BrandAnalytics

Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, fala sobre fusões e aquisições à revista Valor Setorial, do Valor Econômico

Funcionário agora é o primeiro a saber

Por Fátima Fernandes

A onda de vivida do Brasil na década de 90 trouxe lições importantes para as companhias e suas áreas de comunicação corporativa. “Fusões bem feitas e malfeitas mostram que marcas têm valor e que há casos em que devem ser preservadas”, afirma Eduardo Tomiya, diretor geral da BrandAnalytcs.

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Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, fala ao Top of Mind, da Folha de S.Paulo, sobre marcas mais lembradas pela classe A.

Bons frutos

Por Renata de Gáspari Valdejão

Campeão entre as marcas de azeite desde que a categoria foi criada no em 2006, o aparece pela primeira vez no Top Classe A.

A aparece em primeiro lugar com a máquina de lavar roupas. A mesma empresa emplacou o segundo, com geladeira.

“Os produtos da Brastemp estão alinhados com a classe A, porque a Whirlpool tem a Consul para o segmento mais popular, por isso a empresa posiciona a Brastemp como marca ”, diz Eduardo Tomiya, diretor-geral da consultoria de marcas BrandAnalytics.

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Patrocínio a eventos é tema de entrevista de Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, ao jornal O Povo, de Fortaleza

O valor de um patrocínio

Empresas investem em grandes eventos esportivos e culturais para posicionar e agregar valores à marca

Por Luar Maria Brandão

Associar os atributos de um evento à marca é o principal objetivo das empresas que apostam no patrocínio. Segundo Eduardo Tomiya, diretor da BrandAnalytics, uma das principais consultorias de branding do Brasil, “o patrocínio cria percepção de marca, posicionando-a no mercado e capitalizando atributos emocionais”.

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Eduardo Tomiya fala ao jornal Propaganda & Marketing sobre crescimento da BrandAnalytics e nova filial internacional

BrandAnalytics prepara expansão na América Latina

Por Daniela Dahrouge

A BrandAnalytics continua seu processo de expansão. Após entrar no mercado europeu no primeiro semestre deste ano, a consultoria – especializada em gestão de marcas – se reestrutura para chegar ao mercado argentino e, ainda, ampliar sua atuação no Brasil.

Segundo Eduardo Tomiya, sócio-diretor, as mudanças visam atender à crescente demanda por serviços de dentro e fora do País.

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Valor Econômico: Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, avalia estratégia da marca L´Oréal ao investir em sustentabilidade

Ser ou não ser discreto, eis a questão da L´Oréal

Nos últimos anos, a L´Oréal mudou suas embalagens sem fazer alarde. As da linha de produtos para cabelo Garnier, da marca, “emagreceram” cerca de 60%. Menos plástico passou a ser usado no material que embala os cremes no Brasil. Desde 2008, o PVC, um tipo de plástico que dá certo brilho às embalagens, não é mais usado. Foi trocado pelo polipropileno, reciclável.

Algumas medidas estão sendo tomadas pela companhia no mundo e no Brasil para mostrar um lado mais sustentável. Por aqui, a empresa reforça que não deve adotar estratégias focadas numa alta exposição dessas ações, como campanhas na mídia.

Para o diretor da BrandAnalytics , Eduardo Tomiya, a L´Oréal não quer capturar um novo atributo para a marca. “Mas quer reduzir a percepção de que ela não estava ligada a esse movimento de ações sustentáveis que alguns rivais locais já exploram há anos”, diz.

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Em especial do Meio e Mensagem, Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, fala sobre a intenção de internacionalização por parte de varejistas brasileiras.

Líderes do varejo se fortalecem

Movimentos de devem gerar novos desdobramentos em 2010

Por Felipe Porciúncula

As recentes fusões e aquisições na área do varejo, principalmente no segmento de eletroeltrônicos, refletem um momento de crescimento do País e devem gerar novos desdobramentos. Esse setor é vital para o mercado publicitário, já que, mesmo mantendo estabilidade em relação ao ano anterior, o comércio varejista lidera o ranking de 2009 dos que mais investiram em compra de mídia (ver quadro abaixo). A combinação de pelo menos três fatores aponta que este mercado continuará crescendo em 2010: manutenção do crédito, aumento de empregos e elevação da renda.
A movimentação se intensificou em junho do anos passado, quando o Grupo Pão de Açucar anunciou a aquisição da rede Ponto Frio por R$ 824,5 milhões. Seis meses depois, foi a vez da fusão com as Casas Bahia por meio da Globex, controladora do Ponto Frio – negócio que nasceu com faturamento de R$ 18,1 bilhões e 1.015 lojas em 18 Estados brasileiros.

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Parte 2

Eduardo Tomiya, da BrandAnalytics, fala sobre branding no especial do Meio & Mensagem

Oportunidades e ameaças na era das marcas

O segredo de identidades construídas e percebidas no exercício de equilibrar as demandas do capital e dos consumidores

Por Walter Faceta Jr.

Houve um tempo em que o valor de um empreendimento confundia-se com a reputação do produto comercializado. O mito de fundação do moderno mundo das trocas tem origem no acaso “newtoniano” que sucede à imperatriz chinesa Si Ling Chi, em tempo remotíssimo, por volta de 2.700 a.C. Reza a lenda que um casulo do bicho-da-seda despregou-se de uma amoreira e mergulhou caprichosamente em sua xícara de chá. Lidando com a intrusão, ela teria conseguido transformar o filamento em um pedaço de tecido.
Não demorou até que a técnica inspirasse um negócio, a príncipio restrito aos clãs da China, mas logo estendido para além das fronteiras. A rota da seda ligou um califa interessado em embelezar seu harém, a seda era a própria marca de luxo. Por sua leveza e textura única, carregava o feitiche da mercadoria a qual poucos podiam ter acesso.
Sem propaganda, esse já era um mundo de signos de referência. Na empoeirada e insalubre tumba do faraó Tutancâmon foram encontradas ânforas de vinho com inscrições que ofereciam informações sobre o fabricante. E nas ruínas de Pompéia, os arqueólogos localizaram jarras de vinho de marca primitiva, o Vesuvinum.

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