Category: IstoÉ Dinheiro

IstoÉ Dinheiro destaca com exclusividade o lançamento da empresa Docbiz

Sorriso contra a crise

Por Hugo Cilo

Maior rede de clínicas odontológicas do Brasil, a Sorridents vai estrear no mercado de tecnologia. A empresa, com 240 endereços e faturamento de R$ 220 milhões em 2016 – alta de 10% sobre o ano anterior -, enxergou uma oportunidade de negócios na falta de habilidade dos dentistas em administrar suas finanças. “Geralmente, as contas dos consultórios são uma bagunça. Por não terem aulas de administração e finanças na faculdade, os profissionais chegam ao mercado sem a capacidade de gerir uma empresa”, disse à DINHEIRO a fundadora da Sorridents, Carla Sarni.

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IstoÉ Dinheiro - Sorridents

 

 

Valter Pieracciani, especialista em inovação, fala à IstoÉ Dinheiro sobre tecnologia na indústria automobilística

O futuro chegou

Montadoras e empresas de tecnologia dão a largada na corrida para revolucionar o setor automobilístico mundial. A direção autônoma e as novas tecnologias de propulsão, como a energia elétrica e o hidrogênio, prometem redesenhar os automóveis atuais

Por: Carlos Eduardo Valim

No filme De Volta para o Futuro II, de 1989, os protagonistas Marty McFly e Doc Brown fazem uma viagem no tempo que os leva para 21 de outubro de 2015. O futuro trazia algumas tecnologias impressionantes, como carros e skates voadores. Os fãs da série passaram as últimas três décadas imaginando se o filme acertaria nas suas previsões tecnológicas. Um quarto de século depois, os céus das grandes cidades continuam exclusivos para aviões, helicópteros, drones e pássaros e não há nenhuma indicação de que os automóveis voadores estarão nos ares até outubro, como se viu no cinema.

Mas não se engane: a tecnologia futurística dessa indústria está cada vez mais presente na vida dos motoristas. Eles já driblam o engarrafamento caótico das metrópoles com a ajuda de aplicativos de trânsito e geolocalização e, antes do que você pensa, estarão passeando em veículos autônomos. Os carros de amanhã conversarão com os computadores e sistemas de controle de tráfego e decidirão por onde e como irão ao destino programado, enquanto o passageiro – ou ex-motorista – assiste a um filme ou joga um videogame.

O avanço do carro autônomo pode ser mais rápido do que o esperado. “Não há mais motivos para termos motoristas, a não ser por esporte”, diz Valter Pieracciani, sócio da consultoria de inovação Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, que presta serviços para marcas como Alfa Romeo e Fiat. “A tecnologia vai chegar mais depressa a nós do que imaginamos.”

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Revista Isto É Dinheiro conta em duas páginas história de sucesso da fabricante de notebooks Avell

Tiro Certeiro

Por João Varella

Confira estes dados. O mercado de smartphones cresceu 42% no ano passado, chegando a quase 1 bilhão de unidades vendidas, segundo a consultoria americana Gartner. Os tablets tiveram um desempenho ainda mais excepcional em 2013. A expansão foi de 50%, quando foram vendidos 179,5 milhões de equipamentos. Os computadores, incluídos desktops e notebooks, amargaram queda de 12% de acordo com o Gartner. Quem está na área de computadores em geral passa por maus bocados. Não é o caso da fabricante catarinense de notebooks Avell. A empresa, sediada em Joinville, faturou R$ 29 milhões no ano passado.

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Istoé Dinheiro - Avell

IstoÉ Dinheiro entrevista Kai Schoppen, sócio-investidor da Underdogs, sobre mercado de marketing digital

Bate-Papo

Kai Schoppen, sócio-investidor da Underdogs

O alemão Kai Schoppen, ex-CEO da BrandsClub, se tornou um investidor em empresas de marketing digital e comércio eletrônico no Brasil. A primeira empresa da área de mídia em que apostou é a agência Underdogs. Ele fala sobre esse mercado à Dinheiro.

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Tacito Matos, do L.O. Baptista SVMFA Advogados, dá entrevista à IstoÉ Dinheiro sobre desoneração

As desonerações têm efeito limitado”

Os recentes pacotes de estímulo fiscal anunciados pelo governo estão ajudando a turbinar os negócios em vários setores, como na indústria automobilística, no setor de eletroeletrônicos e, a partir do ano que vem, na conta de luz. Os incentivos, no entanto, precisarão ir além da redução dos impostos e taxas, segundo Tacito Matos, especialista em energia, da consultoria L.O. Baptista SVMFA.

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Sorridents participa de matéria sobre recrutamento de franqueados na revista IstoÉ Dinheiro

Procura-se o franqueado certo

Por Andrea Assef

Como acertar na hora de escolher o franqueado? A resposta vale um milhão de dólares. E os franqueadores, cada vez mais exigentes, lançam mão de estratégias de recursos humanos, como análise de perfil, dinâmica de grupo e longas conversas com psicólogos, para encontrar o parceiro ideal.

A rede de franquias Sorridents, a maior em número de consultório odontológicos do País, com 140 unidades em 15 Estados do Brasil, utiliza uma série de ferramentas de seleção com base nas usadas pelos profissionais de recursos humanos para escolher seus franqueados.

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Revista ISTOÉ Dinheiro entrevista Valter Pieracciani, especialista em inovação, sobre reestruturação da Gol

Do volante para o manche

Por Ralphe Manzone Jr. e Marcelo Cabral

O executivo paulista Paulo Sérgio Kakinoff, de 37 anos, já decidiu qual será a primeira missão quando assumir a presidência da Gol, a partir o dia 2 de julho. Ele vai andar – e muito – nos aviões da companhia aérea criada e comandada por Constantino de Oliveira Júnior desde a sua fundação, em janeiro de 2001. Não se trata de férias, muito menos de viagens de negócios. O objetivo desses voos é bastante simples. Kakinoff pretende passar, incógnito, por um cliente para checar a pontualidade das partidas, o atendimento e o serviço de bordo. Essa é a forma encontrada por ele para conhecer as dificuldades que os passageiros enfrentam e saber em detalhes como funciona a operação que passará a chefiar daqui a poucos dias, depois de quase 20 anos trabalhando na Volkswagen, empresa na qual começou como estagiário, aos 18 anos de idade.

É justamente  a preocupação com o futuro que deve nortear os primeiros passos da Gol sob a nova direção. De acordo com analistas, a prioridade estratégica será redefinir qual é, afinal, a identidade da Gol. Quando a empresa começou a operar, tinha uma cara própria. Era a companhia da passagem barata e do despojamento, que servia barrinha de cereal e tinha aeromoças vestindo camisetas.

“Isso fez com que a empresa se destacasse das as outras e garantiu seu crescimento por vários anos”, diz Valter Pieracciani, da consultoria Pieracciani, de São Paulo, especializada em inovação.

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