Category: Sorridents

Jornal Meio & Mensagem destaca expansão das redes de franquias Container e Sorridents no interior de São Paulo

O Eldorado do novo capitalismo brasileiro

Por Walter Falceta Jr.

A notícia virou manchete dos principais veículos de economia e negócios do País no ano passado: o interior de São Paulo superou a região metropolitana do Estado, que inclui a capital e 38 municípios, e se tornou o maior mercado consumidor do País. Com um PIB superior ao de países como a Nova Zelândia, o território “caipira” fortaleceu-se no contexto de desconcentração do crescimento, que ganhou força nos últimos cinco anos.

Se existe um traço distintivo nesse crescimento interiorano, é justamente o fortalecimento de novos players em mercados de rápida ascensão. É o caso da Sorridents, rede de clínicas odontológicas fundada em 1995 com franquias há oito anos. Hoje, a marca está presente em 14 Estados brasileiros e informa já ter atendido a mais de 1,3 milhão de pacientes. Em 2012, o faturamento da empresa foi de R$180 milhões.

Caminho semelhante tem seguido a Container Ecology Store, do empresário da área têxtil André Krai, fundada em 2009. Mais uma vez, o diferencial está no modelo inovador do negócio. Trata-se de uma rede de lojas de roupas multimarcas que utiliza containêres como estruturas físicas. A rede, que registrou faturamento de R$ 20 milhões em 2012, possui 70 unidades em funcionamento, em 24 Estados brasileiros. Nove delas situam-se no interior de São Paulo.

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Sorridents é tema de matéria institucional de quatro páginas na revista Época Negócios

A vendedora de sorrisos

Por Ariane Abdallah

Antes de dentista, Carla Sarni, de 39 anos, é uma vendedora. É a  sua capacidade de persuasão que explica grande parte do sucesso da Sorridents, a organização que fundou em 1995. A empresária partiu de um ideal. Queria oferecer tratamento odontológico de alto nível às classes C e D. Hoje comanda a maior rede de franquias do setor  na América Latina, com 143 unidades em funcionamento, além  de 39 em fase de conclusão. Elas estão espalhadas por 57 cidades, em 16 estados do Brasil. A meta para este ano é abrir mais 20 clínicas e alcançar um faturamento de R$ 200 milhões.

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Franqueados da Sorridents e do Grupo Container participam de matéria sobre empreendedorismo no jornal O Estado de S.Paulo

Empresário após os 50, uma aposta equilibrada

Por Cris Olivette

A longevidade da população vem fazendo com que pessoas acima de 50 anos tenham energia suficiente para começar a empreender. Aos 59 anos, o franqueado  Luiz Antonio Machado, da rede Sorridentes, engrossa essa tendência. Ele iniciou o negócio há cinco anos, pouco antes de se aposentar.

Já o franqueado Antonio Guinomar Ferreira Barbosa, do grupo Container,  que trabalhava com revenda de pneus, resolveu mudar de ramo de atividade perto de completar 60 anos.

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Carla Sarni, fundadora da rede Sorridents, fala sobre economia e empreendedorismo ao jornal O Estado de S.Paulo

Conselho de quem sabe o que fazer

Montar um negócio exige bastante empenho. Não é preciso ser gênio no assunto para entender isso, afinal, todo empreendedor sabe que essa é uma jornada cheia de desafios. E problemas. Muitas vezes, porém, o empresário simplesmente se esquece de levar em conta o atual cenário econômico.

Há quem destaque esse fator como um dos principais na hora de abrir um negócio. Para outros, ele não é tão  importante. É o caso de Pedro Herz, presidente do conselho administrativo da Livraria Cultura. Segundo ele, todo momento é momento para começar a empreender.

Mas afinal de contas, será que agora é um bom momento para empreender? Também fizemos essa pergunta a Carla Sarni, empresária que criou a rede de clínicas odontológicas Sorridents. Ao contrário do executivo da Livraria Cultura, ela está sim preocupada com o momento da economia.

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Dra. Carla Sarni, da rede Sorridents, conta sua história de sucesso à revista InfoMoney

Sorrindo à toa

Por Karla Mamona

Não faltam motivos para a empresária por trás da marca Sorridents sorrir à toa. Há 17 anos, a Dra. Carla Renata Sarni comanda a maior rede de clínicas odontológicas do Brasil e a segunda maior empresa de odontologia em todo o mundo. Atualmente, são mais de 180 clínicas de tratamento dentário em 16 estados brasileiros e mais de 1 milhão de pessoas atendidas.

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Karin Campos, diretora da GVP IT Solutions, e Carla Renata Sarni, fundadora da Sorridents, são destaque em matéria de capa sobre mulheres empreendedoras do jornal O Estado de S. Paulo

Elas contam como viraram mulheres de negócios

Por Cris Olivette

A advogada Helena Toledo é empresária há apenas dois anos e conta que está adorando a nova condição. “É uma iniciativa bastante desafiadora e me sinto realizada”. A cada obstáculo superado, Helena se descobre uma pessoa empreendedora. “Tenho uma veia de marketing que eu desconhecia. Porém, para lidar com as finanças estou fazendo cursos no Sebrae”, revela.

Assim como Helena, em dez anos mais de 441 mil mulheres ingressaram no mundo dos negócios só no Estado de São Paulo. Estudo do Sebrae-SP aponta que nesse período a participação feminina cresceu 25%, o que demonstra que as mulheres têm muito o que comemorar no próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Agora, elas são mais de 1,43 milhão.

Na visão da diretora de gestão de pessoas da GVP IT Solutions, empresa especializada em tecnologia e inovação para gerenciamento empresarial, Karin Campos, não existe uma fórmula pronta para as mulheres serem empresárias de sucesso.

A dentista Carla Renata Sarni, fundadora da franqueadora Sorridents Clínicas Odontológicas, afirma que também conciliou muito bem a maternidade com os negócios. “Sou uma mulher muito prática. Nos dois partos que tive fiquei em  casa cerca de dez dias apenas. Claro que para continuar trabalhando precisei montar uma estrutura”.

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Cleber Soares, da Sorridents, fala sobre ‘UTI’ para grandes franquias em matéria da revista Gestão & Negócios

S.O.S Franquias

Desempenho financeiro abaixo da média, alta rotatividade de funcionários e concorrência acirrada. Estas são apenas algumas das muitas dificuldade pela quais passam as empresas. Mas quando estas falhas começam a comprometer seriamente o andamento dos negócios, é hora de pedir socorro para os gestores, que precisam reverter os quadros de crise e evitar piores consequências.

A Força-Tarefa que “Cura”

Através de benchmarking com outros franqueadores mais experientes, como o próprio Habibs, a rede Sorridents Clínicas Odontológicas percebeu a necessidade de um pronto atendimento efetivo em suas lojas mais problemáticas. “Da mesma maneira que acontece em um hospital, a UTI administra o tratamento independente da vontade do ‘paciente’. Analisamos a gravidade do problema e definimos as intervenções”, explica o vice-presidente da Sorridents, Cleber Soares.

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Carla Moruzzi, dentista da Sorridents, fala à revista Plástica e Beleza sobre como agir quando o dente quebra

Xi, o dente quebrou!

Por Malu Bonetto

Você sabe o que deve ser feito se isso acontecer com você? A dentista Carla Moruzzi, da Sorridents (SP), explica algumas situações:

  • Se houver sangramento: coloque gelo por dois minutos, deixe a região descansar por cinco minutos durante a primeira hora. O gelo ajuda a controlar o inchaço do trauma e o sangramento. Caso não haja gelo, opte por morder um pano limpo ou uma gaze para estancar o sangue através da compressão.

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Portal da revista Exame destaca Sorridents como uma das sete melhores franquias para investir depois da aposentadoria

7 opções de franquias para depois da aposentadoria

Por Priscila Zuini

Franqueados que investiram no negócio depois da aposentadoria contam como funciona o dia a dia da franquia

Luiz Antonio Machado, 59 anos, acredita que muitos profissionais deixam de ser aproveitados quando chegam aos 55. “Um profissional com 55 anos está na sua plena capacidade produtiva. Quem tem muita energia, disposição e vontade de encarar novos desafios não pode ficar em casa de pijama.”, diz.

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Sorridents é case de sucesso no especial Novos Empreendedores, da revista Meu Próprio Negócio

No alvo, a nova classe média

Por Milton Correia Jr.

A rede Sorridents completou 17 anos de atuação no mercado brasileiro como a maior rede de clínicas odontológicas da América Latina. A empresa foi fundada em 1995, no bairro popular de Vila Cisper, na zona leste de São Paulo (SP), pela dentista Carla Renata Sarni. Ascendeu à rede de franquias em 2005, com o propósito de oferecer à população a oportunidade de tratamentos odontológicos de qualidade. Filiada à Associação Brasileira de Franchising (ABF), a marca está presente em 14 Estados brasileiros, com 170 clínicas e já atendeu mais de 1,3 milhão de pacientes.

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Carla Sarni e Cleber Soares, fundadores da rede Sorridents, falam à revista IstoÉ sobre vida financeira e casamento

Dinheiro e Casamento

Por Paula Rocha e Natália Martino

É melhor ter conta conjunta ou separada? Quem ganha mais paga mais? Qual é a hora certa de falar sobre dinheiro com o parceiro? É um problema a mulher ganhar mais que o homem? Essas dúvidas, que atormentam os casais modernos, moveram pesquisadores  a produzir trabalhos científicos sobre o tema e inspiraram especialistas a buscar respostas práticas, que ajudem homens e mulheres a conquistar o tão desejado sucesso financeiro no casamento.

Não existe  fórmula que garanta o sucesso financeiro de um casamento, mas algumas atitudes caracterizam o comportamento dos casais que chegaram lá. “Entre os segredos, está cutltivar a transparência e a confiança na hora de juntar rendas e dividir os gastos”, diz o consultor Gustavo Cerbasi. Lição aprendida com louvor pela dupla Carla Sarni, 38 anos, e Cleber Soares, 36. A parceria financeira entre eles fez o casal sair de um faturamento de R$ 360 mil anuais do pequeno consultório de Carla para os atuais R$ 180 milhões que a Sorridents, franquia de consultórios fundada por ambos, fatura hoje anualmente.

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Executiva da Sorridents participa de matéria sobre imagem e carreira no jornal Brasil Econômico

Executivos apostam na vaidade para melhorar a imagem e a carreira

Por Marília Almeida

A Política de incentivos e benefícios para retenção de talentos executivos chegou aos tratamentos estéticos. Cada vez mais empresas oferecem esse tipo de cobertura. É uma maneira de unir o útil ao agradável: executivos, principalmente de alto escalão, costumam refletir a imagem da empresa que representam, principalmente em negociações.

É o caso de Elisabete Leite, 29 anos, consultora de campo da Sorridents, rede de clínicas odontológicas. Trabalhando há cinco anos na área, resolveu encarar um tratamento dentário, com duração de dois anos, para corrigir seu problema de mordida cruzada, parcialmente custeado pela própria empresa.

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Ações de voluntariado da rede Sorridents são destaque em edição especial da revista Exame PME

Todo mundo engajado

Por  Daniela Toviansky

Nos últimos anos, muitas empresas passaram a fazer ações sociais. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 69% dos negócios brasileiros apoiam alguma causa. Em muitos casos, a ajuda é feita com trabalho voluntário dos funcionários.

Antes de cursar odontologia, Carla Sarni, de 38 anos, dona da rede de clínicas odontológicas Sorridents, mal tinha dinheiro para tratar os próprios dentes. Filha de motorista e de uma cabeleireira de Pitangueiras, no interior de São Paulo, ela era chamada de camelô pelos colegas da faculdade porque vendia roupas na escola para pagar as contas. “Tratamento odontológico era inacessivel para muita gente”, diz Carla. “Por isso, quis abrir uma clínica popular”. Em 1995, Carla montou um consultório na Vila Císper, zona leste de São Paulo. “Assim que formei a clientela e comecei a ter lucro, decidi fazer algo pelos moradores do bairro”, diz Carla, que passou a atender gratuitamente dez crianças por mês.

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