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Enken é case em matéria sobre gestão de RH no especial Pequenas e Médias Empresas do jornal Valor Econômico

Descontração dá bons resultados

Por Kátia Simões

Foi pensando em construir um negócio que agregasse conhecimento, satisfação e bom desempenho aos funcionários, que David Reck, 32 anos, criou em 2004, em São Paulo, a Enken. A agência de marketing integrado foi fundada como sociedade anônima com o objetivo de um dia distribuir ações para os funcionários, embora fosse muito pequena.

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Brasil Econômico entrevista Tiago Luz, CEO da UnderDOGS, sobre a onda de investimentos estrangeiros em startups brasileiras

Com a palavra… Tiago Luz

Por Carolina Marcelino

Muitos investidores estão de olho nas startups brasileiras, que têm mostrado um ótimo desempenho neste ano. Tiago Luz fala um pouco sobre a underDOGS, agência de marketing digital que também recebeu investimento estrangeiro.

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História da agência Enken é tema de matéria na revista Empreendedor

Desejo Honrado

Nascido em uma família de empreendedores, aos 13 anos David Reck queria ganhar dos pais uma empresa de presente. A ideia era transformar suas atividades informais (desenvolvimento de trabalhos em BBS, a comunidade virtual precursora da internet) em um negócio de verdade. O sonho teve que ser adiado,  mas nunca foi esquecido. Em 2004, depois de concluir Engenharia da Computação e realizar uma carreira meteórica em uma agência de publicidade, Reck fundou em São Paulo a Enken Comunicação Digital, agência especializada no desenvolvimento de soluções digitais corporativas.

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Folha de S. Paulo destaca grupo de leitura formado por equipe da Enken Comunicação Digital

Empresas montam grupos para leitura

“O Monge e o Executivo”, do americano James Hunter, lidera os rankings de vendas de livros de gestão no Brasil.

Na agência de publicidade Enken, um grupo se organizou para estudar o livro em ciclos de periodicidade. Fábio Menezes, 31, gerente de tecnologia da empresa, explica o que aprendeu com “O Monge e o Executivo”: “É preciso manter o equilíbrio e mostrar para a equipe que todos são iguais e que dependem do grupo inteiro”.

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Diretora da agência underDOGS fala à Folha de S. Paulo em matéria sobre livros com cunho empresarial

Sucesso é creditado à falta de teoria

O diretor Antonio Pina, 42, da empresa de TI Tecla, estava na sala de embarque de um aeroporto quando comprou “O Gerente Eficaz”, de Michael Armstrong. Terminou de ler e adquiriu mais quatro exemplares: um para cada gerente.

Tânia Gomes, 37, diretora-executiva da agência underDOGS, leu “Trabalhar com Você Está Me Matando”, da GMT. “Sou chefe e o título chamou a atenção porque pensei que alguém (da equipe) poderia sentir-se nessa posição”, conta a gestora.

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Meio & Mensagem publica matéria com entrevista de Rafael Kiso, sócio-diretor da Focusnetworks, sobre a falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho

Help! I need somebody!

Por  Guilherme Azevedo

Não estamos em Liverpool nem nos anos 1960, mas Help!, um dos grandes hits dos Beatles, a banda que mudaria a história da cultura pop, está em primeiro lugar em um hipotético set list das agências de publicidade digitais brasileiras. Um segmento que, segundo o Censo Digital 2009 da Abradi, a associação do setor, se constitui de 2.275 empresas e emprega mais de 20 mil funcionários. O motivo do pedido de socorro não é simples, mas facilmente identificável: a falta de gente qualificada disponível.

Os profissionais mais tarimbados têm sido assediados constantemente, tanto por agências mais tradicionais – que incorporam o digital ao  dia a dia dos projetos de seus clientes e lançaram departamentos próprios de novas mídias – quanto por veículos e anunciantes, que identificaram a necessidade de ter em seu marketing gente qualificada a posicionar seus produtos e serviços na comunicação com seu novo consumidor.

Consequentemente, o salário pago ao mídia digital tem subido, com reflexos mais diretos sobre as agências especializadas, que historicamente foram as principais formadoras de mão de obra qualificada para o mercado. A entrada das agências mais antigas na disputa pelas contas e projetos digitais dos clientes fez dos profissionais das especializadas os primeiros da lista de preferência. “Os profissionais estão rodando o tempo todo e não chegam a ficar nem um ano nas agências, sendo bons ou ruins. Os salários exorbitantes que algumas agências pagam colaboram para esse cenário. A Abradi tem feito alguns movimentos para regulamentar isso tudo, mas não será fácil”, alerta Rafael Kiso, sócio-diretor da Focusnetworks, agência com expertise nas novas mídias digitais.

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