influência e os principais tópicos de domínio de todos os usuários. A mais conhecida delas é a Klout — criada em 2012 para medir o score viral dos usuários do Twitter. Posteriormente a Klout passou a analisar a pontuação das pessoas por tópico de interesse e em todas as redes sociais — indicando qual plataforma social oferece este produtor de conteúdo sua maior audiência e quais são seus principais temas de sucesso.

Estas ferramentas mensuram a participação em discussões, o número de publicações feitas diariamente, os tipos de conteúdo que mais geram engajamento de outros usuários (respostas, compartilhamentos, curtidas) e indicam em quais áreas de maior ou menor influência, de forma que ele minimize seus esforços e produza um conteúdo mais certeiro para seu público cativo.

Influenciador ou celebridade?

Adolescentes e jovens adultos sonham em ser youtubers. Isso acontece porque nomes como Felipe Neto, PC Siqueira, Kéfera e Whindersson Nunes, dentre muitos outros, conquistaram a fama a partir de uma estrutura básica de produção — uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.

Conforme suas audiências aumentam, os youtubers passam a ter retorno financeiro — através do próprio Google, no formato de AdSense, mas também através de contrato com marcas que pagam ao dono do canal pela divulgação de seu produto ou serviço.

O trabalho de criação de uma marca pessoal em ambiente digital é de longo prazo e de atualização constante. Muitos jovens desistem deste “sonho” quando percebem o tanto de tempo que este tipo de construção de imagem toma.

Para fins corporativos não é diferente. A não ser que sua empresa possa investir pesado em anúncios online para gerar tráfego e possua uma equipe de conteúdo, dificilmente seus negócios crescerão no ambiente online do dia para a noite. A matemática do marketing digital é simples — quanto mais dinheiro se investe, maior e mais rápido é o seu retorno. O conteúdo é essencial de toda forma já que quanto melhor for seu material, maior será sua pontuação de indexação pelos mecanismos de busca e redes sociais.

Se você só investe em anúncios, mas o conteúdo não é grande coisa, seu retorno é mais rápido, mas é também limitado. Para fugir deste tipo de problema o essencial é fazer um planejamento bastante completo antes de começar a agir em ambiente digital. Entender quem são seus concorrentes, como eles se comportam, de que forma o seu material pode ser mais relevante ou mais completo que o dele, a periodicidade de publicações em cada plataforma social que for utilizada e assim por diante. Assim a sua estratégia é traçada de maneira completa e funcional.

Quer bater um papo sobre estratégia digital? Entre em contato conosco.

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Caso Neymar é destaque de resultados da Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados

As discussões sobre fraude fiscal na venda do jogador Neymar ao Barcelona Futebol Clube rederam bons resultados de Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados, escritório cliente da Ideias & Efeito.

A banca atende ao D.I.S. Esporte e Organização de Eventos, empresa do Grupo Sonda e parceiro estratégico do Santos F.C., que investiu no desenvolvimento do atleta durante a sua trajetória no clube paulista.

Paulo Nasser, sócio do Miguel Neto Advogados e representante do D.I.S., concedeu uma entrevista coletiva no dia 29 de março aos principais veículos da imprensa esportiva do país. Durante a entrevista o advogado declarou a jornalistas e veículos como Ricardo Perrone, Leonardo Lourenço, Globo Esporte, Gazeta Esportiva, Lance Net, EBC e Reuters o parecer favorável ao D.I.S. tanto para a justiça brasileira, quanto para a justiça espanhola.

Confira abaixo os números da Assessoria de Imprensa para o Miguel Neto Advogados exclusivamente para o caso Neymar.

Tributarie, empresa do Grupo Brugnara, tem aumento de 700% no tráfego do site após divulgação no Portal Exame

A Tributarie, franquia de gestão fiscal do Grupo Brugnara, registra aumento de 700% em tráfego em seu site após divulgação em matéria no Portal Exame. A reportagem, que leva o título “20 opções de franquias para quem pode investir até R$ 20 mil”, fala sobre os pontos principais do novo modelo de negócios da Tributarie, o e-Tax.

Confira abaixo os gráficos extraídos do Google Analyitcs sobre o aumento de tráfego no site da Tributarie após a divulgação da matéria em no último dia 17.

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Escritórios de advocacia devem usar redes sociais?

Estar ou não nas redes sociais é um tema de debate extenso entre profissionais do direito e escritórios de advocacia. O Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 são claros quanto à presença de profissionais liberais do direito e escritórios de advocacia nestes canais: é permitida e recomendada a participação em redes sociais se o conteúdo produzido tiver caráter informativo, que agregue conhecimento e valor à área.

Qual o caminho para uma presença relevante nas mídias sociais, que não tenha caráter comercial, agregue valor ao escritório e preste serviço informativo aos usuários? Confira abaixo algumas dicas.

Escolha as redes sociais adequadas

Cada rede social tem uma particularidade de uso e de público. Entenda as diferenças entre as plataformas disponíveis no mercado e defina quais são mais adequadas ao seu perfil profissional ou ao perfil do seu escritório de advocacia. Facebook, Linkedin e Twitter são redes muito utilizadas por escritórios de direito. Abaixo, um resumo de cada uma destas plataformas:

– Facebook: é a rede social mais utilizada do mundo. Tem, atualmente, 2 bilhões de usuários ativos no mundo dos quais 102 milhões são brasileiros. O Brasil ocupa a 10ª posição no ranking dos países que mais utilizam a plataforma. Para páginas corporativas, o alcance orgânico das publicações no Facebook é extremamente baixo – 0,5% a 2% a depender da quantidade de fãs que a página possui. O lado positivo desta rede social é que todos os conteúdos podem ser impulsionados com valores mínimos (a partir de R$ 1 diário) para aumentar o alcance. Conteúdos com imagens e vídeos têm melhores resultados de alcance orgânico – isto é, alcançam a mais usuários. Para escritórios de advocacia o uso ideal do Facebook é para a captação de clientes B2C (pessoa física). Estratégias bem criadas devem considerar textos curtos, que expliquem de forma simples e sucinta o assunto tratado no post, imagens e vídeos. Os vídeos ao vivo também fazem parte de uma boa estratégia de conteúdo no Facebook, porque aumentam os resultados orgânicos de alcance de usuários.

– Linkedin: rede social focada em relacionamentos profissionais e empresariais. É uma excelente plataforma para prospecção de clientes B2B. Por ser uma plataforma focada no universo corporativo, escritórios de advocacia e profissionais liberais do direito conseguem maior relevância de forma mais rápida que no Facebook se seguirem boas estratégias de conteúdo. O Linkedin possui plataforma interna de publicação de artigos chamada Pulse, que permite aos usuários escrever e publicar textos sobre temas de seu interesse. O Pulse possui métricas próprias restritas a usuários premium e à parte das métricas de perfis pessoais ou Company Pages. Quando há engajamento dos usuários com os artigos publicados no Pulse, o conteúdo ganha relevância e passa a ser recomendado para mais usuários. Atualmente a rede tem 500 milhões de usuários ativos em mais de 200 países.

– Twitter: rede social de uso ágil bastante utilizada por jornalistas e formadores de opinião para a divulgação de notícias urgentes. Os textos têm até 140 caracteres e podem ser complementados com imagens, vídeos e links. Profissionais de direito e escritórios de advocacia utilizam esta rede para comentar os Trending Topics quando eles têm alguma relação com suas áreas de atuação. O Twitter possui 319 milhões de usuários ativos.

Analise a presença de outros escritórios de advocacia nas redes sociais

Antes de definir uma estratégia de conteúdo para a presença da banca jurídica nas redes sociais, analise a presença de outros escritórios e profissionais. Identifique o que eles fazem bem feito, entenda quais seriam seus diferenciais, como você abordaria o mesmo público e procure entender também a forma que seus clientes se comportam nas redes sociais em que você pretende estar.

Evite conteúdos que tenham caráter estritamente comercial – estes violam o Código de Ética e o Provimento 94/2000. Entenda a diferença: informar sobre mudanças de lei, alteração de códigos, falar sobre conquistas e aprendizados da sua prática advocatícia é diferente de fazer propaganda com teor “contrate um advogado”. Publique conteúdos que exponham sua área de domínio, que realmente prestem um serviço aos seus seguidores.

Tenha um blog

Ao invés de publicar textos muito extensos no Facebook crie um blog dentro de seu site. Desta forma a estratégia de conteúdo fica bem amarrada para os mecanismos de busca. Ao entender que você publica conteúdos sobre um determinado tema em seu blog e o divulga nas redes sociais, ferramentas como o Google conferem maior relevância às suas páginas, gerando cada vez mais tráfego orgânico para o blog e, consequentemente, para o site.

Contrate uma Assessoria de Comunicação

Assessorias de Comunicação possuem profissionais especializados em redes sociais, que traçam estratégia, criam conteúdos, acompanham tendências, notícias e variações no mercado, analisam e cruzam dados e produzem relatórios de resultados qualitativos e quantitativos a fim de gerar buzz para os canais de redes sociais do cliente. Converse com sua agência, faça bons briefings dos temas de domínio do escritório, eventos que participa, debates importantes e temas factuais que possam ser aprofundados ou discutidos. Assim é possível traçar um plano de inserção nas redes sociais adequado, interessante e que, ao longo do tempo, seja capaz de gerar leads para novos negócios.

Quer saber mais sobre o trabalho de mídias sociais para escritórios de advocacia? Entre em contato com a Ideias & Efeito.

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Como escritórios de advocacia podem fortalecer suas marcas por meio de Assessoria de Imprensa?

Escritórios de advocacia enfrentam diariamente um problema que profissionais de diversas outras áreas de atuação não possuem na hora da busca por novos clientes: as limitações que o Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 impõem acerca de publicidade. Para profissionais do direito é proibida a criação de campanhas publicitárias com foco estritamente comercial nos veículos tradicionais.

São autorizados, no entanto, a ter sites, blogs e páginas nas redes sociais e a utilizá-los para fazer anúncios online como Adwords (em canais de busca), mas não podem lançar mão de seus canais de web para ofertar serviços, como atender ou fornecer consultas via e-mail, redes sociais e WhatsApp.

Ganho de visibilidade para a marca por meio do trabalho de uma Assessoria de Imprensa é uma das estratégias eficazes adotadas pelas bancas de advogados. A participação em matérias nos grandes veículos de comunicação de massa e também nos segmentados é um endosso importante à marca, gera confiança e reconhecimento pelo público.

Para entender como uma Assessoria de Comunicação pode gerar negócios para profissionais do direito, é importante saber o que é permitido e o que é vetado em comunicação na área jurídica.

Que tipo de comunicação é permitida para escritórios de advocacia?

Basicamente, escritórios de advocacia podem ter quaisquer tipos de comunicação que sejam de caráter informativo. Por exemplo:

– Placas que identifiquem o endereço, telefone e área de atuação do escritório;

– Cartões de visita que indiquem a especialidade do profissional e o número de registro na OAB;

– Websites e páginas nas redes sociais que ofereçam conhecimento jurídico, informem o usuário sobre alterações de lei, divulguem resultados e participações em painéis ou eventos, matérias jornalísticas em que o escritório ou profissional dê um parecer jurídico sobre os temas de domínio de sua prática advocatícia;

–  Anúncios em revistas e jornais jurídicos;

– Anúncios em redes sociais e sites de busca, desde que apresentem imagens e textos compatíveis com a sobriedade da prática advocatícia;

– Blogs, e-books e outros materiais informativos que apresentem conteúdo relevante e educativo sobre a área de atuação;

Divulgação de eventos em que o profissional será palestrante;

– Trabalhar o relacionamento com a imprensa e a imagem do profissional ou escritório de advocacia por meio de uma Assessoria de Imprensa, a fim tornar públicas participações estratégicas em eventos, divulgar em forma de notícia áreas de atuação e especializações do profissional ou escritório, prestando um serviço e respondendo a dúvidas de consumidores de informação através dos veículos de mídia.

 

Quais tipos de comunicação são proibidos para escritórios de advocacia?

De acordo com o site Jusbrasil, quaisquer ações de comunicação, publicidade ou marketing que estejam dentro do escopo apresentado abaixo são passíveis de multa e punição ao profissional ou escritório de advocacia:

– Divulgar valores de consulta, honorários ou pro bono através de qualquer canal (cartão de visita, flyer, website, redes sociais, anúncios, etc);

– Filmes publicitários e spots de rádio com caráter comercial (por exemplo “Quer rever sua aposentadoria? Procure um advogado!”);

– Textos e imagens em websites ou redes sociais que não sejam compatíveis com a sobriedade da prática advocatícia (por exemplo: piadas, imagens com cores muito chamativas, textos promocionais que ofereçam pacotes de serviços);

– Anúncios em catálogos e materiais especializados de empresas ou profissionais de áreas diferentes do direito como, por exemplo, o Catálogo Empresarial de Engenharia, Arquitetura e Agronomia;

– Patrocínio de clubes ou atletas;

– Publicidade ao lado de ofertas de serviço ou produtos de consumo (como em catálogos de bairro);

– Publicidade em eventos sem relação com a área jurídica como festivais, eventos culturais, artísticos e esportivos;

– Divulgação de notícias em órgãos de classe que contenham o contato do advogado ou firma ao final;

– Publicidade conjunta com outras áreas de atividade (advocacia e serviços contábeis, por exemplo);

– Qualquer comunicação que envolva imagens dos prédios dos Tribunais;

– Criação e utilização de nome fantasia;

Calls-to-action como “consulte-nos”, “contrate um advogado”, “entre em contato com nosso escritório”.

 

A Assessoria de Imprensa pode auxiliar escritórios de advocacia a captar novos clientes?

O trabalho não busca captar clientes de forma ativa como o marketing e a publicidade fazem. A Assessoria de Imprensa para escritórios e profissionais da área jurídica se divide em duas etapas – a primeira é o trabalho de imagem deste profissional ou escritório e a segunda é o entendimento acerca do que é notícia dentro dos escritórios de advocacia ou na prática advocatícia.

Como a Assessoria de Imprensa atua?

A Assessoria de Imprensa para a área jurídica atua com a criação de relacionamento entre o profissional do direito e veículos de mídia, visando à participação em pautas estratégicas e factuais com pontos de vista do advogado sobre determinados temas e parecer jurídico sobre os assuntos de seu domínio. Ainda, divulgação de resultados do escritório, de participação de seus especialistas em palestras e eventos e publicação de artigos. O intuito é o reconhecimento da marca e de seus profissionais por meio da pulverização de conhecimento.

Mídias sociais para escritórios de advocacia

A Assessoria de Comunicação pode gerenciar as mídias sociais do escritório de advocacia, com estratégia de conteúdo relevante e que agregue conhecimento ao usuário. A ideia é identificar as melhores redes para criar e trabalhar a presença digital da marca, os tipos de conteúdo mais adequados para cada plataforma, auxiliar com respostas a dúvidas de usuários e até marcar consultas presenciais de potenciais clientes.

A Ideias & Efeito atende diversas empresas da área jurídica e possui equipe especializada em identificar as melhores oportunidades de comunicação para esta área. Conheça nosso portfólio de clientes e cases da área jurídica.

Crescimento nas ações de arbitragem é destaque do semestre do L.O. Baptista Advogados

A Ideias & Efeito Comunicação atende a diversos escritórios de advocacia e têm uma equipe dedicada de profissionais atuando junto a nossos clientes da área jurídica. Um de nossos clientes desta área, o escritório L. O. Baptista Advogados, teve 244 inserções em veículos de comunicação no primeiro semestre deste ano.

Um dos destaques de matérias conquistadas é este em que a sócia Adriana Braghetta da L.O. Baptista falou à Folha de São Paulo em março deste ano sobre o crescimento das ações de arbitragem entre os anos de 2008 a 2014. Confira abaixo a matéria completa.

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Ideias & Efeito Comunicação participou da ABF Franchising Expo 2017 com quatro clientes

A ABF Franchising Expo 2017 ocorreu na última semana, dos dias 21 a 24 de junho, e os jornalistas da Ideias & Efeito Comunicação representaram quatro redes de franquias no evento. Confira abaixo o perfil de cada uma delas.

REDE CASA DO CONSTRUTOR: Criada em 1993 por Altino Cristofoletti Junior e Expedito Eloel Arena, a Casa do Construtor completa 20 anos de mercado. A rede de franquias para locação de equipamentos direcionados a Construção Civil teve início como uma simples loja de materiais de construção, em Rio Claro, interior de São Paulo, e hoje possui mais de 200 unidades espalhadas pelo Brasil.

 SORRIDENTS: A maior rede de clínicas odontológicas da América Latina. Foi fundada há 22 anos por Carla Renata Sarni, cirurgiã-dentista. A rede conta com mais de 200 unidades em operação em 16 estados do Brasil. Tem como meta chegar à marca de 350 clínicas em operação em todas as capitais brasileiras até 2018. A rede de clínicas é caracterizada pela multidisciplinaridade e por proporcionar a democratização da saúde bucal por meio do poder de compra que a rede possui, adquirindo materiais de primeira qualidade a preços de atacado.

REDE JIN JIN: A Jin Jin nasceu em 1992 como uma loja especializada em culinária chinesa. Anos depois, outros sabores asiáticos foram incorporados ao cardápio com o intuito de levar uma culinária mais sofisticada para um perfil de público familiar. As unidades desta marca estão localizadas nas principais praças de alimentação de shoppings no Brasil e oferece refeições da cozinha chinesa, japonesa, coreana e tailandesa, tanto em buffet como à la carte. Em 2015, nasceu a segunda bandeira da franqueadora, a Jin Jin Sushi, especializada na culinária japonesa como sushis, sashimis, temakis e niguiris, atinge um público que busca uma alimentação mais rápida e saudável. Todo este trabalho rende há 16 anos o Selo de Excelência da Associação Brasileira de Franchising (ABF) para a Jin Jin. A rede faz parte da Holding Halipar, terceiro maior grupo de alimentação do País em número de unidades com capital nacional, atualmente detentor das marcas Jin Jin, Jin Jin Sushi, Griletto, Montana Grill e Croasonho.

LIMPIDUS: A Limpidus é a maior rede de franquias de limpeza comercial, com mais de 27 anos de atuação e pioneira no segmento de limpeza comercial. Todos os serviços são executados de forma sustentável desde 2008 com certificação internacional chancelada Green Clean Institute/EUA.  É a única empresa no Brasil que possui tal certificação. Atualmente, está com 120 unidades espalhadas nas principais cidades brasileiras atendendo mais de três mil clientes diariamente por meio de franquias. Recentemente, implantou sua operação na América Latina (Colômbia, Argentina, Panamá, entre outros) e marca presença em Orlando (EUA) desde 2015. Também, recebeu em 2015 e 2016 o Selo “Pequenas e Médias Empresas que mais Crescem no Brasil”, creditado pela Deloitte/Exame.

A ABF Franchising Expo é considerada a maior feira do segmento de franquias do Brasil. Nesta edição de 2017 estiveram presentes 400 redes franqueadoras. A feira reuniu 65 mil pessoas que circularam pelos pavilhões Branco e Azul do Expo Center Norte durante os quatro dias de feira.

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Por que o Media Training é essencial para redes de franquias?

O Media Training é uma das ferramentas da comunicação utilizadas pela assessoria de imprensa, que prepara porta-vozes dentro de uma empresa ou organização para se relacionarem com a imprensa. O treinamento aborda questões primordiais para que executivos saibam como lidar com veículos de comunicação de maneira estratégica, cordial e amistosa, a fim de conquistar divulgações em mídia espontânea e de se tornar referência para jornalistas e influenciadores.

As redes de franquia normalmente detêm mais de um porta-voz: os executivos da própria franqueadora, tais como fundador, gerente de expansão e gerente comercial, além dos próprios franqueados, que podem ter boas histórias para contar, com pontos de vista diversos.

Levando em consideração a pluralidade de personagens e de porta-vozes que uma rede de franquias pode ter, selecionamos o que é preciso saber para que as redes de franquia tenham um treinamento de imprensa campeão. Confira abaixo.

 Quem deve participar do media training?

Executivos e franqueados devem participar dos treinamentos de mídia. É interessante que a rede atualize o seu anualmente, para garantir que mesmo com o crescimento ou troca de profissionais, todos estejam alinhados e habilitados a lidar com a mídia e com situações de crise que possam repercutir na imprensa.

 O media training é uma preparação para entrevistas?

Sim, e vai além. Parte da função do treinamento de imprensa é orientar porta-vozes para entrevistas, para que se saiam bem, falem com clareza aquilo que a marca pretende e precisa comunicar. O media training abre o olhar dos executivos da empresa sobre como e quais veículos são mais estratégicos para o negócio e, mais especificamente, para aquilo que se espera conquistar com uma divulgação: vendas, relacionamento, talentos, branding. É importante para entender tecnicamente de que forma o planejamento comercial pode – e deve – andar de mãos dadas com as ações de Assessoria de Imprensa, e também para prever situações comuns na comunicação corporativa com jornalistas e evitar eventuais problemas. A atuação de profissionais nas redes sociais da marca também pode ser pautada neste treinamento.

 Algumas etapas importantes de um media training e tempo de duração:

– Definição dos objetivos da rede de franquias em relação a comunicação e relacionamentos com a imprensa;

– Mapeamento dos principais stakeholders da rede de franquias;

– Seleção das key messages que dão base aos objetivos de comunicação;

– Definição de porta-vozes da rede de franquias;

– Análise de perfil dos porta-vozes;

– Mapeamento dos veículos estratégicos de imprensa para a rede de franquias;

– Estudo de cases do setor em que a franquia atua e análise de inserção dos concorrentes em veículos de imprensa;

– Treinamento teórico de imprensa;

– Treinamento prático de imprensa, com simulação de entrevistas e eventos de relacionamento;

– Avaliação de resultados de cada um dos porta-vozes e propostas para a melhoria destes resultados.

Pode durar um período do dia, um dia inteiro com intervalos para café e refeições ou até alguns dias seguidos. Vai depender da demanda da rede, bem como da quantidade de participantes.

 Qual é o momento adequado para a rede de franquia passar por um media training?

Quando a marca definir que pretende estar na mídia em forma de notícia. Ou, ainda, quando a marca já estiver na imprensa sem mesmo ter planejado isso. Não existe momento ideal, mas, sempre que houver relação entre empresa e imprensa, deve-se ter passado por um treinamento.

É importante avaliar a fase em que está a rede e seu grau de exposição na mídia. Está crescendo? Atingiu maturidade e reconhecimento de mercado? Está passando por alguma crise? Vai lançar um novo produto, serviço ou tecnologia? Vai mudar seu modelo de negócios? Fechou o trimestre/semestre/ano com lucro, queda ou estabilidade?

Cada uma destas situações merece atenção especial e dedicação a uma estratégia de comunicação com Imprensa. Daí a importância da constante atualização no treinamento e alinhamento de discursos.

 Como o media training auxilia a rede de franquias num momento de crise?

Crises de imagem podem afetar a marca de formas diversas e impactar seriamente no negócio. O media training é ideal para que a comunicação em momentos sensíveis seja clara e honesta com os steakholders e o público em geral e também capaz de indicar os caminhos que vão levar a empresa para fora da conjuntura negativa. Quais ações a rede vai tomar para consertar um erro ou para reagir a uma situação? Qual caminho a ser seguido? Um posicionamento oficial para estas questões, tanto com foco em Imprensa quanto em redes sociais, colabora com a manutenção positiva da imagem ou seu resgate.

É a partir do media training que a rede consegue definir quem é o melhor porta-voz para responder pela empresa em momentos delicados, sempre com a orientação e acompanhamento da Assessoria de Imprensa em parceria com outras áreas que podem ser envolvidas, como a jurídica, por exemplo.

A Ideias & Efeito oferece media training para empresas e seus executivos. Tem um time dedicado ao atendimento de franquias, com amplo knowhow e soma diversos cases de sucesso em seus 14 anos de atuação. Conheça nosso portfólio de clientes.

Assim como em todos os anos anteriores, nossa equipe esteve junto aos clientes do setor durante a ABF Franchising Expo 2017, que aconteceu entre os dias 21 e 24 de junho no Expo Center Norte.

Fique atento ao nosso blog e às nossas páginas do Facebook e do Linkedin, com notas sobre o evento e saiba mais sobre como uma assessoria de imprensa com ampla experiência em franchising pode auxiliar no desenvolvimento da sua marca.

VALÉRIA ZOTELLI, DO MIGUEL NETO ADVOGADOS, É FONTE DO VALOR ECONÔMICO EM MATÉRIA SOBRE PARCELAMENTO DE DÍVIDAS FEDERAIS

O Valor Econômico publicou matéria sobre o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) criado a partir da medida provisória 783. O programa versa sobre o parcelamento de dívidas federais e oferece mais benefícios do que a versão anterior, lançada em Janeiro deste ano por meio da MP 766.

Segundo a matéria, quem aderiu à MP 766 terá dificuldades para migrar para o novo programa, embora ele ofereça soluções mais vantajosas de quitação de dívidas – como abatimento de até 50% de multa e até 90% em juros para pagamentos à vista.A advogada Valéria Zotelli, sócia do Miguel Neto Advogados, falou sobre como o decreto legislativo da MP 783 regulamenta melhor a questão de quitação de débitos federais. Segundo ela, a Medida Provisória  teve pouca adesão por conta do volume de débitos: “Só entrou na MP 766 quem tinha um prejuízo fiscal gigantesco e que a curto prazo não poderia ser utilizado em operação futura. O novo parcelamento é mais interessante e tem gerado mais procura”, disse ela.

Confira a matéria completa na imagem abaixo.

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CGI na matéria de capa da revista Brasil Energia

Internet das Coisas é o tema da matéria que contou com entrevista de Marco Afonso, diretor de consultoria em utilities da CGI

A matéria de capa da revista Brasil Energia do mês de abril teve como tema a digitalização dos serviços de energia – da distribuição à medição de consumo. O tema – a Internet das Coisas – já muito difundido no setor industrial, leva em consideração a modernização de estruturas, instalações, relações de consumo e manutenção de instalações elétricas, além de discutir tendências do setor para os próximos anos.
Marco Afonso, diretor de consultoria em utilities da canadense CGI falou à revista sobre a necessidade de investimentos em modernização das redes de energia elétrica no Brasil e demonstra otimismo ao prever que o volume de investimentos no setor tende a crescer nos próximos anos de acordo com as demandas do setor industrial.
Afonso também comentou sobre o consumo residencial de energia elétrica. Ele considerou que a tendência é ampliar o número de dispositivos inteligentes que medem e otimizam por si próprios o consumo de energia.
Confira abaixo a matéria na íntegra.

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CAM-CCBC e L.O.Baptista Advogados são destaque em matéria sobre competições internacionais

Competir no exterior enriquece currículo

Universitários que encaram o desafio de participar de disputas internacionais enriquecem suas habilidades e ganham destaque

Os estudantes que desejam construir carreira na área de arbitragem contam com o Vis Moot, que se realiza todos os anos em Viena, na Áustria. A competição foi criada para fomentar o estudo nas áreas de arbitragem comercial internacional e direito do comércio internacional. “Neste ano, serão 342 faculdades do mundo inteiro e mais de três mil alunos. Só do Brasil teremos estudantes de 24 instituições”, conta o presidente do Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil – Canadá (CAM-CCBC), Carlos Forbes.

Sócio da área de arbitragem do L. O. Baptista Advogados, Paulo Macedo considera importante essa experiência na formação do aluno. “Eles vivem um pouco da prática da profissão que não é só voltada para o conteúdo. Ela também é muito focada na capacidade de argumentação e exige demais do aluno”, afirma.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo:

Valor FORBES

 

 

Mílton Jung entrevista Dr. Fabio Chong, do L.O. Baptista Advogados, para o Jornal da CBN

Terceirização aprovada é mais dura que a do ano passado, diz advogado trabalhista

Especialista em direito trabalhista e sócio do L.O. Baptista Advogados, Fabio Chong afirma que o projeto de 1998 aprovado recentemente na Câmara dos Deputados prevê menos garantias e possui menos limitações ou exigências do que o aprovado ano passado.

Para ler ou ouvir a matéria, clique aqui.

 

 

Coletiva de imprensa de DIS e Miguel Neto Advogados sobre caso Neymar Jr. repercute globalmente

Delcir Sonda, sócio-proprietário da DIS, e Paulo Nasser, do Miguel Neto, falaram sobre o processo de corrupção que envolve o jogador na Espanha

A Ideias & Efeito Comunicação organizou, na última quarta-feira, 29, a coletiva de imprensa da DIS Esportes e Eventos e do Miguel Neto Advogados para esclarecer os últimos avanços da ação penal que moveram contra Neymar Jr. O jogador é acusado de corrupção nos negócios relativos à sua contratação pelo clube FC Barcelona entre 2011 e 2013.

A entrevista recebeu mais de 20 jornalistas de veículos nacionais e internacionais, como ESPN, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Fox Sports, Globo Esporte e Agência EFE. A repercussão foi global.

No Hotel Renaissance, em São Paulo, o sócio-proprietário da DIS, Delcir Sonda, acompanhado do advogado da DIS no Brasil e sócio do escritório Miguel Neto Advogados, Paulo M. Nasser, se pronunciaram e apresentaram, em primeira mão, as novidades e as perspectivas do caso neste momento que antecede o julgamento na Espanha.

Além deles, estiveram presentes na entrevista o diretor-executivo da DIS, Roberto Moreno, e o advogado da DIS na Espanha e sócio-diretor do escritório lus+aequitas abogados, Eliseu Martínes.