Nipônica
Por Maria Cristina Frias
A multinacional japonesa HORIBA, que produz equipamentos para análises clínicas e científicas, vai transferir sua fábrica de São Paulo para Jundiaí.
“A fábrica da capital já não tem capacidade para atender a atual demanda”, diz o presidente da empresa no Brasil, Hamilton Ibanes.
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Japonesa Horiba investe R$ 15 mi em nova fábrica
Por Martha San Juan França
A multinacional japonesa Horiba, conhecida no Brasil como fabricante de equipamentos e reagentes para diagnósticos, quer aproveitar o bom momento do mercado e ampliar suas atividades no país. Para isso, planeja construir uma fábrica em um terreno de 10 mil metros quadrados na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, com previsão de funcionamento no primeiro trismestre de 2013. Ali, a Horiba pretende abrigar inicialmente as operações de duas das cinco divisões que compõem o grupo, conhecido mundialmente pelo desenvolvimento de alta tecnologia aplicada em equipamentos para medição e análise de processos industriais.
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Diagnóstico simples para cortar custos
Por Ana Paula Carrières Munhoz, gerente comercial da HORIBA
Com a ameaça de volta da CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira), que tem como principal destino o investimento em saúde pública, retorna a discussão sobre como investir nesta área e se o problema realmente é financeiro. O tributo foi cobrado por dez anos e a melhora nas condições de saúde dos brasileiros foi muito pequena.
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Grupo Japonês prioriza, no Brasil, pequenos clientes
No embalo do aumento da demanda por serviços de saúde no país, a Horiba, fornecedora do setor de diagnósticos médicos, muda a estratégia de negócios.
O foco agora está nos pequenos e médios clientes – laboratórios, clínicas e hospitais-, especialmente no Nordeste.
“É uma demanda não atendida pelos grandes fornecedores por uma questão de preço mais alto”, afirma Hamilton Ibanes, presidente da Horiba no Brasil.
Segundo o executivo, existem cerca de 10 mil potenciais clientes desse tipo espalhados pelo país. Já os de grande porte são 500.
Para atender os menores que estão “fora do foco da concorrência”, a empresa aposta em parcerias locais para fazer a distribuição de seus produtos.
Já são 17 parceiros e o plano é que esse número aumente para pelo menos um em cada Estado.
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