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Velloza & Girotto Advogados é exemplo de escritório butique em matéria do Brasil Econômico

Grandes empresas procuram as pequenas bancas

Por Luciano Feltrin

Pequenos mas altamente especializados, os escritórios de advocacia que atuam no modelo de butiques vêm se consolidando no Brasil.

O escritório Velloza & Girotto tinha até o final dos anos 1990 como principal atividade a área tributária e, mais recentemente, participou de fusões entre Banco do Brasil e Principal, e da compra pela Instituição Federal de parte do Banco Votorantim.

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Patricia Peck Pinheiro fala ao jornal O Globo, do Rio de Janeiro, sobre polêmicos projetos de lei norte-americanos

Sites fazem blecaute contra lei antipirataria

Por André Machado

Em protesto contra dois projetos de lei antipirataria que tramitam no Congresso americano, milhares de sites de internet promoveram ontem um blecaute coordenado. A versão em inglês da enciclopédia colaborativa Wikipedia e mais de dez mil outros sites de todo o mundo retiraram suas páginas do ar. O Google estampou uma tarja preta sobre o seu logo, e a cor de fundo de vários outros endereços, inclusive brasileiros, foi o preto, em repúdio à legislação.

A advogada Patricia Peck diz que, para coibir violações na web, qualquer medida legal deve envolver os provedores.

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Dra. Patricia Peck fala sobre cibercrimes ao Valor Econômico. Tema rende chamada e foto da advogada na capa do caderno Empresas

Bancos médios viram alvo de fraude nos EUA

Regularmente a Experi-Metal, empresa de autopeças sediada em Michigan, Estados Unidos, recebia e-mails de seu banco, o Comerica, com instruções diversas. Assim, o sócio controlador Keith Maslowski não ficou surpreso, no começo de 2009, quando um desses emails solicitou a ele que preenchesse um “formulário de relação de negócios com os clientes do Comerica”. Ele digitou seu nome de usuário, senha e número de identificação pessoal em token – às 7h35 de 22 de janeiro do ano passado. Menos de sete horas depois, os cofres da Experi-Metal estavam vazios.

Muitos cibercriminosos cometem fraudes usando provedores de e-mails que têm os dados guardados em centro de dados de outros países. O rastreamento dos dados além das fronteiras brasileiras acaba inviabilizado. “O cirbercriminoso deveria ser responsabilizado e punido pelo crime, mas ainda é difícil reunir provas técnicas que identifiquem o bandido ou a quadrilha”, afima Patricia Peck, sócia do PPP Advogados.

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IstoÉ Dinheiro publica matéria com entrevista do advogado Ventura Alonso, sócio do Pires & Gonçalves, sobre desapropriação de imóveis

Desapropriar para crescer

Por Cristiano Zaia

O advogado Ventura Alonso Pires, sócio do escritório Pires & Gonçalves Advogados, diz que nunca viveu situação parecida em 16 anos de atuação na capital paulista: nos últimos quatro anos, viu dobrar em sua banca o número de ações de desapropriação de imóveis.

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The Guardian, um dos principais jornais da Inglaterra, publica matéria com ponto de vista de Cesar Amedolara, do Velloza & Girotto Advogados

Agência do Brasil com sistema antitruste ganha poder

Uma revisão do CADE, órgão regulador antitruste do Brasil, deu à agência mais autoridade e prazos mais curtos, reduzindo a incerteza que pairava sobre a atividade de fusão na maior economia da América Latina.

O Brasil foi o terceiro mercado mais quente para fusões e aquisições durante os três primeiros trimestres do ano, com negócios anunciados, totalizando US $ 54,7 bilhões, segundo dados reunidos pela Thomson Reuters.

“Nós já temos um mercado forte e ativo para as fusões e aquisições, por isso precisamos ter cuidado para não dar um passo atrás”, explica Cesar Amendolara, sócio do Velloza & Girotto Advogados Associados.

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Advogado do Velloza & Girotto fala ao programa Justiça da Manhã, da rádio Justiça, sobre novo parecer da AGU

A Advocacia Geral da União (AGU) deve publicar nos próximos dias um parecer sobre a venda de terras a estrangeiros, com o objetivo de solucionar algumas questões sobre o tema através de medidas emergenciais. O especialista em direito empresarial e investimentos estrangeiros no Brasil, Dr. César Amendolara, do Velloza e Girotto Advogados, falou sobre o tema ao programa Justiça da Manhã, da rádio Justiça, de Brasília.

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http://www.dataclip.com.br/extranetnovo/cliente/exibe_materia.asp?id=7323&token_acesso=%FC%2A

DCI ressalta atuação do Pires & Gonçalves Advogados com foco na migração estratégica para Alphaville

Banca segue empresas em novo eixo e vai para Barueri

Depois de 15 anos de atuação, o escritório paulista Pires & Gonçalves Advogados Associados resolveu apostar em um novo eixo econômico e de negócios e mudou, no início de agosto, sua sede de operações da Avenida Brigadeiro Faria Lima para Alphaville. Um dos motivos foi a migração de diversas empresas para o local, como Phillips, Redecard, Vivo, Nokia e Acer, em grande parte por conta de incentivos fiscais. “O local é privilegiado e está crescendo muito. Foi uma mudança estratégica para ficar próximo dos nossos clientes, que estão também em Campinas e Sorocaba, e para atender novas empresas”, afirma Ellen Cristina Gonçalves, sócia fundadora da banca.

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Valor Econômico registra opinião de Luiz Girotto, do Velloza e Girotto Advogados, em caso sobre Imposto de Renda

Imposto de Renda entra no cálculo da contribuição paga sobre royalties

Por Laura Ignacio

O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) que incide sobre os valores remetidos ao exterior para pagamento de royalties entra na base de cálculo na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) – tributo que deve ser recolhido sempre que for feita uma remessa de recursos.

O advogado Luiz Girotto, do Velloza e Girotto Advogados, explica que a solução de divergência vincula auditores fiscais e delegados, mas não influencia no entendimento do Carf. “E como ao julgar a favor do contribuinte a votação foi unânime, isso quer dizer que conselheiros representantes do Fisco também entenderam que o valor de IR embutido na remessa não entra na base de cálculo da Cide”, argumenta.

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Advogada do Velloza & Girotto cede entrevista a caderno especial do Valor Econômico

Patrimônio fermentado

Nunca foi tão positivo o mercado para os profissionais dispostos a atender as demandas dos milionários brasileiros. De acordo com estudo produzido pela Merrill Lynch Global Wealth Management e pela consultoria Capgemini, o Brasil fechou o ano de 2010 com 155,4 mil pessoas com recursos líquidos para investir superiores a US$ 1 milhão.

“O que é indicado para um ativo imobiliário pode ser péssimo para quem optar por operações financeiras”, afirma a advogada Andrea Nogueira, do escritório Velloza & Girotto.

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Cliente SA destaca opinião da Dra. Ellen Gonçalves, do Pires & Gonçalves Advogados, sobre postura de empresas em relação ao SAC

Reclamações que viram processos

O atendimento ao cliente precisa ser melhorado para satisfazer o consumidor que entende as falhas, mas cobra agilidade na solução, é o que afirma Ellen Gonçalves, advogada do escritório Pires & Gonçalves Advogados Associados. Para ela, o SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente – é a principal porta de entrada dos processos judiciais, uma vez que dúvidas mal esclarecidas tornam-se reclamações, podendo se tornar um processo com pedido de danos morais.

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Ricardo Mourão e Jessica Heumann, do Velloza & Girotto Advogados, falam ao Valor Econômico sobre mercado de fundos recebíveis

Fundos de recebíveis têm redução de novas ofertas

Por Adriana Cotias e Vinícius Pinheiro

Após registrarem um forte crescimento entre 2005 e 2008, período de bonança no mercado de capitais brasileiro, as emissões de fundos de recebíveis patinam e, se seguirem a toada do primeiro semestre, dificilmente mostrarão acréscimos significativos em relação ao ano passado. Mal ensaiou uma reação em 2010, o setor se viu às voltas com o rombo bilionário no PanAmeriano e com o pacote de medidas de aperto ao crédito, que fez com que as instituições desacelerassem o passo na originação de novas operações.

Após o ensaio de recuperação em 2010, o mercado de fundos recebíveis entrou em uma espécie de “inércia” e o que mais se vê agora são emissões de novas séries de fundos já existentes, o que explica o aumento patrimonial, observam os advogados Ricardo Mourão e Jessica Bernstein Heumann, do Velloza & Girotto.

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Jornal Valor Econômico entrevista Victor Haikal, do PPP Advogados, sobre precaução de crimes na web

Falta consenso para votar novas regras para internet

Por Cibelle Bouças

A discussão sobre direitos e deveres na internet, que se arrasta no Brasil há mais de uma década, voltou a ganhar atenção nas últimas semanas, com a onda de invasões de hackers a sites da administração pública. Cercado de polêmica desde o início – como seria de se esperar sobre um assunto desse tipo – o debate pode chegar às primeiras conclusões oficiais nas próximas semanas, embora seus interlocutores ainda pareçam longe de um consenso e sobrem dúvidas para o setor.

Na última versão apresentada pelo Ministério da Justiça, a proposta de marco civil da internet estabelece que os provedores de acesso podem optar pela guarda de dados dos usuários, como o endereço da máquina usada para acessar a web (IP) e data da conexão.

“Os defensores da liberdade de expressão consideram que essa guarda de dados permitiria aos provedores de acesso vigiar os acessos dos usuários”, afirma Victor Haikal, sócio do escritório Patricia Peck Pinheiro.

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Ellen Gonçalves, sócia do Pires & Gonçalves Advogados Associados, é destaque em matéria do jornal Correio, da Bahia, sobre a forma adequada de registrar reclamação na ANS

Saiba como registrar uma reclamação na ANS

Publicadas ontem, as novas regras da ANS passam a valer em setembro deste ano. Os usuários que não conseguirem agendas as consultas de acordo com as novas regras têm três maneiras de registrar reclamação na ANS: pessoalmente – levando a documentação sobre o caso -, por telefone ou pela internet. A agência tem postos de atendimento físico espalhados pelo Brasil nas seguintes cidades: Brasília (DF), Belo  Horizonte (MG), Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ),  Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP) e Salvador (BA).

A advogada especialista em direito do consumidor, Ellen Gonçalves, explica que, antes de registrar queixa, é importante que o consumidor entre em contato com a sua operadora para saber o motivo do não atendimento. “Há de se verificar que nem em atendimento particular se consegue cumprir todos esses prazos. É um sistema complexo e precisamos analisar como vai funcionar na prática, afinal não é um prazo muito grande”, observa.

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