Category: O Estado de S. Paulo

CAM-CCBC e L.O.Baptista Advogados são destaque em matéria sobre competições internacionais

Competir no exterior enriquece currículo

Universitários que encaram o desafio de participar de disputas internacionais enriquecem suas habilidades e ganham destaque

Os estudantes que desejam construir carreira na área de arbitragem contam com o Vis Moot, que se realiza todos os anos em Viena, na Áustria. A competição foi criada para fomentar o estudo nas áreas de arbitragem comercial internacional e direito do comércio internacional. “Neste ano, serão 342 faculdades do mundo inteiro e mais de três mil alunos. Só do Brasil teremos estudantes de 24 instituições”, conta o presidente do Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil – Canadá (CAM-CCBC), Carlos Forbes.

Sócio da área de arbitragem do L. O. Baptista Advogados, Paulo Macedo considera importante essa experiência na formação do aluno. “Eles vivem um pouco da prática da profissão que não é só voltada para o conteúdo. Ela também é muito focada na capacidade de argumentação e exige demais do aluno”, afirma.

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Valor FORBES

 

 

Coletiva de imprensa de DIS e Miguel Neto Advogados sobre caso Neymar Jr. repercute globalmente

Delcir Sonda, sócio-proprietário da DIS, e Paulo Nasser, do Miguel Neto, falaram sobre o processo de corrupção que envolve o jogador na Espanha

A Ideias & Efeito Comunicação organizou, na última quarta-feira, 29, a coletiva de imprensa da DIS Esportes e Eventos e do Miguel Neto Advogados para esclarecer os últimos avanços da ação penal que moveram contra Neymar Jr. O jogador é acusado de corrupção nos negócios relativos à sua contratação pelo clube FC Barcelona entre 2011 e 2013.

A entrevista recebeu mais de 20 jornalistas de veículos nacionais e internacionais, como ESPN, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Fox Sports, Globo Esporte e Agência EFE. A repercussão foi global.

No Hotel Renaissance, em São Paulo, o sócio-proprietário da DIS, Delcir Sonda, acompanhado do advogado da DIS no Brasil e sócio do escritório Miguel Neto Advogados, Paulo M. Nasser, se pronunciaram e apresentaram, em primeira mão, as novidades e as perspectivas do caso neste momento que antecede o julgamento na Espanha.

Além deles, estiveram presentes na entrevista o diretor-executivo da DIS, Roberto Moreno, e o advogado da DIS na Espanha e sócio-diretor do escritório lus+aequitas abogados, Eliseu Martínes.

 

 

 

 

Em matéria sobre repatriação, Estadão publica ponto de vista de advogados dos escritórios Miguel Neto e L.O.Baptista-SVMFA

Repatriação ainda esbarra em dúvidas

Prazo e valores a serem considerados geram questionamentos e contribuinte adia adesão

Por Malena Oliveira

Dúvidas ao aderir ao programa de repatriação de recursos irregulares no exterior ainda fazem o contribuinte parar um passo antes da entrega da declaração. O valor do patrimônio a ser considerado e por qual prazo são os principais questionamentos na hora de prestar contas à Receita Federal.

João Victor Guedes, do L.O. Baptista-SVMFA, diz que há dúvidas quanto à tributação de recursos sobre os quais já incidiram impostos. “Há pessoas que enviaram dinheiro para o exterior entre 1960 e 1990 e pararam de declarar esses recursos no Brasil. Os valores já haviam sido tributados antes de serem mandados para fora”, exemplifica.

Para o contribuinte, o risco maior é o de a Receita considerar inválido o pagamento do “pedágio” para repatriar os recursos e, portanto, não conceder a anistia por crimes financeiros – cuja pena pode chegar a dez anos de prisão. “Algumas questões vão acabar sendo levadas ao Judiciário”, diz José Maurício Abreu, sócio do escritório Miguel Neto Advogados.

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Estadão Miguel Neto

 

 

Especialista do L.O.Baptista SVMFA Advogados fala ao Estadão sobre investimentos em infraestrutura

Infraestrutura ruim tira R$ 150 bi do país

Por Reneé Pereira

A cada ano que o Brasil deixa de investir o mínimo necessário para manter a infraestrutura existente, a economia perde R$ 151 bilhões – valor próximo ao déficit primário calculado para o País em 2016. Apesar da criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os montantes aplicados de 2003 para cá nunca passaram dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB) – parâmetro mundial que indica o investimento necessário para manter a estrutura existente. A reversão desse quadro é uma das promessas do governo de Michel Temer, que criou uma secretaria especialmente para tocar os projetos do setor.

No mercado, algumas fórmulas começam a ser desenhadas para tentar resolver o problema, como um mix de dinheiro do BNDES com bancos internacionais de fomento, como o Banco Mundial. “Nesse momento, debêntures não seriam uma boa alternativa, pois esbarram na confiança”, diz o sócio do escritório L.O.Baptista, Fernando Marcondes.

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Estadão Fernando Marcondes

 

 

O Estado de S.Paulo entrevista sócio do Miguel Neto Advogados sobre planejamento patrimonial

CEO Externo não está nos planos das empresas familiares

Por Raquel Brandão

Planejamento patrimonial

De olho em sua linha de sucessão, muitos executivos têm procurado planejar a gestão do seu patrimônio antecipando a transferência de seus bens. “É a visão do empresário sobre como seus negócios serão geridos no futuro. Que herdeiro fará o quê”, observa o advogado José Maurício Abreu, sócio da área tributária do escritório Miguel Neto Advogados.

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Governança corporativa Miguel Neto

 

 

Portal Estadão entrevista Dr. Márcio Pereira, do L.O Baptista SVMFA Advogados, sobre novo código de mineração

Novo Código de Mineração pode paralisar negócios

Ao invés de destravar investimentos, como quer o governo, o novo Código de Mineração poderá paralisar os negócios num primeiro momento, dado o aumento do custo de produção e o nível de incertezas gerado pelo modelo proposto.  A discussão no Congresso promete ser intensa e centrada principalmente em dois pontos: a mudança da base de cálculo dos royalties e a fixação das alíquotas por decreto presidencial.

“Toda a discussão foi feita com viés de aumentar a arrecadação”, afirmou Márcio Pereira, do L.O. BaptistaSVMFA Advogados. A proposta eleva o teto da Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) de 2% para 4% e altera também a base de cálculo: de receita líquida para faturamento bruto da empresa. A proposta também prevê a cobrança de bônus de assinatura e participação em resultados. “Ninguém sabe como será e poderá onerar mais o setor”, observou.

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Carla Sarni, fundadora da rede Sorridents, fala sobre economia e empreendedorismo ao jornal O Estado de S.Paulo

Conselho de quem sabe o que fazer

Montar um negócio exige bastante empenho. Não é preciso ser gênio no assunto para entender isso, afinal, todo empreendedor sabe que essa é uma jornada cheia de desafios. E problemas. Muitas vezes, porém, o empresário simplesmente se esquece de levar em conta o atual cenário econômico.

Há quem destaque esse fator como um dos principais na hora de abrir um negócio. Para outros, ele não é tão  importante. É o caso de Pedro Herz, presidente do conselho administrativo da Livraria Cultura. Segundo ele, todo momento é momento para começar a empreender.

Mas afinal de contas, será que agora é um bom momento para empreender? Também fizemos essa pergunta a Carla Sarni, empresária que criou a rede de clínicas odontológicas Sorridents. Ao contrário do executivo da Livraria Cultura, ela está sim preocupada com o momento da economia.

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Karin Campos, diretora da GVP IT Solutions, e Carla Renata Sarni, fundadora da Sorridents, são destaque em matéria de capa sobre mulheres empreendedoras do jornal O Estado de S. Paulo

Elas contam como viraram mulheres de negócios

Por Cris Olivette

A advogada Helena Toledo é empresária há apenas dois anos e conta que está adorando a nova condição. “É uma iniciativa bastante desafiadora e me sinto realizada”. A cada obstáculo superado, Helena se descobre uma pessoa empreendedora. “Tenho uma veia de marketing que eu desconhecia. Porém, para lidar com as finanças estou fazendo cursos no Sebrae”, revela.

Assim como Helena, em dez anos mais de 441 mil mulheres ingressaram no mundo dos negócios só no Estado de São Paulo. Estudo do Sebrae-SP aponta que nesse período a participação feminina cresceu 25%, o que demonstra que as mulheres têm muito o que comemorar no próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Agora, elas são mais de 1,43 milhão.

Na visão da diretora de gestão de pessoas da GVP IT Solutions, empresa especializada em tecnologia e inovação para gerenciamento empresarial, Karin Campos, não existe uma fórmula pronta para as mulheres serem empresárias de sucesso.

A dentista Carla Renata Sarni, fundadora da franqueadora Sorridents Clínicas Odontológicas, afirma que também conciliou muito bem a maternidade com os negócios. “Sou uma mulher muito prática. Nos dois partos que tive fiquei em  casa cerca de dez dias apenas. Claro que para continuar trabalhando precisei montar uma estrutura”.

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História da Avell, fabricante de notebooks, é tema de matéria no Estadão

‘A dica é manter o foco e se especializar’

Por Cris Olivette

Emerson Salomão nasceu em Londrina, mas foi criado por um tio que morava em uma cidadezinha do interior do Paraná. “Fiquei órfão muito cedo e quando fiz 18 anos, achei que era hora de cuidar da minha vida. Fui para Joinville (SC), determinado a montar meu próprio negócio.” Em 2004, ele criou a Avell, marca de notebooks de alto desempenho.

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O Estado de S. Paulo entrevista Dr. Ventura, do Pires e Gonçalves Advogados, sobre desapropriação

Quatro perguntas para…

Ventura Alonso Pires, advogado especialista em desapropriação

Por Rodrigo Burgarelli

1. Como o governo pode fazer a desapropriação do imóvel de algum cidadão?

Existem dois meios: a amigável e a judicial. Na primeira, o órgão faz uma avaliação própria e oferta um valor à pessoa. Se ela concordar, eles assinam a escritura e pronto. A outra hipótese, a judicial, é mais comum. O órgão entra com uma ação de desapropriação e fala quanto acha que o imóvel vale. Aí o juiz nomeia um perito para fazer o seu cálculo – assim que o órgão deposita esse valor em juízo, a posse do imóvel já pode ser transferida.

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Dr. Cesar Amendolara, do Velloza & Girotto Advogados, fala ao O Estado de S.Paulo sobre investimentos estrangeiros em empresas brasileiras

Brasil sai de moda e preços de empresas caem

Por Fernando Dantas

A desaceleração da economia brasileira pode estar estimulando as operações de aquisições de empresas nacionais por estrangeiros, ao fazer com que os vendedores aceitem preços mais razoáveis. A visão é de Patrice Etlin, sócio para a América Latina da Advent International, empresa global de private equity com sede nos Estados Unidos.

O advogado Cesar Amendolara, sócio do Velloza & Girotto Advogados Associados e responsável pela área de fusões e aquisições do escritório, afirma que o investimento estrangeiro em empresas brasileiras é o que mais está movimentando o mercado atualmente, junto com os grupos estrangeiros que vêm para  o País iniciar sua atividade a partir do zero.

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Cranial Care, underDOGS e Instiad: Estadão conta história de casais que deram certo também nos negócios

Unidos pelo casamento e pelos negócios

Por Cris Olivette

Casados há 16 anos, o médico Gerd Schreen e a estlista Miriam Schreen Aguirre são sócios há dois anos numa clínica especializada em plagiocefalia posicional, a primeira do gênero América Latina. Na Cranial Care, o casal compartilha o desejo de ajudar famílias a corrigir assimetrias cranianas em recém-nascidos.

A história de Tiago Luz e Tânia Gomes não difere das demais. Casados há quatro anos, eles também desejavam empreender juntos. Sonho realizado há um ano, quando montaram a underDOGS, agência de marketing digital, que atende grandes empresas como Carrefour e Daslu.

Segundo o diretor presidente do Instituto de Administração (Instiad), Luiz Carlos Binato,  que também é especialista em desenvolvimento humano, educação executiva e estratégias, o grande risco é a inversão de papéis. “É preciso ter cuidado para não assumir papel incorreto na instituição incorreta. Por exemplo, ser marido na empresa e executivo em casa. O mesmo vale para as mulheres.”

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Patricia Peck, do PPP Advogados, e Daniel Mendes, da Fluida, são destaque no Estadão em matéria sobre e-books e novos negócios

E-book abre novas chances de negócios

Por Cris Olivette

Depois de publicar livros no formato tradicinal, a advogada Patrícia Peck Pinheiro apostou no e-book para lançar sua mais recente obra: iMarketing – Direito Digital na Publicidade. O livro de 231 páginas está disponível na AppleStore por US$ 4,99, desde abril deste ano. “Até agora  foram feitos mil downloads e cerca de 50 usuários deram feedback comentando a facilidade para localizar as informações.”

“Criamos um índice interativo e deslizante, que pode ser folheado. As cores de fundo de tela podem ser alteradas para que a leitura seja confortável”, conta Daniel Mendes, da agência Fluida, responsável pela edição do e-book de Peck.

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Galatea, portal de venda de móveis e objetos de decoração, ganha espaço no jornal O Estado de S. Paulo

Artesãos têm ferramenta virtual de venda

Por Cris Olivetti

Foi durante uma gravidez de risco que Ângela Franco começou a  produzir roupinhas de crochê. “Eu gerenciava uma papelaria e precisava compensar a queda nos vencimentos causada pela licença médica”, conta. Isso ocorre há doze anos. Hoje, a crocheteira se mantém apenas com a  venda de seus produtos.

Para quem transita  na área de design e decoração, a novidade é a loja virtual Galatea, no ar desde outubro. O projeto é do economista Luiz Camara. Segundo ele, a intenção é interligar os quatro principais atores do setor: designers, fornecedores, clientes e decoradores.

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Diretor do Pires & Gonçalves Advogados fala sobre desapropriação ao jornal O Estado de S. Paulo

Estado vai ao Supremo para não pagar valor de mercado em desapropriações

Por Bruno Paes Manso e Nataly Costa

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) iniciou uma briga na justiça para desapropriar e conseguir a imissão de posse de terrenos ou de imóveis comerciais e industriais depois de depositar o valor venal do bem desapropriado. Atualmente, quando o terreno ou o imóvel de uma pessoa ou de uma empresa são desapropriados para a construção de uma obra, o poder público precisa pagar o valor de mercado – determinado por um perito judicial – para que seja concedida a imissão de posse.

O advogado Ventura Alonso Pires, sócio de um escritório que atualmente representa clientes em mais de 1.500 ações, se diz indignado com a iniciativa do governo do Estado. “É uma expropriação, porque o proprietário, além de perder o imóvel, não vai receber por ele. Isso me lembra decisões de governos autoritários”, reclama Pires.

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