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Clearsale é destaque na revista IstoÉ em matéria sobre fraudes virtuais

Compre pela internet, mas não corra riscos

Por Adriana Nicacio e Monique Oliveira

Fazer compras pela internet virou um hábito tão corriqueiro que as pessoas esquecem que há riscos envolvidos na operação. Por mais que as empresas invistam em sistemas seguros, há sempre alguém disposto a fraudá-los. Em 2010, golpes online geraram perdas superiores a R$ 1 bilhão no Brasil – uma enormidade perto dos R$ 20 bilhões que o setor movimenta anualmente no País. Responsável pelas relações institucionais da ClearSale, companhia que combate fraudes nas vendas online de empresas como Americanas, Submarino, Vivo, Magazine Luiza e Shoptime, Arlene Affonso explica que os golpes mais comuns são resultado de cartões de crédito furtados. “Caso o consumidor identifique em sua fatura uma compra em uma loja virtual que não reconheça, pode pedir o estorno”, diz a executiva. “Nesses casos, a loja fica com 100% de prejuízo.”

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Revista IstoÉ: Matéria sobre guerra cibernética conta com opinião do perito em crimes digitais Wanderson Castilho

A primeira guerra digital

Por Hélio Gomes

Na quarta-feira da semana passada, um grupo de terroristas – ou ativistas, segundo os simpáticos à sua causa – treinados, inteligentes e equipados até os dentes com armas de destruição digital em massa passou a tirar o sono de grandes corporações e governos. Em represália à prisão do australiano Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, os hackers da organização conhecida como Anonymous (Anônimos, em inglês) derrubaram as páginas de alguns dos líderes da suposta campanha que pretende anular Assange e enfraquecer o seu veículo. Entre os alvos estão as operadoras de cartão de crédito Visa e Mastercard, o site de comércio eletrônico PayPal e o governo sueco, responsável pelo pedido de detenção do ativista de 39 anos, acusado de cometer crimes sexuais no país.

O especialista em crimes digitais Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security e autor do livro “Manual do Detetive Virtual”,  afirma que tem  dúvidas se  todos os envolvidos estão protestando. “Muitos aproveitam para checar as brechas dos sites e invadí-los depois”, afirma.

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Wanderson Castilho, da E-Net Security, e Patrícia Peck Pinheiro, do PPP Advogados, participam de reportagem de capa da revista IstoÉ

O que seu filho faz na internet?

Por João Loes

Na família Gonçalves, as regras de acesso à internet são claras e duras. Com três adolescentes em casa, Alessandra e Antônio Carlos Gonçalves, que vivem em Santos, no litoral paulista, se esforçam para proteger os filhos de tudo o que há de ruim na rede, sem isola-los do mundo de possibilidades culturais, educacionais e de entretenimento que ela pode oferecer. Mas não tem sido fácil, tanto para os pais, que não podem ficar no pé dos filhos sempre que eles estão online, quanto para os garotos, que, como adolescentes, já querem alguma  privacidade e têm sangue encharcado no desejo de transgredir.

Entre os serviços mais acessados estão o onipresente MSN Messenger, o Orkut e o Skype, um sistema que permite fazer ligações telefônicas gratuitas pela internet. “Há programas de controle de acesso para telefones celulares, mas o mercado desse tipo de software ainda é pequeno”,explica Wanderson Castilho, perito em crimes digitais e criador de uma opção de programa para monitoramento remoto para celulares.

Segundo  Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em direto digital e criadora do “Movimento Criança Mais Segura na Internet”, o adolescente está na idade de aparecer. “Eles sempre acham que nunca vai acontecer nada de mal com eles. Mas acontece. E lembrá-los disso é obrigação dos pais”, afirma Peck.

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