Category: Revista Época

JOÃO SANTANA E L.O. BAPTISTA ADVOGADOS NA REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS

Dois clientes da Ideias & Efeito participaram de uma matéria na edição de maio da revista Época Negócios sobre tecnologias no setor de infraestrutura.  Os especialistas Alberto Sogayar, sócio do L.O. Baptista Advogados, e o João Santana, sócio da CS Consulting, comentaram o assunto.

Valter Pieracciani fala sobre presidenciáveis e suas propostas de inovação em geração de empregos

O jeito certo de aumentar salários

O Brasil inova pouco. Por isso cria empregos piores do que poderia e paga salários mais baixos. O que o próximo governo pode mudar nisso

| Propostas

O que os principais candidatos prometem para que o país crie empregos melhores

“Se o governo refaz a estratégia perto da eleição, é porque tem a sensação de insucesso nessa área”, diz o consultor Valter Pieracciani.

 

 

Valter Pieracciani, da Pier, fala sobre a Lei do Bem na revista Época Negócios

Copo cheio , copo vazio

O GOVERNO COMEMOROU os números do relatório mais recente sobre a adesão à Lei do Bem, que prevê isenções para companhias que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Segundo a publicação, referente ao ano-base de 2012, 1.042 empresas aderiam à norma, número 8% maior que no ano anterior. No entanto, especialistas que se debruçaram sobre os dados devem sinais vermelhos. O investimento total das empresas em PD&I ficou em R$5,34 bilhões, 22% a menos do que  em 2011. Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada Pier, os resultados são “assustadores”: “Precisamos quadruplicar nossos índices para evitar desindustrialização. Em vez disso, estamos freando a inovação no Brasil”, afirma.

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Pieracciani - Época Negócios

Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala à revista Época sobre bilionários inventores

Estes bilionários malucos…

… e suas invenções maravilhosas. Elon Musk, Jeff Bezos, Sergey Brin, Richard Branson e tantos outros  querem usar sua fortuna para transformar o impossível em realidade.

Por Marcos Coronato

O bilionário sul-africano e inventor Elon Musk estava sentado no bar de hotel chique em Mônaco, quando o bilionário americano, inventor e super-herói Tony Stark se aproximou da mesa e o cumprimentou. “Elon, aqueles motores de foguete são fantásticos”, disse Stark. “É? tenho uma ideia para um jato elétrico”, afirmou Musk. A cena dura alguns segundos do filme Homem de Ferro 2. Ao contracenar com um personagem de ficção, Musk apresentou ao mundo real uma eficiente mensagem de marketing.

Como o herói do filme, Musk quer ser reconhecido. Fundador da fabricante de automóveis elétricos Tesla Motors, Musk faz parte de um grupo pequeno de ultrarricos com dotes visionários, inventividade e imensa habilidade para o marketing pessoal. “É ótimo que esses bilionários existam. Espero que eles queiram entrar para  história e não apenas aparecer”, diz o consultor e especialista em inovação Valter Pieracciani.

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Sorridents é tema de matéria institucional de quatro páginas na revista Época Negócios

A vendedora de sorrisos

Por Ariane Abdallah

Antes de dentista, Carla Sarni, de 39 anos, é uma vendedora. É a  sua capacidade de persuasão que explica grande parte do sucesso da Sorridents, a organização que fundou em 1995. A empresária partiu de um ideal. Queria oferecer tratamento odontológico de alto nível às classes C e D. Hoje comanda a maior rede de franquias do setor  na América Latina, com 143 unidades em funcionamento, além  de 39 em fase de conclusão. Elas estão espalhadas por 57 cidades, em 16 estados do Brasil. A meta para este ano é abrir mais 20 clínicas e alcançar um faturamento de R$ 200 milhões.

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Dr. José Carlos Vergueiro, do Velloza e Girotto Advogados, fala à revista Época sobre lei dos impostos explícitos

O choque com os impostos explícitos 

Por Graziele Oliveira

Todas as notas fiscais emitidas a partir de junho de 2013 deverão mostrar quanto pagamos de tributos aos governos municipal, estadual e federal. Com esse tipo de informação em mãos, o consumidor e contribuinte poderá tomar decisões mais bem informadas sobre suas compras e seus votos no futuro.

A lei não é perfeita, porém, na garantia de transparência, exige que a nota apresente o valor aproximado dos tributos, sem necessidade de exatidão. Não informa a margem de erro admissível. “A exigência deveria ser de exatidão. O cálculo é aritmético”, diz o advogado tributarista José Carlos Vergueiro, do escritório Velloza e Girotto.

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Ivo Machado, da In2Sec, e Patrícia Peck, do PPP Advogados, falam sobre projeto de lei de internet ao portal da revista Época

Marco Civil da Internet vai reforçar o direito à privacidade do usuário e impedir limitações à navegação

Por Amanda Polato

A internet não é um espaço sem regras ou imune às normas que regem o país. Racismo e falsificação de dados, por exemplo, são crimes independentemente de onde foram cometidos. Mesmo assim, a ausência de algumas leis específicas para a rede provoca um vazio jurídico que deixa brecha para interpretações. Nesta quarta-feira(27), o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) deve apresentar um pré-relatório sobre o Marco Civil  da Internet à comissão especial da Câmara criada para analisá-lo.

O projeto do deputado Paulo Teixeira foi aprovada em plenário em maio, poucos dias depois do vazamento de fotos da atriz Carolina  Dieckmann. Por isso, informalmente, há quem chame o texto de “Lei Carolina Dieckmann”. O texto, que foi encaminhado ao Senado, acrescenta ao Código Penal o crime de ” invasão de dispositivo informático” para obter, adulterar ou destruir dados. A pena é de três meses a um ano de prisão e multa.

O especialista em segurança digital e diretor da In2Sec, Ivo Machado, diz que a proposta de Teixeira deve ser reavaliada para que profissionais não sejam criminalizados. “Há os que trabalham com segurança pública na internet, softwares e ferramentas que podem ser usados para invadir empresas para testá-los, ver como se comportam em diferentes ambientes e melhorá-los”, diz Machado.

Um ponto polêmico nas novas leis é o registro, por parte de provedores, de informação sobre a conexão dos usuários, os chamados “logs”. Artigo sobre isso foi retirado da Lei Azevedo, mas continua no Marco Civil, que prevê a manutenção dos dados por um período  de um ano. A advogada especialista em direito digital Patrícia Peck vê a necessidade de identificação de quem usa a rede. “Hoje, a maioria dos criminosos digitais são pegos em flagrante, porque é muito difícil obter provas de autoria. Quanto maior o anonimato, maior a insegurança”, afirma.

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Roberto Verganti, especialista em inovação representado no Brasil pela Pieracciani, concede entrevista à Epoca Negócios online

“Não é preciso ter um Steve Jobs na equipe”

Por Ariane Abdallah

Steve Jobs pode ser um péssimo exemplo. Se usado como referência, fica fácil justificar o desempenho de uma empresa que mantém anos a fio um desempenho mediano, sem grandes citações. Afinal, todos podem alegar que não têm culpa por não ter nascido genial ou por não ter encontrado um gênio para integrar sua equipe –  e garantir produção de boas ideias em série.

Para esse tipo de argumento o livro do pesquisador italiano Roberto Verganti funciona como antídoto. Professor de Gestão da Inovação na Poletécnica de Milão e professor convidado da Havard Business School e da Copenhagen Business School, ele investigou o tema por mais de 20 anos e aplica seu método em empresas como Ferrari, Volvo, Barilla, Nestlé e Unilever. Veio ao Brasil para lançar o livro Design-driven innovation (Mudando as regras da competição: a inovação radical do significado de produtos) e expor o conceito para representantes de corporações como AmBev, BBF Brasil Foods, Dupont, entre outras. Quem se encarrega de difundir a metologia por aqui é a consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas.

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Patricia Peck, do PPP Advogados, e David Reck, da Enken, falam à revista Época sobre compras internacionais online

Compre no exterior sem sair da poltrona

A gaúcha Melina Gallo Araújo, de 30 anos, é conhecida no trabalho como Miss Pacotinho. Ela ganhou o apelido por causa das encomendas que chegam  a sua mesa com frequência. São produtos que compra pela internet.

A sacolagem internacional online dos brasileiros é consequência do aumento geral nas compras pela internet. “Quando a onda começou, a maioria dos brasileiros que se aventuravam a comprar importados online eram usuários aficionados por determinados setores, como tecnologia. Hoje o público é diversificado”, afirma David Reck, diretor da agência de comunicação digital Enken.

Quem compra em sites estrangeiros deve estar preparado para imprevistos como o da empresária FabianaTrollkins, de 37 anos, que comprou peças de roupa no site britânico Dorothy Perkins, nunca entregues. Reclamou, mas não recebeu o dinheiro de volta.  “O comsumidor pode entrar com uma ação, mas, na maioria das vezes, a dor de cabeça e os custos não compensam”,diz a advogada Patricia Peck, especialista em direito digital.

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Alfonso Abrami, da Pieracciani, fala à revista Época sobre o processo de inovação no Brasil

Os maiores inventores do Brasil

Por Daniella Cornachione

O Brasil conseguirá algum dia se colocar entre os países mais inovadores do mundo? Note a sutileza: não se trata de sermos apenas uma sociedade de pessoas imaginativas, capazes de ter ideias originais (o que já é muito bom). Trata-se de dar ainda outro passo – ter as ideias originais, transformá-las em realidade e fazer isso com regularidade e visão de mercado.

No agronegócio, a inovação ocorre em companhias menores, que conseguem participação desproporcionalmente grande na lista de patentes. “Foi o setor em que o Brasil resolveu investir, anos atrás. Agora, estamos colhendo os frutos dessa aposta”, diz Alfonso Abrami, especialista em inovação na consultoria Pieracciani.

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