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Jornal O Globo consulta Enken e underDOGS sobre diminuição de usuários do Twitter no Brasil

Internauta brasileiro deixa Twitter de lado

Por Bruno Rosa

Nada parecia deter o avanço do Twitter no Brasil em meados de 2008. Verdadeira febre na internet, o microblog conquistava uma legião de usuários famosos, que a todo instante postavam tweets (mensagens) em apenas 140 caracteres. Mas, quatro anos depois, uma reviravolta. Apesar de ter criado até uma versão em português, a rede social americana só tem perdido usuários por aqui.

“O Facebook é muito semelhante ao que era o Orkut. Você consegue conversar, ver fotos e interagir. É como se fosse uma “orkutização” do Facebook. Acho que o brasileiro não entendeu como funciona o Twitter e quer transformar todas as redes no que era o Orkut”, explica Tiago Luz, presidente da agência de marketing UnderDOGS.

Estima-se que o Twitter tenha pouco mais de 40 milhões de contas no Brasil. Levantamento feito pela Enken, agência de publicidade digital, revela que cresceu de 20% para 25% do total da base o número de usuários que não acessaram o microblog no último ano.

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Movimento Criança Mais Segura na Internet, de autoria da advogada Patricia Peck, é referência em matéria do jornal A Tribuna de Santos

Internet para crianças: há limite?

Por Leonardo Costas

O fenômeno é mundial: crianças e adolescentes passam cada vez mais tempo conectados às redes sociais. No Brasil, não é diferente. Recente pesquisa sobre o assunto aponta as crianças do País como as mais jovens a acessar sites de relacionamento. Em média, o primeiro contato é aos 9 anos, enquanto no resto do mundo se dá aos 12 anos.

Segundo Patricia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital e idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, as redes sociais representam oportunidade para os pequeninos se socializarem.

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Sócio da UnderDogs fala à revista ProXXIma sobre criação de feeds em redes sociais

Busca afinada na mídia social

Por Antonio Carlos Santomauro

Assim como a expansão da adoção dos mecanismos de buscas logo gerou uma disciplina dedicada a incrementar a performance em seu uso – o SEO -, o crescente interesse pelas mídias sociais hoje consolida um conceito destinado a abranger as ferramentas capazes de potencializar a presença nesses espaços.

Técnicas como o uso de encurtadores de URLs e a criação de feeds também fortalecem presenças em redes sociais, ressalta Fabiano Rodrigues, sócio e vice-presidente de operações da agência UnderDogs.

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Movimento Criança mais Segura na Internet, do PPP Advogados, é notícia no Jornal do Commercio, de Manaus

Educação digital

Por Nelly Falcão

A história nos mostra outros desafios e quebras de paradigmas que as Escolas já enfrentaram: Educação Moral e Cívica, Educação Religiosa, Educação Física, Educação Sexual, Educação Socioambiental, Educação para o Trânsito e agora, a Educação Digital.

Chegou às nossas mãos um rico material do movimento “Criança Mais Seguras na Internet”, iniciativa da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – e idealizado pela Dra Patricia Peck Pinheiro – do PPP Advogados -, apoiado pela editora Positivo.

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Rafael Kiso, da Focusnetworks, fala à revista Marketing sobre a MídiaNext e a relação entre empresas e redes sociais

O boom das mídias sociais

Última pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research, mostrou que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, um número que desperta a atenção de empresas que veem nessa ferramenta mais um canal para divulgar suas marcas. O entrave, no entanto, dá-se pelo fato de que ainda são poucas as companhias que fazem um investimento próprio nesse segmento – ou fazem e encontram algumas barreiras que os impedem de atingir seu público-alvo. A prova desse cenário é o surgimento de agências especializadas em mídias sociais.

Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks e diretor de novos negócios da MídiaNext, aponta que a maior barreira que existe na relação empresa/redes sociais é o medo.

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Wanderson Castilho, da E-Net Security, fala ao Estado de Minas sobre a perda de privacidade gerada pela internet

Nas barras dos tribunais

Por Shirlei Pacelli e Silas Scalioni

Um depoimento no Orkut pode comprovar uma má conduta na vida real. Roberto Cunha*, de 44 anos, se valeu disso para conseguir resolver uma pendência judicial. Separado há cerca de cinco anos, ele continuava a depositar a pensão do filho que já havia alcançado a maioridade e, segundo ele, tinha um desvio de comportamento e não usava o dinheiro para pagar os estudos, como alegava. Contrariado, o pai criou um perfil falso no site e começou a espionar a página do filho, que permitia o acesso de todos. O juiz considerou as provas encontradas e baixou a pensão para um valor irrisório.

Wanderson Castilho, 40, perito digital e autor do livro Manual do Detetive Virtual, mostra que quanto mais a internet se espalha, mais a privacidade das pessoas diminui.

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Patricia Peck Pinheiro fala ao Jornal do Commercio, do Rio Grande do Sul, sobre postura em redes sociais

Internet, a terra com lei

Por Patrícia Knebel

Em forma de textos, comentários ou frases de até 140 caracteres, milhões de pessoas ganharam voz através da internet. Nas redes sociais, os usuários comentam fatos, criticam atitudes, fazem declarações de amor e brigam. Muitos, inclusive, passam dos limites: ofendem, caluniam e postam conteúdos discriminatórios.

Para a especialista em Direito Digital, Patricia Peck Pinheiro, esse é um problema educacional. “Estamos entregando um recurso extremamente valioso para realização plena dos direitos individuais, mas a liberdade de expressão vai até o limite onde não infringe outros direitos, como a proteção da imagem e da reputação”, comenta.

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Dra. Patricia Peck Pinheiro, maior especialista em Direito Digital do País, e Viviane Luswarghi, coordenadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, oferecem diversas dicas ao Diário da Região, de São José do Rio Preto, sobre como pais de crianças e adolescentes devem agir para proteger seus filhos nas redes sociais

Segurança Virtual

Por Gisele Bortoleto

Se você é o tipo de pai que 1) não se importa que seu filho fique durante horas na frente do computador; 2) não tem ideia de quais redes sociais ele participa, não sabe o que é Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook; 3) desconhece com quem ele conversa e o tipo de informação que troca na rede: é bom ficar atento.

São cada dia mais frequentes as notícias de crianças e adolescentes vítimas de pedófilos, de cyberbullying ou com suas fotos indo parar em sites pornográficos. Uma investigação feita para a Comissão Europeia com mais de 20 mil jovens de 25 países europeus mostra que um quarto das crianças registradas em redes sociais como Orkut ou Facebook definiu seu perfil como “público”. Isso significa que todos os seus dados, como informações e fotos, podem ser vistos por qualquer pessoa.

A Dra. Patricia Peck, da Patricia Peck Pinheiro Advogados, dá diversas dicas para pais de crianças e adolescentes saberem como evitar a “delinquência digital”.

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Revista Veja SP traz matéria sobre falsidade ideológica digital com entrevista da Dra. Patricia Peck Pinheiro

Parece, mas não é

De tempos em tempos, o narrador esportivo Cléber Machado, da Rede Globo, percorre a tribuna de imprensa dos estados para apurar um caso com seus colegas de profissão. Não, não se trata de averiguar uma nova contratação de um clube paulistano ou da demissão de um técnico. Ele tenta descobrir, na verdade, a identidade do engraçadinho que estaria por trás do perfil criado em seu nome no Twitter há cerca de dois anos. O seu cover no microblog, aliás, é um sucesso. Caíram no gosto de mais de 170000 seguidores as postagens que misturam bordões, obviedades e besteirol puro. Exemplos: “Pro amigo que não acompanhou o Paulistão desde o início, explico o regulamento: depois do 1º tempo, vem o 2º e “Bomba! Ganso teve uma lesão de 2º grau. Ou seja, a contusão já estudou mais que a torcida do Corinthians”. Quando questionado sobre o sucesso de seu imitador, o locutor tenta esconder a irritação. “Não acesso o site para ver o que está sendo escrito”, desdenha o Cléber de carne e osso. “Tenho dúvidas se realmente é certo escrever no nome de outra pessoa.” Claro que não é.

Na esfera criminal, entretanto, há o que ser feito caso haja provas sobre o autor. “Quem se passa por outro comete crime de falsa identidade e falsidade ideológica, pode ser processado e pegar uma pena de prisão que varia de três meses a cinco anos, além de multa”, explica Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em direito digital.

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Jornal O Globo consulta especialistas da Direct Labs e da Focusnetworks para matéria sobre redes sociais

Orkut acirra briga com Facebook e Twitter no país

Redes sociais disputam internautas brasileiros em novos serviços e em maior interação na internet

por Bruno Rosa

As principais redes sociais estão intensificando a disputa pelos internautas brasileiros. Enquanto Facebook e Twitter crescem com força, o Orkut, controlado pela Google, se arma de novidades para não perder a liderança no país, onde já conta com mais de 30 milhões de usuários, correspondendo a quase 60% da base global.

“Metade da base do Orkut hoje é a classe C. O crescimento do Orkut no Brasil é sustentado basicamente pela entrada de brasileiros das classes sociais mais baixas na internet. E o orkut faz suceso porque é mais simples que o Facebook. Por outro lado, o Facebook e Twitter conquistaram os mais antenados”, explica Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks.

Por atrair um público de maior renda, o Facebook e o Twitter têm buscado cada vez mais a atenção de empresas. “É difícil uma rede como a do Orkut acabar. Mas a migração está acontecendo. Hoje, as empresas usam o Orkut por suas comunidades como forma de relacionamento com seus clientes. No Facebook e no Twitter, anunciam as novidades”, afirma Diego Monteiro, consultor de Redes Sociais da Direct Labs.

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