Category: Época

JOÃO SANTANA E L.O. BAPTISTA ADVOGADOS NA REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS

Dois clientes da Ideias & Efeito participaram de uma matéria na edição de maio da revista Época Negócios sobre tecnologias no setor de infraestrutura.  Os especialistas Alberto Sogayar, sócio do L.O. Baptista Advogados, e o João Santana, sócio da CS Consulting, comentaram o assunto.

Confira os destaques de assessoria de imprensa do 1º bimestre de 2018

O ano começou com grandes resultados de assessoria de imprensa para os clientes da casa. A Associação Brasileira da Indústria Óptica, a Abióptica, falou à Folha de S. Paulo e ao Valor Econômico sobre a retomada no crescimento do setor.

O presidente da Finnet, Yoshimiti Matsusaki, conversou com a Revista Exame sobre o surgimento de novas criptomoedas e consolidação deste mercado. A reportagem foi destaque de capa do veículo.

A customização da publicidade em vídeo de acordo com o perfil de consumo do público a ser atingido foi o tema abordado pela Época Negócios no bate-papo com David Reck, CEO da Reamp.

A Dra. Carla Sarni, CEO da Sorridents Clínicas Odontológicas, contou sua história de empreendedorismo à IstoÉ e sugeriu os #caminhospara2018, na campanha homônima que a Tv Estadão está fazendo com foco na recostrução político-econômica do Brasil.

O leilão do último trecho do Rodoanel foi comentado pelo escritório Miguel Neto Advogados para a Agência Estado e para a Reuters.

A Softline participou do especial de cloud computing do Valor Econômico.

Os advogados do L.O. Baptista falaram à IstoÉ e Folha de S. Paulo sobre obras públicas e sobre leis do trabalho.

Rafael Kiso, fundador da mLabs, comentou para a Exame PME a chegada do Whatsapp for Business.

Por fim, Unicoba foi destaque de meia página em matéria institucional no Valor Econômico.

 

David Reck, CEO da Reamp, fala à Época Negócios sobre customização de anúncios em vídeo

Em entrevista à Época Negócios, o CEO da Reamp, David Reck, falou sobre o futuro da publicidade e a customização do conteúdo em formato de vídeo. Ele explica que a capacidade de adaptação dos filmes aos diferentes perfis de público deverá ser prevista sem que a ideia central do enredo seja alterada.

Para o publicitário, os testes A/B, já conhecidos e utilizados em banneres, e-mails marketing, landing pages e outras peças de comunicação digital são o ponto de partida destes novos formatos de vídeo. Algumas coisas ainda são consideradas para que o formato ainda não seja majoritariamente utilizado pelas produtoras: custos, capacidade de veiculação e tecnologia das plataformas de mídia e formatação dos principais aparelhos celulares utilizados no Brasil.

Confira a reportagem completa abaixo.

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Valter Pieracciani fala sobre presidenciáveis e suas propostas de inovação em geração de empregos

O jeito certo de aumentar salários

O Brasil inova pouco. Por isso cria empregos piores do que poderia e paga salários mais baixos. O que o próximo governo pode mudar nisso

| Propostas

O que os principais candidatos prometem para que o país crie empregos melhores

“Se o governo refaz a estratégia perto da eleição, é porque tem a sensação de insucesso nessa área”, diz o consultor Valter Pieracciani.

 

 

Valter Pieracciani, da Pier, fala sobre a Lei do Bem na revista Época Negócios

Copo cheio , copo vazio

O GOVERNO COMEMOROU os números do relatório mais recente sobre a adesão à Lei do Bem, que prevê isenções para companhias que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Segundo a publicação, referente ao ano-base de 2012, 1.042 empresas aderiam à norma, número 8% maior que no ano anterior. No entanto, especialistas que se debruçaram sobre os dados devem sinais vermelhos. O investimento total das empresas em PD&I ficou em R$5,34 bilhões, 22% a menos do que  em 2011. Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada Pier, os resultados são “assustadores”: “Precisamos quadruplicar nossos índices para evitar desindustrialização. Em vez disso, estamos freando a inovação no Brasil”, afirma.

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Pieracciani - Época Negócios

Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala à revista Época sobre bilionários inventores

Estes bilionários malucos…

… e suas invenções maravilhosas. Elon Musk, Jeff Bezos, Sergey Brin, Richard Branson e tantos outros  querem usar sua fortuna para transformar o impossível em realidade.

Por Marcos Coronato

O bilionário sul-africano e inventor Elon Musk estava sentado no bar de hotel chique em Mônaco, quando o bilionário americano, inventor e super-herói Tony Stark se aproximou da mesa e o cumprimentou. “Elon, aqueles motores de foguete são fantásticos”, disse Stark. “É? tenho uma ideia para um jato elétrico”, afirmou Musk. A cena dura alguns segundos do filme Homem de Ferro 2. Ao contracenar com um personagem de ficção, Musk apresentou ao mundo real uma eficiente mensagem de marketing.

Como o herói do filme, Musk quer ser reconhecido. Fundador da fabricante de automóveis elétricos Tesla Motors, Musk faz parte de um grupo pequeno de ultrarricos com dotes visionários, inventividade e imensa habilidade para o marketing pessoal. “É ótimo que esses bilionários existam. Espero que eles queiram entrar para  história e não apenas aparecer”, diz o consultor e especialista em inovação Valter Pieracciani.

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Sorridents é tema de matéria institucional de quatro páginas na revista Época Negócios

A vendedora de sorrisos

Por Ariane Abdallah

Antes de dentista, Carla Sarni, de 39 anos, é uma vendedora. É a  sua capacidade de persuasão que explica grande parte do sucesso da Sorridents, a organização que fundou em 1995. A empresária partiu de um ideal. Queria oferecer tratamento odontológico de alto nível às classes C e D. Hoje comanda a maior rede de franquias do setor  na América Latina, com 143 unidades em funcionamento, além  de 39 em fase de conclusão. Elas estão espalhadas por 57 cidades, em 16 estados do Brasil. A meta para este ano é abrir mais 20 clínicas e alcançar um faturamento de R$ 200 milhões.

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Maktour é destaque em matéria da revista Go Outside com pacote para acampamento de luxo

Luxo sob as estrelas

Por Verônica Mambrini

Nem hotel, nem acampamento: uma hospedagem tipo “glamping” oferece boa infraestrutura de acomodação e serviço, sem que para isso você perca o contato e a proximidade com a natureza.

Rift Valley Province, Quênia
Por que ir: Próximo à reserva Masai Mara, uma das savanas mais ricas e diversificadas do mundo, o &Beyond Bateleur Camp é fiel ao clima vintage dos safáris africanos que inspiram o glamping. Para compor esse cenário, as tendas são decoradas com peças de antiquário, tapetes de luxo, cristais e artigos de prata. Depois de cada safári de observação da fauna do parque, você pode relaxar se jogando em uma das redes espalhadas pelo acampamento ou dando um pulo na piscina.
Melhor Época: Entre julho e outubro (período de migração das zebras)
Quanto: US$ 3.230 por pessoa por quatro dias e três noites.
Vai nessa: andbeyondafrica.com ou maktour.com.br

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Dr. José Carlos Vergueiro, do Velloza e Girotto Advogados, fala à revista Época sobre lei dos impostos explícitos

O choque com os impostos explícitos 

Por Graziele Oliveira

Todas as notas fiscais emitidas a partir de junho de 2013 deverão mostrar quanto pagamos de tributos aos governos municipal, estadual e federal. Com esse tipo de informação em mãos, o consumidor e contribuinte poderá tomar decisões mais bem informadas sobre suas compras e seus votos no futuro.

A lei não é perfeita, porém, na garantia de transparência, exige que a nota apresente o valor aproximado dos tributos, sem necessidade de exatidão. Não informa a margem de erro admissível. “A exigência deveria ser de exatidão. O cálculo é aritmético”, diz o advogado tributarista José Carlos Vergueiro, do escritório Velloza e Girotto.

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Case de sucesso da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas é destaque em matéria de quatro páginas na Época Negócios

Acabou a dor de cotovelo 

Por Marcelo Cabral

Os cotovelos de Gábor Deák estavam doendo. Presidente da unidade brasileira da fabricante de componentes automotivos Delphi, ele diz que sempre sentia uma pontinha de ciúme quando visitava a sede global da empresa e via placas sobre produtos inovadores da Índia, da China, dos EUA, mas nenhum do Brasil.  Algo precisava mudar.

A saída encontrada pelo executivo atende pela sigla ABNT 16.501.Por trás dessa sopa de letras e números há uma norma criada no final do ano passado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas com o objetivo  de gerir processos inovadores dentro das empresas nacionais. Num trabalho pilotado por Valter Pieracciani, membro da comissão que criou a 16.501 e sócio da consultoria Pieracciani, a Delphi ajustou todos os seus procedimentos e se tornou a primeira companhia a obter o selo.

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Ivo Machado, da In2Sec, e Patrícia Peck, do PPP Advogados, falam sobre projeto de lei de internet ao portal da revista Época

Marco Civil da Internet vai reforçar o direito à privacidade do usuário e impedir limitações à navegação

Por Amanda Polato

A internet não é um espaço sem regras ou imune às normas que regem o país. Racismo e falsificação de dados, por exemplo, são crimes independentemente de onde foram cometidos. Mesmo assim, a ausência de algumas leis específicas para a rede provoca um vazio jurídico que deixa brecha para interpretações. Nesta quarta-feira(27), o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) deve apresentar um pré-relatório sobre o Marco Civil  da Internet à comissão especial da Câmara criada para analisá-lo.

O projeto do deputado Paulo Teixeira foi aprovada em plenário em maio, poucos dias depois do vazamento de fotos da atriz Carolina  Dieckmann. Por isso, informalmente, há quem chame o texto de “Lei Carolina Dieckmann”. O texto, que foi encaminhado ao Senado, acrescenta ao Código Penal o crime de ” invasão de dispositivo informático” para obter, adulterar ou destruir dados. A pena é de três meses a um ano de prisão e multa.

O especialista em segurança digital e diretor da In2Sec, Ivo Machado, diz que a proposta de Teixeira deve ser reavaliada para que profissionais não sejam criminalizados. “Há os que trabalham com segurança pública na internet, softwares e ferramentas que podem ser usados para invadir empresas para testá-los, ver como se comportam em diferentes ambientes e melhorá-los”, diz Machado.

Um ponto polêmico nas novas leis é o registro, por parte de provedores, de informação sobre a conexão dos usuários, os chamados “logs”. Artigo sobre isso foi retirado da Lei Azevedo, mas continua no Marco Civil, que prevê a manutenção dos dados por um período  de um ano. A advogada especialista em direito digital Patrícia Peck vê a necessidade de identificação de quem usa a rede. “Hoje, a maioria dos criminosos digitais são pegos em flagrante, porque é muito difícil obter provas de autoria. Quanto maior o anonimato, maior a insegurança”, afirma.

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Roberto Verganti, especialista em inovação representado no Brasil pela Pieracciani, concede entrevista à Epoca Negócios online

“Não é preciso ter um Steve Jobs na equipe”

Por Ariane Abdallah

Steve Jobs pode ser um péssimo exemplo. Se usado como referência, fica fácil justificar o desempenho de uma empresa que mantém anos a fio um desempenho mediano, sem grandes citações. Afinal, todos podem alegar que não têm culpa por não ter nascido genial ou por não ter encontrado um gênio para integrar sua equipe –  e garantir produção de boas ideias em série.

Para esse tipo de argumento o livro do pesquisador italiano Roberto Verganti funciona como antídoto. Professor de Gestão da Inovação na Poletécnica de Milão e professor convidado da Havard Business School e da Copenhagen Business School, ele investigou o tema por mais de 20 anos e aplica seu método em empresas como Ferrari, Volvo, Barilla, Nestlé e Unilever. Veio ao Brasil para lançar o livro Design-driven innovation (Mudando as regras da competição: a inovação radical do significado de produtos) e expor o conceito para representantes de corporações como AmBev, BBF Brasil Foods, Dupont, entre outras. Quem se encarrega de difundir a metologia por aqui é a consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas.

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Patricia Peck, do PPP Advogados, e David Reck, da Enken, falam à revista Época sobre compras internacionais online

Compre no exterior sem sair da poltrona

A gaúcha Melina Gallo Araújo, de 30 anos, é conhecida no trabalho como Miss Pacotinho. Ela ganhou o apelido por causa das encomendas que chegam  a sua mesa com frequência. São produtos que compra pela internet.

A sacolagem internacional online dos brasileiros é consequência do aumento geral nas compras pela internet. “Quando a onda começou, a maioria dos brasileiros que se aventuravam a comprar importados online eram usuários aficionados por determinados setores, como tecnologia. Hoje o público é diversificado”, afirma David Reck, diretor da agência de comunicação digital Enken.

Quem compra em sites estrangeiros deve estar preparado para imprevistos como o da empresária FabianaTrollkins, de 37 anos, que comprou peças de roupa no site britânico Dorothy Perkins, nunca entregues. Reclamou, mas não recebeu o dinheiro de volta.  “O comsumidor pode entrar com uma ação, mas, na maioria das vezes, a dor de cabeça e os custos não compensam”,diz a advogada Patricia Peck, especialista em direito digital.

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Época Negócios online destaca a Corretores.com.br em matéria sobre redes sociais voltadas a grupos de profissionais

Para acessar rede social, é preciso ser profissional da área

As redes sociais já mudaram a forma de consumir conteúdo. Segundo o Google, o Facebook é o site mais acessado do mundo, à frente até do Youtube, segundo colocado do ranking. Só no Brasil, o Facebook tem quase 8 bilhões de page views e o Orkut ainda registra 50,60% de usuários brasileiros.

Além da criação de diversas redes sociais corporativas no mercado, o sucesso desse novo canal agora cria ambientes de interação ainda mais “fechados” – exclusivo para profissionais de um determinado setor. É o exemplo da rede www.corretores.com.br, lançada no final de agosto. Ela é voltada exclusivamente aos corretores de imóveis, construtoras e imobiliárias. O investimento foi de R$ 500 mil. Segundo Lorenzo Madalosso, um dos quatro sócios proprietários da rede social, em um mercado em que o relacionamento é a principal ferramenta de vendas, a aproximação dos profissionais servirá para potencializar negócios.

Para ler a notícia na íntegra, clique no link abaixo:

http://colunas.epocanegocios.globo.com/coffeebreak/