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Valter Pieracciani, diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, assina artigo sobre inovação na revista Inside

As emoções como estratégia para inovar

A essa altura, as empresas brasileiras já entenderam que quem não inovar vai morrer. Entenderam também que a tecnologia é um poderoso catalisador da inovação. Ocorre que , no quesito tecnologia, o Brasil ainda tem muito a caminhar. Por mil motivos, da nossa história aos cenários econômicos das últimas décadas, passando por uma crônica falta de recursos, não pudemos ainda nos destacar como berço tecnológico.

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Inside - Pieracciani

Pieracciani participa de matéria no Valor Econômico sobre os desafios das empresas para inovar

Gestores querem tirar inovação do papel por mais competitividade

Principal desafio é criar cultura que tolera erros, incentiva e premia os funcionários adequadamente.

Por Rafael Sigollo

Depois de governança corporativa, qualidade de vida e sustentabilidade, outro termo ganha cada vez mais força no discurso das empresas: inovação. Assim como aconteceu com os anteriores, no entanto, são poucas as organizações que vão criar políticas para,  efetivamente, tirar essa palavra do papel.

O conceito de inovação por si só já é motivo de confusão, embora existam algumas definições consagradas. Até a lei de incentivos fiscais para que as companhias invistam na prática “não pegou” no país por falta de clareza e objetividade.

Valter Pieracciani endossa que o combustível da inovação é a capacidade humana e a boa notícia, segundo ele,  é que todos somos inovadores – cada um ao seu estilo.

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José Hernani Arrym, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao Valor Econômico sobre inovação

Empreendedores carregam  a experiência das grandes

Por Jacilio Saraiva

A experiência das companhias maiores na área de inovação também pode servir de inspiração para as pequenas, segundo especialistas. Na corretora Segurar.com, criada em 2010, a inovação aparece na maneira de vender seguros: a operação é 100% on-line. “Em um segmento sabidamente conservador, foi mais que uma ousadia”, diz o CEO Oswaldo Romano Jr.

Para José Hernani Arrym, sócio da consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, os principais desafios que os empresários têm de vencer para adotar rotinas inovadoras é conseguir bons líderes, adotar um sistema organizado de ações e conhecer o sistema nacional de inovação.

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Inovação na construção civil é tema da entrevista de Lilian Laraia, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, ao Valor Econômico

Reforma na obra

Por Gleise de Castro

Novas técnicas e novos equipamentos estão transformando os canteiros de obras de todos os portos que se espalham pelo país.  O tradicional assentamento tijolo por tijolo está com os dias contados. Escassez e encarecimento da mão de obra e necessidade de produção em maior escala levaram as construtoras a industrializar as construções, em um movimento que vem se acentuando nos últimos dois anos.

“A construção civil é muito inovadora e criativa”, diz Lilian Laraia, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria especializada em gestão da inovação. Segundo ela, muitas obras de infraestrutura usam tecnologias inéditas, como a técnica de barreira de bolhas, empregada pela Andrade Gutierrez na ampliação do porto de Imbituba (SC),  entre 2009 e 2011, para reduzir a  vibração e barulho provocados pela cravação de estacas, que atrapalhavam a reprodução e amamentação de baleias-fracas na área.

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Diretores da Infracommerce e da Pieracciani participam de matéria na seção Estilo de Vida, do Brasil Econômico

Ondas do mar ensinam jogo de cintura, disciplina e foco

Por Priscila Dadona

Um gestor, um empresário e um profissional de tecnologia, embora sejam de áreas totalmente distintas têm em comum uma paixão: o surf. De gerações diferentes, estes três executivos levam a prática tão a sério que carregam os ensinamentos do mar para o escritório.

O jovem Francisco Forbes, co-fundador da Infracommerce, empresa de full service de e-commerce, como bom apaixonado que é, viaja todo mês para encontrar o mar. “É uma religião. Sou muito disciplinado, só não vou à
praia quando tenho compromisso profissional.”

Outro apaixonado pelo esporte radical é o sócio-fundador da Pieracciani, Valter Pieracciani, 55 anos e há 45 surfista. O empresário, de São Paulo, viaja religiosamente todos os fins de semana para a praia e é tão fanático que, no ano passado, só ficou três finais de semana sem surfar.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre metodologias de inovação ao jornal Valor Econômico

Metodologias levam em conta inteligência coletiva

Por Martha Funke

Os nomes variam. Mas as metodologias mais utilizadas hoje para gerar — e gerir — a inovação levam em conta, acima de tudo, a inteligência coletiva. O resultado é que está mais fácil encontrar boas ideias e o desafio passou a ser filtrá-las e selecionar aquelas que chegarão aos clientes.

Crowdsourcing e open innovation estão entre os modelos mais modernos na busca da inovação. Parecidos, buscam insights junto aos diferentes agentes da organização, desde pesquisadores e cientistas até parceiros, clientes, entusiastas e anônimos em geral.

Segundo o especialista Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e cujos cursos já formaram 115 black belts em inovação (profissionais especialmente treinados para aplicação das metodologias) no país, o design thinking tira proveito de percepções extraídas de grupos de intérpretes compostos por representantes de diversos públicos, como formadores de opinião, consumidores ou funcionários. “Estamos montando um black belt no Brasil com foco em alimentação”, adianta.

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Jornal da Globo entrevista Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, sobre pacote de inovação anunciado pelo governo federal

Governo anuncia pacote para incentivar inovação em empresas

“Em alguns anos, três a cinco anos, nós teremos dois tipos de empresas, as inovadoras e as falidas. Não é possível competir sem inovação e, quanto antes os empresários souberem disso, melhor é”, diz Valter Pieracciani, consultor de empresas.

Em coro com os especialistas em competitividade, o governo quer incentivar o investimento em inovação. A presidente Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 32,9 bilhões para projetos na indústria, agricultura e serviços.

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TV Globo – Jornal da Globo

Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao jornal DCI sobre novo pacote de inovação anunciado pelo governo

Mercado elogia incentivos de R$ 32,9 bi na área de inovação

Por Maria Carolina del Ré

As empresas especializadas nas áreas de tecnologia e consultoria para a iniciativa privada estão animadas com o anúncio do governo, de R$ 32,9 bilhões em crédito para impulsionar, por meio da inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em diversos setores da economia.

Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada em inovação Pieracciani Desenvolvimento e Empresas, entende que o movimento do governo foi muito positivo, mas será necessário recuperar um atraso de quase três décadas.

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Revista segmentada Projeto Pack destaca expertise da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas em Design Driven Innovation

Design-Driven Innovation

A Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, consultoria de gestão com foco em inovação que está há 20 anos no mercado, anuncia parceria estratégia com o italizano Roberto Verganti, professor de Gestão da Inovação na Politécnica de Milão, professor convidado na Harvard Business School e na Copenhagen Business School, autor do livro “Design-Driven Innovation”, lançado no Brasil em maio pela editora Canal Certo, braço da Pieracciani.

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Case de sucesso da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas é destaque em matéria de quatro páginas na Época Negócios

Acabou a dor de cotovelo 

Por Marcelo Cabral

Os cotovelos de Gábor Deák estavam doendo. Presidente da unidade brasileira da fabricante de componentes automotivos Delphi, ele diz que sempre sentia uma pontinha de ciúme quando visitava a sede global da empresa e via placas sobre produtos inovadores da Índia, da China, dos EUA, mas nenhum do Brasil.  Algo precisava mudar.

A saída encontrada pelo executivo atende pela sigla ABNT 16.501.Por trás dessa sopa de letras e números há uma norma criada no final do ano passado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas com o objetivo  de gerir processos inovadores dentro das empresas nacionais. Num trabalho pilotado por Valter Pieracciani, membro da comissão que criou a 16.501 e sócio da consultoria Pieracciani, a Delphi ajustou todos os seus procedimentos e se tornou a primeira companhia a obter o selo.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao Valor Econômico sobre linhas de crédito para inovação

Governo pode lançar mais linhas de crédito para pesquisa 

Por Alessandra Saraiva

O governo estuda uma série de novas linhas de financiamento à inovação, voltadas para setores mais carentes em investimento em pesquisa e desenvolvimento. O formato dos novos programas pode ser similar ao do Inova Petro, linha elaborada por meio de parceria entre Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Petrobras, para a cadeia de petróleo e gás, detalhou ontem o presidente do banco, Luciano Coutinho.

Para a consultoria paulistana Pieracciani, especializada em gestão de inovação, já existem bons instrumentos de financiamento para inovação. Mas o direcionamento do crédito poderia ser mais voltado para o setor de serviços, e não concentrado no setor industrial, como ocorre hoje, avaliou o sócio-fundador da consultoria, Valter Pieracciani. “A indústria sempre é lembrada primeiro.”

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Valor Econômico entrevista diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas sobre inovação guiada pelo design

Forma e conteúdo

Por Jacílio Saraiva

A beleza abre portas. Pelos menos para as empresas que querem se destacar da concorrência e ganhar consumidores com a ajuda do design. Empreendedores de diferentes segmentos ouvidos pelo Valor Ecomônico confirmam um aumento de até 30% nas vendas depois dos investimentos em novos desenhos de mercadorias, embalagens e pontos de venda.

Projeto deve tocar a emoção do consumidor

Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria Pieracciani, especializada em inovação, as empresas devem afetar as emoções do consumidor. “Deve-se acreditar na relação emocional e no afeto que as pessoas podem alimentar por determinados produtos”, diz. Para quem tem poucos recursos para contratar uma agência de design, a dica do especialista é apostar na prata da casa. “Pode-se capacitar equipes internas e ter um retorno em inovação guiada pelo design.”

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Revista Varejo & Oportunidades entrevista diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas sobre inovação

Varejo redesenha as fronteiras da inovação

Por Gerson Genaro

Os tempos mudaram. Os grandes investimentos em inovação, atualmente, procuram assegurar maior proximidade com os consumidores. Boa parte dos novos modelos de negócios, serviços e tecnologias voltadas para o varejo insere justamente a maior pressão exercida pela ponta do consumo em busca de conveniência, um estímulo poderoso para as empresas varejistas serem inovadoras para atender melhor o cliente. 

Segundo Valter Pieracciani, sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor de livros sobre o tema, em breve teremos um P&D diferente. “A área será composta por jovens engenheiros e matemáticos descontraídos em frente a computadores com a incumbência de fazer simulações, elaborar e desenvolver novas formas de comprar e vender. E assim transformar em matéria-prima para a inovação o valioso conhecimento gerado diretamente no contato com o cliente”, diz.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação empresarial à revista Profissional & Negócios

Inovação sem neura

A cobrança excessiva pela criatividade latente e a inovação obrigatória têm deixado profissionais com os cabelos em pé. Mas será que há motivo para tanto desespero? Para o sócio-fundador da consultoria de gestão da inovação, Pieracciani, Valter Pieracciani, não faz sentido cobrar inovação.

A inovação nas empresas é um processo gerenciável, mas não pode olhar apenas os resultados e cobrar. “No campo da inovação, os dirigentes são ‘fornecedores’, ou seja, são eles que criam na empresa e nas pessoas as condições necessárias para que a inovação aconteça repetida, sistematicamente”, diz.

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