Category: Jornal Correio

Dr. José Carlos Vergueiro, do Velloza & Girotto Advogados, assina artigo sobre remuneração de bancários no jornal Correio Braziliense

Remuneração de administradores de instituições financeiras

No ano passado o Banco Central do Brasil tornou pública a Resolução do Conselho Monetário Nacional nº3.921 que dispôs sobre a política de remuneração de administratadores de instituições financeiras e demais instituições  autorizadas a funcionar pela referida autarquia.

Não há dúvida de que a origem para a regulamentação desse assunto no Brasil foi provocada em 2008 pela enorme crise financeira que assolou o mercado financeiro internacional, gerando, em consequência, uma crise de proporções sem precedentes em que a opinião pública geral se rebelou contra os generosos pacotes salariais pagos pelos bancos a seus executivos.

Para ler o artigo na íntegra, clique na imagem abaixo

Marcelo Pugliesi, da Direct Talk, fala ao jornal Correio Braziliense sobre a informatização dos sistemas corporativos, como o SAC online

O poder do protesto virtual

Cansou de esperar em vão nos serviços de atendimento aos clientes, os famigerados SACs? Use o Twitter, o Facebook, deixe um recado no mural de mensagens. E proteste contra mau atendimento, falsas promoções, má qualidade e alto preço de produtos e serviços. E ainda tenha o problema resolvido de forma bem mais rápida. Sim, isso está acontecendo. As redes sociais amplificaram tanto a voz do consumidor que ele pode massacrar, literalmente, uma marca. Pesquisadores alertam que as empresas que não estão atentas ao “SAC online” perdem tempo, dinheiro e imagem.

Em 2000, menos de 1% das coorporações tinham programas virtuais de ouvidoria. Hoje, cerca de 40% se renderam aos softwares, conta Marcelo Pugliesi, um dos diretores da Direct Talk, empresa especializada em desenvolvimento de canais de interação entre comprador e lojista.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo:

Artigo da Dra.Patricia Peck Pinheiro é publicado pelo jornal Correio Braziliense

Direito digital e a proteção da inovação

Por Patricia Peck Pinheiro

O direito não protege ideia pura. Por quê? Pois essa proteção, se conferida em um estágio muito inicial do pensamento, de forma prematura, pode, na verdade, gerar um prejuízo à invenção ou à própria inovação. Uma ideia é nada mais que uma constatação de um fato observado com a visão crítica de um observador. Quando passível de implementação, o que não quer dizer que precisa se tornar necessariamente material (pode permanecer imaterial, como no processo de produção do conhecimento, por exemplo, na criação de códigos fontes de um software), é então protegida pelo direito.

O direito digital é reflexo da sociedade do intangível, em que o fenômeno da desmaterialização dos bens exige novas soluções jurídicas. Vivemos uma nova realidade baseada em três “Is”, ou seja: “ideia”, “invenção”, “inovação”, ou ainda, “incorpóreo”, “imaterial”, “instantâneo”. Isso afeta inclusive o valor das empresas em cenários de M&A (fusões e aquisições) ou mesmo de IPO (abertura das ações em Bolsa de Valores). Cada vez mais, o due dilligence verifica não apenas quanto vale o banco de dados, mas até o “capital social” (social capital), que seria o nível de conexões positivas que a marca possui nas redes sociais.

Para ler o artigo na íntegra, clique na imagem abaixo:

Ellen Gonçalves, sócia do Pires & Gonçalves Advogados Associados, é destaque em matéria do jornal Correio, da Bahia, sobre a forma adequada de registrar reclamação na ANS

Saiba como registrar uma reclamação na ANS

Publicadas ontem, as novas regras da ANS passam a valer em setembro deste ano. Os usuários que não conseguirem agendas as consultas de acordo com as novas regras têm três maneiras de registrar reclamação na ANS: pessoalmente – levando a documentação sobre o caso -, por telefone ou pela internet. A agência tem postos de atendimento físico espalhados pelo Brasil nas seguintes cidades: Brasília (DF), Belo  Horizonte (MG), Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ),  Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP) e Salvador (BA).

A advogada especialista em direito do consumidor, Ellen Gonçalves, explica que, antes de registrar queixa, é importante que o consumidor entre em contato com a sua operadora para saber o motivo do não atendimento. “Há de se verificar que nem em atendimento particular se consegue cumprir todos esses prazos. É um sistema complexo e precisamos analisar como vai funcionar na prática, afinal não é um prazo muito grande”, observa.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo: