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David Reck, da agência Enken, fala à revista Exame PME sobre nova ferramenta do Facebook

Para enxergar tudo no Facebook

Em julho, o Facebook lançou a busca social, ferramenta que vasculha registros de preferência e comportamento de seus mais de 2 bilhões de usuários. O sistema responde a perguntas que o Google e o Yahoo! não conseguem, como “filmes e livros que meus clientes de São Paulo gostam” ou “quais restaurantes espanhóis os fãs da minha página frequentam”. Eis três oportunidades que o serviço pode oferecer aos empreendedores, de acordo com David Reck, diretor da agência Enken.

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Enken e underDOGS participam de matéria do portal Exame sobre estratégia de pequenas empresas no facebook

7 erros fatais das pequenas empresas no Facebook

Por Priscila Zuini

Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.

A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS. Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes.

“O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.

Exame.com

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Tiago Luz, da Underdogs, é entrevistado pelo jornal O Globo sobre publicidade móvel no Facebook

Facebook atrás da publicidade móvel 

Por Rennan Setti

“Eu quero dissipar o mito de que o Facebook é incapaz de fazer dinheiro pelo celular”, disse Mark Zuckerberg a investidores de Wall Street quando a empresa divulgou os resultados financeiros do terceiro trimestre.

Tiago Luz, presidente da agência de marketing digital underDOGS, avalia que permitir a veiculação de anúncios nas páginas pessoais dos membros da rede social pode causar um efeito negativo no usuário, sobretudo quando ela é feita de forma pouco segmentada.

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Jornal O Globo consulta Enken e underDOGS sobre diminuição de usuários do Twitter no Brasil

Internauta brasileiro deixa Twitter de lado

Por Bruno Rosa

Nada parecia deter o avanço do Twitter no Brasil em meados de 2008. Verdadeira febre na internet, o microblog conquistava uma legião de usuários famosos, que a todo instante postavam tweets (mensagens) em apenas 140 caracteres. Mas, quatro anos depois, uma reviravolta. Apesar de ter criado até uma versão em português, a rede social americana só tem perdido usuários por aqui.

“O Facebook é muito semelhante ao que era o Orkut. Você consegue conversar, ver fotos e interagir. É como se fosse uma “orkutização” do Facebook. Acho que o brasileiro não entendeu como funciona o Twitter e quer transformar todas as redes no que era o Orkut”, explica Tiago Luz, presidente da agência de marketing UnderDOGS.

Estima-se que o Twitter tenha pouco mais de 40 milhões de contas no Brasil. Levantamento feito pela Enken, agência de publicidade digital, revela que cresceu de 20% para 25% do total da base o número de usuários que não acessaram o microblog no último ano.

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Movimento Criança Mais Segura na Internet, de autoria da advogada Patricia Peck, é referência em matéria do jornal A Tribuna de Santos

Internet para crianças: há limite?

Por Leonardo Costas

O fenômeno é mundial: crianças e adolescentes passam cada vez mais tempo conectados às redes sociais. No Brasil, não é diferente. Recente pesquisa sobre o assunto aponta as crianças do País como as mais jovens a acessar sites de relacionamento. Em média, o primeiro contato é aos 9 anos, enquanto no resto do mundo se dá aos 12 anos.

Segundo Patricia Peck Pinheiro, especialista em Direito Digital e idealizadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, as redes sociais representam oportunidade para os pequeninos se socializarem.

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Sócio da UnderDogs fala à revista ProXXIma sobre criação de feeds em redes sociais

Busca afinada na mídia social

Por Antonio Carlos Santomauro

Assim como a expansão da adoção dos mecanismos de buscas logo gerou uma disciplina dedicada a incrementar a performance em seu uso – o SEO -, o crescente interesse pelas mídias sociais hoje consolida um conceito destinado a abranger as ferramentas capazes de potencializar a presença nesses espaços.

Técnicas como o uso de encurtadores de URLs e a criação de feeds também fortalecem presenças em redes sociais, ressalta Fabiano Rodrigues, sócio e vice-presidente de operações da agência UnderDogs.

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Movimento Criança mais Segura na Internet, do PPP Advogados, é notícia no Jornal do Commercio, de Manaus

Educação digital

Por Nelly Falcão

A história nos mostra outros desafios e quebras de paradigmas que as Escolas já enfrentaram: Educação Moral e Cívica, Educação Religiosa, Educação Física, Educação Sexual, Educação Socioambiental, Educação para o Trânsito e agora, a Educação Digital.

Chegou às nossas mãos um rico material do movimento “Criança Mais Seguras na Internet”, iniciativa da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – e idealizado pela Dra Patricia Peck Pinheiro – do PPP Advogados -, apoiado pela editora Positivo.

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Rafael Kiso, da Focusnetworks, fala à revista Marketing sobre a MídiaNext e a relação entre empresas e redes sociais

O boom das mídias sociais

Última pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research, mostrou que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, um número que desperta a atenção de empresas que veem nessa ferramenta mais um canal para divulgar suas marcas. O entrave, no entanto, dá-se pelo fato de que ainda são poucas as companhias que fazem um investimento próprio nesse segmento – ou fazem e encontram algumas barreiras que os impedem de atingir seu público-alvo. A prova desse cenário é o surgimento de agências especializadas em mídias sociais.

Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks e diretor de novos negócios da MídiaNext, aponta que a maior barreira que existe na relação empresa/redes sociais é o medo.

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Wanderson Castilho, da E-Net Security, fala ao Estado de Minas sobre a perda de privacidade gerada pela internet

Nas barras dos tribunais

Por Shirlei Pacelli e Silas Scalioni

Um depoimento no Orkut pode comprovar uma má conduta na vida real. Roberto Cunha*, de 44 anos, se valeu disso para conseguir resolver uma pendência judicial. Separado há cerca de cinco anos, ele continuava a depositar a pensão do filho que já havia alcançado a maioridade e, segundo ele, tinha um desvio de comportamento e não usava o dinheiro para pagar os estudos, como alegava. Contrariado, o pai criou um perfil falso no site e começou a espionar a página do filho, que permitia o acesso de todos. O juiz considerou as provas encontradas e baixou a pensão para um valor irrisório.

Wanderson Castilho, 40, perito digital e autor do livro Manual do Detetive Virtual, mostra que quanto mais a internet se espalha, mais a privacidade das pessoas diminui.

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Patricia Peck Pinheiro fala ao Jornal do Commercio, do Rio Grande do Sul, sobre postura em redes sociais

Internet, a terra com lei

Por Patrícia Knebel

Em forma de textos, comentários ou frases de até 140 caracteres, milhões de pessoas ganharam voz através da internet. Nas redes sociais, os usuários comentam fatos, criticam atitudes, fazem declarações de amor e brigam. Muitos, inclusive, passam dos limites: ofendem, caluniam e postam conteúdos discriminatórios.

Para a especialista em Direito Digital, Patricia Peck Pinheiro, esse é um problema educacional. “Estamos entregando um recurso extremamente valioso para realização plena dos direitos individuais, mas a liberdade de expressão vai até o limite onde não infringe outros direitos, como a proteção da imagem e da reputação”, comenta.

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Dra. Patricia Peck Pinheiro, maior especialista em Direito Digital do País, e Viviane Luswarghi, coordenadora do Movimento Criança Mais Segura na Internet, oferecem diversas dicas ao Diário da Região, de São José do Rio Preto, sobre como pais de crianças e adolescentes devem agir para proteger seus filhos nas redes sociais

Segurança Virtual

Por Gisele Bortoleto

Se você é o tipo de pai que 1) não se importa que seu filho fique durante horas na frente do computador; 2) não tem ideia de quais redes sociais ele participa, não sabe o que é Twitter, Orkut, Myspace ou Facebook; 3) desconhece com quem ele conversa e o tipo de informação que troca na rede: é bom ficar atento.

São cada dia mais frequentes as notícias de crianças e adolescentes vítimas de pedófilos, de cyberbullying ou com suas fotos indo parar em sites pornográficos. Uma investigação feita para a Comissão Europeia com mais de 20 mil jovens de 25 países europeus mostra que um quarto das crianças registradas em redes sociais como Orkut ou Facebook definiu seu perfil como “público”. Isso significa que todos os seus dados, como informações e fotos, podem ser vistos por qualquer pessoa.

A Dra. Patricia Peck, da Patricia Peck Pinheiro Advogados, dá diversas dicas para pais de crianças e adolescentes saberem como evitar a “delinquência digital”.

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Dra.Patricia Peck Pinheiro fala ao jornal Estado de S. Paulo sobre o que fazer para evitar problemas jurídicos durante o uso de redes sociais nas empresas

Um Facebook para chamar de seu

Por Naiana Oscar

A primeira reação que as redes sociais causaram nos ambientes corporativos foi de aversão. As ferramentas foram logo reconhecidas como inimigas da produtividade, propagadoras de notícias negativas sobre a empresa e, mesmo, potenciais canais para vazamento de informações. Passado o choque, tornou-se no mínimo de bom tom estar nas redes. Mais que isso: agora, as grandes companhias querem “um Facebook para chamar de seu”.

A adesão, nesse caso, não é obrigatória e os assuntos comentados não são restritos aos profissionais. Há imagens de família, viagens e festas. Mas é naturalmente um ambiente comedido. Os usuários também são orientados a não exagerar na exposição e a serem “respeitosos” na troca de mensagens.

Advogada especializada em direito digital, Patricia Peck é constantemente consultada para resolver dilemas sobre como os funcionários devem se comportar nas redes sociais. Dos 30 clientes que procuraram o escritório de advocacia, cinco deles queriam criar suas redes internas. Para evitar problemas jurídicos, Patricia aconselha que os funcionários sejam treinados e educados antes de serem apresentados à nova ferramenta de comunicação. “Não é censura, mas liberdade de expressão sem riscos jurídicos”, afirma Patricia.

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Focusnetworks e Direct Labs participam de matéria sobre a possível segunda bolha da internet na revista InformationWeek

A bolha do Facebook assusta?

Por Gilberto Pavoni Junior

A rede social Facebook está assustando o mundo e não é por sua inovação tecnológica ou por ter gerado um bom filme. A especulação toda gira em torno do seu alto valor de mercado e uma possível bolha especulatória prestes a explodir no setor. Algo semelhante ao ocorrido em 2000, quando centenas de empresas de internet sumiram do mapa, os preços de ações foram exterminados e uma onda de volatilidade atingiu o mundo todo causando uma depressão traumática em tudo o que estava relacionado à tecnologia.

“Pode haver alguma especulação no valor em torno do Facebook, mas a empresa é promissora e mudou o modo como nos relacionamentos com a internet”, aponta o diretor de novos negócios da Focusnetworks, Rafael Kiso.

Qualquer esvaziamento dos preços de mercado não seria endêmico como foi em 2000. “Na época havia empresas de servidores, redes e consultorias que planejavam vender muito com as pontocom e viram os planos frustrados”, lembra o consultor de mídias sociais da Direct Labs e cocriador da rede de relacionamento Via6, Diego Monteiro.

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