Blogueiro consciente
Por Patricia Peck Pinheiro
Como as empresas têm criado suas políticas de presença em redes sociais? Que cuidados tomar ao criar um canal corporativo ou mesmo pessoal no Twitter, Youtube, Facebook, Flickr, Wikipédia?
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Internet para crianças: há limite?
Por Leonardo Costas
O fenômeno é mundial: crianças e adolescentes passam cada vez mais tempo conectados às redes sociais. No Brasil, não é diferente. Recente pesquisa sobre o assunto aponta as crianças do País como as mais jovens a acessar sites de relacionamento. Em média, o primeiro contato é aos 9 anos, enquanto no resto do mundo se dá aos 12 anos.
Segundo Patricia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital e idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, as redes sociais representam oportunidade para os pequeninos se socializarem.
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Busca afinada na mídia social
Por Antonio Carlos Santomauro
Assim como a expansão da adoção dos mecanismos de buscas logo gerou uma disciplina dedicada a incrementar a performance em seu uso – o SEO -, o crescente interesse pelas mídias sociais hoje consolida um conceito destinado a abranger as ferramentas capazes de potencializar a presença nesses espaços.
Técnicas como o uso de encurtadores de URLs e a criação de feeds também fortalecem presenças em redes sociais, ressalta Fabiano Rodrigues, sócio e vice-presidente de operações da agência UnderDogs.
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Educação digital
Por Nelly Falcão
A história nos mostra outros desafios e quebras de paradigmas que as Escolas já enfrentaram: Educação Moral e Cívica, Educação Religiosa, Educação Física, Educação Sexual, Educação Socioambiental, Educação para o Trânsito e agora, a Educação Digital.
Chegou às nossas mãos um rico material do movimento “Criança Mais Seguras na Internet”, iniciativa da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes - e idealizado pela Dra Patricia Peck Pinheiro – do PPP Advogados -, apoiado pela editora Positivo.
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O boom das mídias sociais
Última pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research, mostrou que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, um número que desperta a atenção de empresas que veem nessa ferramenta mais um canal para divulgar suas marcas. O entrave, no entanto, dá-se pelo fato de que ainda são poucas as companhias que fazem um investimento próprio nesse segmento – ou fazem e encontram algumas barreiras que os impedem de atingir seu público-alvo. A prova desse cenário é o surgimento de agências especializadas em mídias sociais.
Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks e diretor de novos negócios da MídiaNext, aponta que a maior barreira que existe na relação empresa/redes sociais é o medo.
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Nas barras dos tribunais
Por Shirlei Pacelli e Silas Scalioni
Um depoimento no Orkut pode comprovar uma má conduta na vida real. Roberto Cunha*, de 44 anos, se valeu disso para conseguir resolver uma pendência judicial. Separado há cerca de cinco anos, ele continuava a depositar a pensão do filho que já havia alcançado a maioridade e, segundo ele, tinha um desvio de comportamento e não usava o dinheiro para pagar os estudos, como alegava. Contrariado, o pai criou um perfil falso no site e começou a espionar a página do filho, que permitia o acesso de todos. O juiz considerou as provas encontradas e baixou a pensão para um valor irrisório.
Wanderson Castilho, 40, perito digital e autor do livro Manual do Detetive Virtual, mostra que quanto mais a internet se espalha, mais a privacidade das pessoas diminui.
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Internet, a terra com lei
Por Patrícia Knebel
Em forma de textos, comentários ou frases de até 140 caracteres, milhões de pessoas ganharam voz através da internet. Nas redes sociais, os usuários comentam fatos, criticam atitudes, fazem declarações de amor e brigam. Muitos, inclusive, passam dos limites: ofendem, caluniam e postam conteúdos discriminatórios.
Para a especialista em Direito Digital, Patricia Peck Pinheiro, esse é um problema educacional. “Estamos entregando um recurso extremamente valioso para realização plena dos direitos individuais, mas a liberdade de expressão vai até o limite onde não infringe outros direitos, como a proteção da imagem e da reputação”, comenta.
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