Category: Correio Braziliense

Dr. José Carlos Vergueiro, do Velloza & Girotto Advogados, assina artigo sobre remuneração de bancários no jornal Correio Braziliense

Remuneração de administradores de instituições financeiras

No ano passado o Banco Central do Brasil tornou pública a Resolução do Conselho Monetário Nacional nº3.921 que dispôs sobre a política de remuneração de administratadores de instituições financeiras e demais instituições  autorizadas a funcionar pela referida autarquia.

Não há dúvida de que a origem para a regulamentação desse assunto no Brasil foi provocada em 2008 pela enorme crise financeira que assolou o mercado financeiro internacional, gerando, em consequência, uma crise de proporções sem precedentes em que a opinião pública geral se rebelou contra os generosos pacotes salariais pagos pelos bancos a seus executivos.

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Dr. Gerd Schreen, da Cranial Care, indica aos leitores do Correio Braziliense a forma adequada de posicionar recém-nascidos

Dê atenção à postura do bebê

Por Celina Aquino

Sofrer as consequências de vícios posturais não é exclusividade de adultos. No primeiro ano de vida, bebês que passam muito tempo na mesma posição podem desenvolver uma deformidade no crânio conhecida como plagiocefalia posicional. A principal causa é o vício de postura, como explica o cirurgião vascular paulistano Gerd Schreen.

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Correio Braziliense indica Unique Garden como opção para o feriado

Feriado relaxante

Para a folga do 12 de outubro, o Unique Garden SPA & Resort, no Paque Estadual da Cantareira (SP), oferece três pacotes que incluem hospedagem com café da manhã, almoço e jantar, além de tratamentos terapêuticos.

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Marcelo Pugliesi, da Direct Talk, fala ao jornal Correio Braziliense sobre a informatização dos sistemas corporativos, como o SAC online

O poder do protesto virtual

Cansou de esperar em vão nos serviços de atendimento aos clientes, os famigerados SACs? Use o Twitter, o Facebook, deixe um recado no mural de mensagens. E proteste contra mau atendimento, falsas promoções, má qualidade e alto preço de produtos e serviços. E ainda tenha o problema resolvido de forma bem mais rápida. Sim, isso está acontecendo. As redes sociais amplificaram tanto a voz do consumidor que ele pode massacrar, literalmente, uma marca. Pesquisadores alertam que as empresas que não estão atentas ao “SAC online” perdem tempo, dinheiro e imagem.

Em 2000, menos de 1% das coorporações tinham programas virtuais de ouvidoria. Hoje, cerca de 40% se renderam aos softwares, conta Marcelo Pugliesi, um dos diretores da Direct Talk, empresa especializada em desenvolvimento de canais de interação entre comprador e lojista.

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Correio Braziliense consulta Dra.Patricia Peck Pinheiro para matéria sobre crimes eletrônicos

ONU fortalece a web

Por Carolina Vicentin

Não precisa fazer muito esforço para se lembrar de momentos em que a carência de tecnologia atrapalhou o dia a dia. Basta pensar nas situações em que o sistema estava fora do ar ou quando ficou impossível falar com alguém porque não havia cobertura de celular, por exemplo. Cenas assim são cada vez mais comuns e levaram as instituições públicas a reconhecer a importância desses recursos para a vida das pessoas. No mês passado, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o acesso à internet como um direito humano e, no Brasil, entidades já começam a decidir casos em que aparelhos eletrônicos são considerados bens essenciais.

Em questões relativas à internet, a coisa fica ainda pior, uma vez que há muitas brechas na legislação. “Os primeiros registros de crimes eletrônicos surgiram há 15 anos. O problema é que essa matéria não é ensinada pelas faculdades de direito, o meio acadêmico quase não discute esse tema e nós ficamos sem proteção legal”, lamenta a advogada Patricia Peck.

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Artigo da Dra.Patricia Peck Pinheiro é publicado pelo jornal Correio Braziliense

Direito digital e a proteção da inovação

Por Patricia Peck Pinheiro

O direito não protege ideia pura. Por quê? Pois essa proteção, se conferida em um estágio muito inicial do pensamento, de forma prematura, pode, na verdade, gerar um prejuízo à invenção ou à própria inovação. Uma ideia é nada mais que uma constatação de um fato observado com a visão crítica de um observador. Quando passível de implementação, o que não quer dizer que precisa se tornar necessariamente material (pode permanecer imaterial, como no processo de produção do conhecimento, por exemplo, na criação de códigos fontes de um software), é então protegida pelo direito.

O direito digital é reflexo da sociedade do intangível, em que o fenômeno da desmaterialização dos bens exige novas soluções jurídicas. Vivemos uma nova realidade baseada em três “Is”, ou seja: “ideia”, “invenção”, “inovação”, ou ainda, “incorpóreo”, “imaterial”, “instantâneo”. Isso afeta inclusive o valor das empresas em cenários de M&A (fusões e aquisições) ou mesmo de IPO (abertura das ações em Bolsa de Valores). Cada vez mais, o due dilligence verifica não apenas quanto vale o banco de dados, mas até o “capital social” (social capital), que seria o nível de conexões positivas que a marca possui nas redes sociais.

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Correio Braziliense ouve opinião de Dr. Cesar Amendolara, do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados, sobre fusões e aquisições no mercado brasileiro

Brasileiras vão à compra de rivais

Fusões e aquisições crescem 43,2% no primeiro semestre e atingem R$ 84,8 bilhões

por Gustavo Henrique Braga

No momento em que todas as atenções estão voltadas para a união de forças entre a brasileira TAM e a chilena LAN, com a criação da maior companhia aérea da América Latina, o mercado de fusões e aquisições entrou de vez no radar dos investidores.

Na avaliação de Cesar Amendolara, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados, escritório especializado em operações de fusão e aquisição, a tendência é que esse tipo de operação continue em expansão no segundo semestre.

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