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Casa do Construtor fala sobre plano de expansão no Sul para o jornal Diário Industria & Comércio de Curitiba

Casa do Construtor expande no Sul e conquista nova unidade no Paraná

A Casa  do Construtor, rede de franquias para locação de equipamentos direcionados à Construção Civil, com 20 anos de atuação no mercado, dá continuidade ao seu plano de expansão pelo país e inaugura nova loja no Paraná, na cidade de Cambé.

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Casa do Construtor -Diário Industria & Comércio (PR)Impresso

 

Matéria de duas páginas na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios conta trajetória de David Reck, diretor da Enken

Lições da Estrada

O paulistano David Reck, 32 anos, é apaixonado por motos desde criança, quando sonhava em pilotar uma Harley-Davidson como as que via nos filmes. Na adolescência, teve uma scooter e, depois, uma motocicleta, com a qual ia para o trabalho. Conforme a carreira evoluiu, ele deixou o capacete de lado para vestir terno e gravata. “Visitava clientes, então precisava parecer mais velho e estar bem alinhado”, diz Reck.

Em 2004, ele decidiu fundar uma agência de marketing digital, a Enken. Hoje a empresa tem 50 funcionários e atende clientes como a Gafisa e as maternidades Pro Matre e Santa Joana, entre outros.

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Marcel Magalhães, diretor da UNS Idiomas, é destaque como empresário inovador em matéria da revista Empreendedor

Espírito Inovador

Imagine um empresário que do nada decide que visitará todas as unidades de rede para ver performance de atuação e captar ideias de fraqueados e alunos. Ou decide que precisa sair da mesmice e cria um curso nomeado “UNS Experience”, desenvolvido para a terceira idade. Este personagem é Marcel Magalhães, proprietário da UNS Idiomas, conhecido no meio empresarial como “o empreendedor que vive de inovação”.

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Karin Campos, diretora da GVP IT Solutions, e Carla Renata Sarni, fundadora da Sorridents, são destaque em matéria de capa sobre mulheres empreendedoras do jornal O Estado de S. Paulo

Elas contam como viraram mulheres de negócios

Por Cris Olivette

A advogada Helena Toledo é empresária há apenas dois anos e conta que está adorando a nova condição. “É uma iniciativa bastante desafiadora e me sinto realizada”. A cada obstáculo superado, Helena se descobre uma pessoa empreendedora. “Tenho uma veia de marketing que eu desconhecia. Porém, para lidar com as finanças estou fazendo cursos no Sebrae”, revela.

Assim como Helena, em dez anos mais de 441 mil mulheres ingressaram no mundo dos negócios só no Estado de São Paulo. Estudo do Sebrae-SP aponta que nesse período a participação feminina cresceu 25%, o que demonstra que as mulheres têm muito o que comemorar no próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Agora, elas são mais de 1,43 milhão.

Na visão da diretora de gestão de pessoas da GVP IT Solutions, empresa especializada em tecnologia e inovação para gerenciamento empresarial, Karin Campos, não existe uma fórmula pronta para as mulheres serem empresárias de sucesso.

A dentista Carla Renata Sarni, fundadora da franqueadora Sorridents Clínicas Odontológicas, afirma que também conciliou muito bem a maternidade com os negócios. “Sou uma mulher muito prática. Nos dois partos que tive fiquei em  casa cerca de dez dias apenas. Claro que para continuar trabalhando precisei montar uma estrutura”.

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História da Avell, fabricante de notebooks, é tema de matéria no Estadão

‘A dica é manter o foco e se especializar’

Por Cris Olivette

Emerson Salomão nasceu em Londrina, mas foi criado por um tio que morava em uma cidadezinha do interior do Paraná. “Fiquei órfão muito cedo e quando fiz 18 anos, achei que era hora de cuidar da minha vida. Fui para Joinville (SC), determinado a montar meu próprio negócio.” Em 2004, ele criou a Avell, marca de notebooks de alto desempenho.

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Franqueada da Sorridents fala sobre ser mãe e empresária à revista Gestão & Negócios

Mães e empresárias

Por Pauline Machado

Maio é o mês das mães – mulheres fortes, determinadas, de corações grandes e amor imensurável. Mulheres que além do grande papel de mãe, muitas ainda lidam com o desafio de serem empresárias.

Mas como dar conta dessa dupla jornada com excelência, comprometimento e dedicação?

“Quando a minha primeira filha estava para completar 1 ano, fiz uma festa em um buffet infantil, me encantei pelo evento e pelo negócio. Naquela época, trabalhava em uma companhia aérea e era muito feliz com o que fazia, mas sentia que faltava alguma coisa. Então, resolvi investir o que tinha para montar o meu primeiro negócio, um buffet infantil e logo em seguida a clínica Sorridents. Não foi fácil, pois é uma mudança muito grande na vida de uma mulher.” diz Rose de Oliveira Paiva.

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História da agência Enken é tema de matéria na revista Empreendedor

Desejo Honrado

Nascido em uma família de empreendedores, aos 13 anos David Reck queria ganhar dos pais uma empresa de presente. A ideia era transformar suas atividades informais (desenvolvimento de trabalhos em BBS, a comunidade virtual precursora da internet) em um negócio de verdade. O sonho teve que ser adiado,  mas nunca foi esquecido. Em 2004, depois de concluir Engenharia da Computação e realizar uma carreira meteórica em uma agência de publicidade, Reck fundou em São Paulo a Enken Comunicação Digital, agência especializada no desenvolvimento de soluções digitais corporativas.

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Diretores das empresas ClearSale, Focusnetworks e MídiaNext falam sobre empreendedorismo à revista Gestão & Negócios

Preparado para empreender?

Por Milena Parente

Empreender. Inventar ou reinventar algo. Trazer ao público uma experiência totalmente inusitada ou, simplesmente, sobre algo já existente. Simplesmente? Digamos que empreender não é uma tarefa tão simples assim. Atualmente, vivemos em uma era em que há muitos negócios e tecnologias cada vez mais sofisticadas que acirram a concorrência, e softwares que auxiliam o dia a dia de um empresário. E para que tudo isso dê certo, o que é necessário para um empreendedor encontrar o verdadeiro caminho para o sucesso?

A carga tributária foi uma das principais dificuldades que esbarrou no início da ClearSale, é o que informa o CEO da empresa, Pedro Chiamulera, que também cita a falta de dinheiro para pensar no estratégico e muita burocracia estatal. De todos os contratempos, ele levanta o que considerou mais difícil na abertura da empresa: ter as pessoas certas e alinhadas e manter o foco no core, apesar da pressão financeira.

Segundo o diretor de novos negócios da Focusnetworks e fundador da MídiaNext, consultoria de planejamento digital, Rafael Kiso, há uma diferença entre ser empreendedor e ter espírito empreendedor. “Ter boas ideias não tem idade, mas empreender tem. A idade certa é aquela na qual a pessoa está preparada tecnicamente e tem, pelo menos, alguma experiência gerencial como empregado. Salvo as exceções, esse é o caminho mais provável do sucesso”.

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O Estado de S.Paulo conta trajetória vencedora do empresário Eduardo Morato, diretor da Off Field

Um empreendedor de sucesso

Eduardo Morato era gerente de uma grande empresa de bebidas quando foi convidado para trabalhar no São Paulo Futebol Clube, onde atuou como diretor executivo de Marketing e assessor da presidência durante quatro anos.

A experiência permitiu que ele realizasse um grande sonho: empreender. Em 2006, criou a Off Field – agência de marketing promocional com foco no futebol.

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Revista Época São Paulo destaca perfil empreendedor de Carla Sarni, presidente da Sorridents

Ela faz todo mundo sorrir

Vendedora das boas, a dentista Carla Sarni virou empresária e montou uma rede de 113 consultórios com serviços a preços populares

por Regiane Teixeira

Ela fez a primeira venda de sua vida aos 8 anos de idade. A oportunidade surgiu por acaso: uma caixa cheia de rolos de linhas foi entregue, por engano, na pequena loja de roupas de sua mãe, em Pitangueiras, município de 30 mil habitantes no interior paulista. Antes que o material fosse parar no porão, Carla Renata Sarni levou tudo para frente do comércio e vendeu as linhas em voz alta. Com o dinheiro , a menina começou a juntar dinheiro para comprar uma bicicleta.

Nascia ali a vendedora. Anos depois, Sarni se formou dentista na Universidade José do Rosário Vellano (Unifenas), em Minas Gerais, mas continuou vendedora: seus custos eram pagos vendendo roupas nas repúblicas de estudantes. “Carla nunca teve vergonha de vender nada”, diz sua mãe, Edith Sarni. “Na época da faculdade, eu chegava com as roupas, ela ia até a lanchonete, batia palmas e chamava as pessoas para ver a mercadoria. Em pouco tempo, vendíamos tudo”. Hoje, aos 36 anos, Carla é a dona da Sorridents, franquia de serviços odontológicos com 113 consultórios em oito Estados do país – e uma das maiores da América Latina.

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Portal Exame destaca aliança entre o Grupo Direct e a espanhola Multiplica

Grupo Direct se alia a Multiplica para ir ao exterior

O grupo Direct e a empresa espanhola Multiplica firmaram uma aliança para internacionalizar e fortalecer as duas marcas

por Priscila Zuini

O Grupo Direct, holding especializada no desenvolvimento de tecnologias para relacionamento com o consumidor, anunciou parceria com a Multiplica, empresa espanhola de consultoria em marketing digital.

Daniel Heise, CEO do Grupo Direct, conta que sempre teve vontade, como empreendedor, de conseguir passar a barreira do mercado nacional. “Quando lançamos o Scup [ferramenta de monitoramento de marcas em redes sociais] percebemos que era um produto de classe mundial, que tinha força para competir lá fora’, explica.

Hoje, a Multiplica atende clientes como Vodafone, Telefônica e Google, e atua em Barcelona, Madrid, Santiago, Buenos Aires, Cidade do México e Miami. Já o Grupo Direct, fundado em 2000, presta serviço para empresas como Gol, Bradesco e Pão de Açúcar.

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http://portalexame.abril.com.br/pequenas-empresas/noticias/grupo-direct-se-alia-multiplica-ir-ao-exterior-587075.html

Ernesto Villela, da Enox, fala das novas metas da empresa para o jornal Brasil Econômico

Depois dos bares, Enox vai a postos e supermercados

Em seis anos de atuação, empresa de mídia de interiores consegue convencer grandes empresas a participar do negócio

por Amanda Vidigal Amorim

O Projeto inicial da Enox era apenas vender espaços publicitários em banheiros de bares de Curitiba. Mas a empresa de mídia indoor (anúncios em ambientes fechados) planejou a expansão e conquistou muito mais do que almejara inicialmente. Hoje veicula publicidade em restaurantes, academias, lojas de departamento e shoppings de todo o Brasil.

Passaram- se seis anos desde que Enersto Villela fundou a Enox, e nesse período foram criados 20 escritórios pelo Brasil, com 100 funcionários.  Hoje a fase é de preparação para ser uma grande empresa em cinco anos. E para isso a Enox quer agora divulgar publicidade em supermercados e postos de gasolina.

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Direct Labs, Enken e Patricia Peck Pinheiro Advogados falam para Especial Internet do Meio&Mensagem

@rrisque

Se sua empresa ainda estuda se participa ou não das redes sociais virtuais, é bom que saiba que ela, na verdade, já está lá. Estão falando de você, dos seus produtos e serviços, sabe como e por quê?

A conexão das pessoas em rede, via internet, é fênomeno mundial, que encontrou no Brasil terreno favorável para se consolidar e mobilizar milhões.

Para Diego Monteiro, consultor de redes sociais da empresa Direct Labs, “o maior risco, para um empresa, é não correr o risco de estar nas redes sociais”.

O que a experiência comprova é que o ingresso das empresas nas redes, como os sites de relacionamento Orkut e Facebook e o serviço de microblog Twitter, deve ser muito bem pensado e planejado.

David Reck, diretor da agência digital Enken, ensina que é preciso, antes de qualquer iniciativa, analisar a posição da empresa no mercado, conhecer sua imagem e o que o consumidor já está falando dela nas redes sociais virtuais. Depois, deve-se formar um comitê interno, juntando profissionais de setores-chave, como marketing e vendas, jurídico e recursos humanos, para a definição conjunta de uma estratégia nas redes. É fundamental a definição clara do que  e como vai se falar e a atribuição de responsabilidades, para a resposta rápida às demandas do consumidor. “O grande erro é quando a empresa não se prepara para resolver problemas nos novos canais criados, achando que vai fazer apenas marketing”, lembra Reck.

Para Diego Monteiro, problemas podem surgir pelo fato de muitas empresas utilizarem “estrutura e processos 1.0 para fazer ações 2.0.” Presença online, diz o consultor, exige treinamento específico.

Normas corporativas

O avanço das redes sociais virtuais criou um novo problema no ambiente corporativo: o conteúdo e o tom da conversação estabelecidos pelos funcionários quando navegam na internet.

“As próprias empresas estão gerando problemas nas redes sociais. Os diretores e funcionários se engajam e isso foge ao controle da empresa”, analisa Diego Monteiro, consultor de redes sociais da empresa Direct Labs.

O caso negativo mais emblemático foi o funcionário da empresa de tecnologia Locaweb, que falou preconceituosamente da torcida de São Paulo  em seu perfil pessoal no Twitter. O problema era que a Locaweb apoiava o clube paulista. O tal funcionário acabou demitido.

Para evitar traumas como esse, empresas têm procurado especialistas em direito digital para elaborar normas de uso das redes sociais virtuais pelos empregados, quando respondem pela empresa ou não. “A internet deixa tudo registrado. É preciso cuidado na hora de responder ao consumidor”, alerta o advogado Leandro Bissoli, do escritório Patricia Peck Pinheiro.

David Reck, diretor da agência digital Enken, também pede zelo nos contatos com o consumidor: ” Em redes, todo anúncio que faço é uma peça publicitária, que aparece nos resultados de busca [de sites como o Google]”. Segundo Reck, não estamos mais no tempo em que se respondia individualmente. “Hoje se fala de um para ene”.

De acordo com o advogado Bissoli, é necessário primeiro conscientizar e capacitar os funcionários sobre os riscos e particularidades do relacionamento nas redes virtuais. Uma das recomendações do advogado é fugir das “guerrilhas online”, quando o funcionário assume o papel de defensor ardoso da empresa e de seus produtos ou serviços, em um embate com o consumidor.

É também bom evitar críticas aos concorrentes nas redes sociais. “Não é o meio adequado,” justifica o advogado.

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Jornal Meio&Mensagem traça perfil profissional do perito em crimes digitais Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security

Sherlock Holmes 2.0

Por Bruno Borin

Com mais de 500 casos resolvidos em sua bagagem, Wanderson Castilho trabalha com crimes digitais, mas sua profissão pode ser um tanto incomum à primeira vista. Resolvendo casos através (e por conta) das novas tecnologias, ele é conhecido como um detetive virtual.

Segundo o próprio Castilho, no Brasil o número de casos de crime eletrônico é muito grande e nem 2% deles chegam a ser solucionados. “As autoridades não têm ferramentas nem conhecimento sobre o crime eletrônico, mesmo porque o País não tem nem leis específicas sobre o assunto”, explica.

Pensando nisso, ele lançou no ano passado o ‘Manual do Detetive Virtual’, apresentando casos e resoluções do mundo digital, além de dicas para os internautas prevenirem esse tipo de crime.

Revista 29 Horas destaca perfil empreendedor de Carla Sarni, presidente da Sorridents

Carla Renata Sarni

Proprietária de uma rede de clínicas odontológicas, a Sorridents, esta dentista e empresária quer democratizar o sorriso no Brasil e lá fora

por André Santos

Aos 36 anos, à frente da maior franquia da área odontológica do país, Carla soube enxergar o potencial da classe C, sempre esquecida e desprezada pelo setor de serviços e saúde. “O respeito ao paciente, a capacitação dos profissionais e o acesso a uma estrutura tecnológica de ponta – entre os nossos parceiros e fornecedores estão as maiores fabricantes de produtos odontológicos do mundo – são as nossas prioridades”, explica a empresária e dentista.

Voos internacionais são a nova meta de Carla, que recebeu convites para abrir unidades nos Estados Unidos e deve se decidir pela expansão. “Nossa expectativa é entrar em 2013 com 200 unidades em operação”, afirma.