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Revista Sescon SP entrevista Ivo Machado, da In2Sec, sobre uso da internet no ambiente de trabalho

Internet:  limites da restrição no ambiente corporativo

Por Mayra Feitosa

Que a internet trouxe inúmeras facilidades para o dia a dia  de todos é fato inconteste. Mas seu uso também pode gerar controvérsias. Por exemplo, a proibição do acesso à internet muitas vezes gera conflitos no ambiente corporativo.

Para Ivo Machado, diretor de operações da In2Sec, o ambiente empresarial não é o lugar recomendado para exageros, por isso o colaborador deve ter bom senso quando o empregador liberar o acesso à rede.

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Patrícia Peck, do PPP advogados, e Ivo Machado, da In2Sec, falam ao jornal O Globo sobre indenização por fraudes eletrônicas em bancos

Indenização mais próxima do cliente

Por Luiza Xavier

Vítimas de clonagem de cartões, roubo de senhas ou falsificação de cheques têm agora mais chances de serem ressarcidas. O entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que os bancos devem indenizar quem foi lesado em operações financeiras reforça a tese há muito tempo aplicada pelos orgãos de defesa do consumidor: os bancos não podem transferir ao cliente os riscos de seu negócio. A Súmula 479, editada semana passada durante a última sessão do tribunal no primeiro semestre, unifica futuras decisões sobre o tema.

Para Patrícia Peck, advogada especialista no combate a crimes eletrônicos, o cliente deve continuar mantendo atenção máxima ao utilizar o ambiente digital dos bancos.

Segundo Ivo Machado, diretor da In2Sec e especialista em segurança digital, o acesso a bancos por meio de celulares e tablets facilita a vida, mas aumenta a possibilidade de golpe. “Soluções mais efetivas irão surgir, mas  garantir segurança total, infelizmente, é impossivel”, diz .

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Portal IDG Now destaca lançamento de chave de criptografia da TrustSign

Empresa brasileira lança chave de criptografia de 4096 bits

A TrustSign anuncia o lançamento de uma nova chave de criptografia de 4096 bits. De acordo com a empresa, é a primeira autoridade certificadora no mercado brasileiro, para certificados de raiz internacional, que pode emití-la

O National Institute of Standards (NIST), órgão regulamentador dos Estados Unidos, recomendou em sua publicação especial 800-57, “Recomendação para Gerenciamento de Chaves – Part1.pdf”, que qualquer chave criptográfica do tamanho 1024bits não seja emitida depois de dezembro de 2010. Segundo o NIST, o ideal é que as emissões sejam feitas para chaves com 2048 bits ou superior. “Esta recomendação não invalida as chaves de 1024bits emitidas até a data mencionada, no entatanto, a segurança é ampliada com o uso de criptografia com nível mais elevado”, explica Marisa Viana, gerente comercial da TrustSign.

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