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Dra. Patricia Peck fala sobre cibercrimes ao Valor Econômico. Tema rende chamada e foto da advogada na capa do caderno Empresas

Bancos médios viram alvo de fraude nos EUA

Regularmente a Experi-Metal, empresa de autopeças sediada em Michigan, Estados Unidos, recebia e-mails de seu banco, o Comerica, com instruções diversas. Assim, o sócio controlador Keith Maslowski não ficou surpreso, no começo de 2009, quando um desses emails solicitou a ele que preenchesse um “formulário de relação de negócios com os clientes do Comerica”. Ele digitou seu nome de usuário, senha e número de identificação pessoal em token – às 7h35 de 22 de janeiro do ano passado. Menos de sete horas depois, os cofres da Experi-Metal estavam vazios.

Muitos cibercriminosos cometem fraudes usando provedores de e-mails que têm os dados guardados em centro de dados de outros países. O rastreamento dos dados além das fronteiras brasileiras acaba inviabilizado. “O cirbercriminoso deveria ser responsabilizado e punido pelo crime, mas ainda é difícil reunir provas técnicas que identifiquem o bandido ou a quadrilha”, afima Patricia Peck, sócia do PPP Advogados.

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Patricia Peck Pinheiro e Rubens Kiso participam de especial sobre Negócios na Internet, da Revista Meu Próprio Negócio

Advogada do PPP Advogados e diretor de qualidade da Focusnetworks falam sobre necessidade de cuidados no envio de e-mails

Por Ivo Mattos

Nas últimas décadas, o uso do e-mail para o relacionamento entre empresas e seus funcionários, fornecedores e clientes se popularizou de maneira avassaladora. Entretanto, ao mesmo tempo que esta ferramenta é vista como uma verdadeira “mão na roda” para quem a utiliza, também é preciso tomar uma séria de cuidados. “O e-mail deve ser usado com cautela, visto que é um documento escrito com pelo menos quatro testemunhas máquinas (dois HDs de computadores do remetente e destinatário, provedores de envio e recebimento). Logo, deve-se ter uma relação clara e objetiva, sem margem a dupla interpretação.”, dá a dica Patricia Peck, especialista em Direito Digital.

Em relação a pedidos e cotação online, é muito comum haver confusões, seja com clientes ou com fornecedores. E, quando isso ocorre, a melhor saída é a boa vontade das duas partes em resolver qualquer tipo de empecilho. “Procuramos sempre chegar a um acordo em que ambas as partes saiam satisfeitas. E, mesmo se o cliente cometeu qualquer equívoco, recomeçamos o trabalho, mesmo porque temos interesse em manter o cliente.”, afirma Rubens Kiso, diretor de qualidade da Focusnetworks.

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Patricia Peck Pinheiro e Wanderson Castilho participam de reportagem sobre segurança digital da Revista Security

Advogada e perito digital falam sobre fraudes e insegurança na internet

Por Simone Alves

Dados estatísticos do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), divulgados em janeiro deste ano, apontam aumento de 61% no número de incidentes de segurança na internet em 2009 frente ao ano anterior. O órgão revelou também que o número de tentativas de fraudes reportadas foi de 250.362, representando um crescimento de 79% em relação ao mesmo período.

Os incidentes de segurança abrangem uma série de situações de conduta ou de tecnologia que podem gerar algum tipo de exposição ou perda de dados sensíveis ou sigilosos. Segundo a especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, um incidente pode ou não envolver um ilícito civil ou criminal.

“Todas as ações na internet deixam rastros passíveis de detecção”, explica Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security. “Minha perícia técnica é voltada ao interesse privado de cidadãos vitimados por crimes ou fraudes em empresas, casas ou até mesmo fora delas, por meio de estratégias e investigação”, diz.

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Wanderson Castilho, da E-Net Security, fala sobre crimes virtuais em entrevista ao programa Mais Você, da TV Globo

Reportagem do programa comandado por Ana Maria Braga conversa com o especialista sobre perigos na internet

Ela surgiu há 25 anos e hoje é difícil encontrar alguém que não frequente e faça uso. A internet veio para ficar e entra no trabalho, na casa e na escola de cerca de 70 milhões de brasileiros. Apesar de ser uma ótima forma de pesquisa, informação e divertimento, também oferece riscos. E o risco pode estar literalmente a um clique.

A jornalista Rosemary Leonel, mais conhecida como Rose Leonel, é mãe de dois filhos e namorou durante três anos e meio um homem em quem confiava. O namoro acabou e as fotos íntimas do casal foram parar na web. A vida da jornalista, muito conhecida no Paraná, foi devastada.

Depois da humilhação, Rose contratou o perito em crimes digitais e diretor da E-Net Security Wanderson Castilho, cujo trabalho resultou na condenação de Eduardo Gonçalves da Silva, ex-namorado da vítima. A Justiça autorizou a busca e apreensão do computador do, até então, suspeito e as provas estavam lá. “Estava materializado o crime”, explica o perito.

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http://maisvoce.globo.com/videos/v/jornalista-e-vitima-de-crime-na-internet-praticado-pelo-ex-namorado/1321250/

Patricia Peck e Wanderson Castilho falam para especial de segurança na web da InformationWeek

Respaldo da Lei

No Brasil, discute-se um marco civil para a internet e um projeto de leis de cibercrimes. Espinhoso, o tema está longe de gerar consenso entre especialistas em Direito Eletrônico. Há quem considere que a legislação para o mundo físico contempla praticamente todas as questões relativas ao mundo virtual, o que tornaria dispensável novas leis para a web. Outros alertam para lacunas na legislação, como a inexistência  de leis específicas sobre proteção de dados. Enquanto isto, os CIOs se dão conta de que precisam estar antenados com as tendências do Legislativo, seja porque os crimes eletrônicos se multuplicam a cada dia, colocando a TI no centro imbróglio, seja porque as futuras leis sobre crimes digitais poderão impactar significativamente o departamento de tecnologia nas corporações.

” A área de TI, que não foi pensada para ter conformidade legal, agora tem de garantir guarda, preservação e localização de provas para fins judiciais, seguindo requisitos conhecidos como cadeia de custódia, para que haja a certeza de que não houve adulteração. Isto requer conhecimento das leis e revisão de infraestrutura sob um olhar técnico-jurídico”, explica Patricia Peck Pinheiro, advogada especializada em direito digital e sócia de escritório homônimo.

Para as corporações, as dificuldades na coleta destas provas são agravadas pela carência de profissional habilitado. Quem monitora e-mails e outros  meios eletrônicos usados por funcionários, sem uma política  transparente para o uso desses recursos, corre risco de sofrer processos trabalhistas de de danos morais em decorrência da suposta violação de privacidade.

Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security, afirma que são poucas  as empresas brasileiras aptas a levar fraudadores à justiça com sucesso. “Na nossa base de quase 700 empresas, eu diria que apenas 3% reúnem estas condições, que incluem tecnologia, políticas de monitoramento, conhecimento dos requisitos legais e profissional capacitado”, diz. Para Castilho, todo CIO deveria contar com budget específico para análise forense e monitoramento de vazamento de informação. “A maioria deles não tem a mínima ideia se está havendo vazamento ou não”, afirma.

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Jornal Meio&Mensagem traça perfil profissional do perito em crimes digitais Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security

Sherlock Holmes 2.0

Por Bruno Borin

Com mais de 500 casos resolvidos em sua bagagem, Wanderson Castilho trabalha com crimes digitais, mas sua profissão pode ser um tanto incomum à primeira vista. Resolvendo casos através (e por conta) das novas tecnologias, ele é conhecido como um detetive virtual.

Segundo o próprio Castilho, no Brasil o número de casos de crime eletrônico é muito grande e nem 2% deles chegam a ser solucionados. “As autoridades não têm ferramentas nem conhecimento sobre o crime eletrônico, mesmo porque o País não tem nem leis específicas sobre o assunto”, explica.

Pensando nisso, ele lançou no ano passado o ‘Manual do Detetive Virtual’, apresentando casos e resoluções do mundo digital, além de dicas para os internautas prevenirem esse tipo de crime.