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Dra.Marcela Baptista, da Sorridents, fala ao jornal Agora SP sobre importância de rapidez no atendimento à saúde bucal

1 em cada 5 postos leva 1 mês para marcar dentista

Por Léo Arcoverde

Uma em cada cinco UBSs (Unidade Básicas de Saúde) da capital faz o paciente esperar mais de um mês por uma consulta com dentista.

Segundo dados obtidos pelo Agora por meio da Lei de Acesso à Informação, em 54 dos 290 postos que agendavam consulta no dia 4 de junho, o tempo de espera para a realização da primeira consulta era superior a 30 dias.

Prolemas na saúde bucal, quando não tratados, podem provocar, em um longo prazo, danos graves ao paciente, segundo especialistas.

De acordo com a dentista da rede Sorridents, Marcela Baptista Encinas, uma bactéria de um abscesso (acumulação de pus) na boca pode entrar na corrente sanguínea e se alojar em órgãos como coração e pulmões. “Uma simples cárie, se não tratada, pode obrigar o paciente a extrair o dente”, afirma.

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Portal norte-americano Deal Watch entrevista Jorge Geras, CEO da Sorridents, sobre expansão da rede na America Latina

Brazil´s largest dental clinic chain Sorridents eyes Latin America expansion, open to private equity funding

Sorridents, Brazil´s largest national chain offering dental and orthodontic health services, plans to expand into Latin America within the next three years through mergers and acquisitions, and is currently meeting with private equity funds to choose an investment partner, the company´s CEO told Deal Watch.

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Sorridents é tema de matéria institucional de quatro páginas na revista Época Negócios

A vendedora de sorrisos

Por Ariane Abdallah

Antes de dentista, Carla Sarni, de 39 anos, é uma vendedora. É a  sua capacidade de persuasão que explica grande parte do sucesso da Sorridents, a organização que fundou em 1995. A empresária partiu de um ideal. Queria oferecer tratamento odontológico de alto nível às classes C e D. Hoje comanda a maior rede de franquias do setor  na América Latina, com 143 unidades em funcionamento, além  de 39 em fase de conclusão. Elas estão espalhadas por 57 cidades, em 16 estados do Brasil. A meta para este ano é abrir mais 20 clínicas e alcançar um faturamento de R$ 200 milhões.

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Alexandre Sita, da Sorridents, fala ao jornal Valor Econômico sobre profissionais jovens e o franchising no setor de clínicas odontológicas

Profissional jovem entra no universo empresarial

Por Kátia Azevedo

A cada ano 12 mil novos dentistas se formam no país. Saem da faculdade com o desafio de encontrar um lugar num mercado disputado por mais de 200 mil profissionais,  que se concentram principalmente na região Sudeste. Como o número de clientes não cresce na mesma proporção, montar o próprio consultório e ter lucro se tornou uma tarefa das mais complicadas. E as franquias acabam funcionando como alternativa.

O dentista recém-formado ainda não tem muita experiência e a legislação rigorosa impede a promoção das clínicas. Ele acaba forçando a se vincular a convênios, que pagam muito pouco, ou fazer jornada dupla para cobrir a despesa do consultório. Ao montar uma franquia ele se livra desses inconvenientes e entra em contato com o universo empresarial, adquirindo plenas condições de administrar o próprio negócio”, diz Alexandre Sita, diretor de novos negócios da Sorridents.

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