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Valter Pieracciani fala sobre presidenciáveis e suas propostas de inovação em geração de empregos

O jeito certo de aumentar salários

O Brasil inova pouco. Por isso cria empregos piores do que poderia e paga salários mais baixos. O que o próximo governo pode mudar nisso

| Propostas

O que os principais candidatos prometem para que o país crie empregos melhores

“Se o governo refaz a estratégia perto da eleição, é porque tem a sensação de insucesso nessa área”, diz o consultor Valter Pieracciani.

 

 

Valter Pieracciani, da Pier, fala sobre a Lei do Bem na revista Época Negócios

Copo cheio , copo vazio

O GOVERNO COMEMOROU os números do relatório mais recente sobre a adesão à Lei do Bem, que prevê isenções para companhias que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Segundo a publicação, referente ao ano-base de 2012, 1.042 empresas aderiam à norma, número 8% maior que no ano anterior. No entanto, especialistas que se debruçaram sobre os dados devem sinais vermelhos. O investimento total das empresas em PD&I ficou em R$5,34 bilhões, 22% a menos do que  em 2011. Para Valter Pieracciani, sócio da consultoria especializada Pier, os resultados são “assustadores”: “Precisamos quadruplicar nossos índices para evitar desindustrialização. Em vez disso, estamos freando a inovação no Brasil”, afirma.

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Pieracciani - Época Negócios

Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação à revista Bens & Serviços, da Fecomercio (RS)

Mudança de cultura e de olhar

Por Alexandre Soares Pinto

Empresários de todos os portes estão atentos quando à competitividade de suas empresas. Por isso, buscam criar caminhos inovadores para garantir espaço junto a um consumidor cada vez mais exigente e informado.

O mestre em Administração de Empresas – Gestão da Qualidade e sócio-fundador da Consultoria Pieracciani, Valter Pieracciani, é categórico ao afirmar que “em cinco anos, existirão apenas dois tipos de empresas: as inovadoras e as falidas, porque o cliente é implacável com a mesmice”

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José Hernani Arrym, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala ao Valor Econômico sobre inovação

Empreendedores carregam  a experiência das grandes

Por Jacilio Saraiva

A experiência das companhias maiores na área de inovação também pode servir de inspiração para as pequenas, segundo especialistas. Na corretora Segurar.com, criada em 2010, a inovação aparece na maneira de vender seguros: a operação é 100% on-line. “Em um segmento sabidamente conservador, foi mais que uma ousadia”, diz o CEO Oswaldo Romano Jr.

Para José Hernani Arrym, sócio da consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, os principais desafios que os empresários têm de vencer para adotar rotinas inovadoras é conseguir bons líderes, adotar um sistema organizado de ações e conhecer o sistema nacional de inovação.

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Diretores da Infracommerce e da Pieracciani participam de matéria na seção Estilo de Vida, do Brasil Econômico

Ondas do mar ensinam jogo de cintura, disciplina e foco

Por Priscila Dadona

Um gestor, um empresário e um profissional de tecnologia, embora sejam de áreas totalmente distintas têm em comum uma paixão: o surf. De gerações diferentes, estes três executivos levam a prática tão a sério que carregam os ensinamentos do mar para o escritório.

O jovem Francisco Forbes, co-fundador da Infracommerce, empresa de full service de e-commerce, como bom apaixonado que é, viaja todo mês para encontrar o mar. “É uma religião. Sou muito disciplinado, só não vou à
praia quando tenho compromisso profissional.”

Outro apaixonado pelo esporte radical é o sócio-fundador da Pieracciani, Valter Pieracciani, 55 anos e há 45 surfista. O empresário, de São Paulo, viaja religiosamente todos os fins de semana para a praia e é tão fanático que, no ano passado, só ficou três finais de semana sem surfar.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação empresarial à revista Profissional & Negócios

Inovação sem neura

A cobrança excessiva pela criatividade latente e a inovação obrigatória têm deixado profissionais com os cabelos em pé. Mas será que há motivo para tanto desespero? Para o sócio-fundador da consultoria de gestão da inovação, Pieracciani, Valter Pieracciani, não faz sentido cobrar inovação.

A inovação nas empresas é um processo gerenciável, mas não pode olhar apenas os resultados e cobrar. “No campo da inovação, os dirigentes são ‘fornecedores’, ou seja, são eles que criam na empresa e nas pessoas as condições necessárias para que a inovação aconteça repetida, sistematicamente”, diz.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre inovação à revista Consumidor Moderno

A inovação que interessa

Por Flávia Corbo e Paulo Gratão

Uma ideia inovadora salvou a Nintendo do naufrágio. Em 2006 foi lançado o Wii, o novo conceito de entretenimento da empresa. A plataforma permitia que toda a diversão virtual oferecida pela concorrência passasse para o real, sem controles ou fios. A novidade atraiu não somente as crianças e os adolescentes, mas toda a família.

O processo pelo qual a Nintendo passou para se reposicionar no mercado é um exemplo do que a inovação  pode fazer pelo negócio. “A Nintendo foi salva por uma inovação de significado. Ela não conseguiria algo tão poderoso quanto a Sony, então resolver trazer a diversão para o mundo real e tangível. Eles ressignificaram o mercado de videogames”, afirma Valter Pieracciani, coordenador sênior em projetos de inovação do Centro Latino Americano para Inovação, Ciência e Qualidade (Claerq) e sócio-fundador da consultoria Pieracciani, especializada na gestão com foco em inovação.

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Pieracciani e Instiad participam de matéria sobre consultoria no jornal Brasil Econômico

Pare de resistir às ideias alheias e faça do consultor um aliado

Por Priscila Dadona

O convívio entre empresários (ou executivos) e consultores é complexo e merece a atenção. Muitas vezes, por falta de conhecimento, o profissional é visto como o “salvador da pátria” e, quando a situação da organização não é resolvida a contento, vira o vilão da história.

Para Luiz Claudio Binato, especialista em gestão de pessoas e fundador do Instituto de Administratação (Instiad), o consultor é um recurso que as empresas têm à disposição para melhorar os resultados. “Ele é uma ferramenta externa e representa um olhar diferente  da cultura da empresa. Está ali para oxigenar, provocar um novo modelo mental nos atuais gestores. Mesmo que tudo vá bem, o consultor sempre pode ajudar a melhorar,”

É importante que o empresário – ou o presidente – não coloque a vida da empresa nas mãos de um único profisional, mas dele próprio e de seus funcionários. “Ele precisa entender que o consultor é um apoio, um suporte.”

É exatamente com esta visão que o empresário Valter Pieracciani, diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, contratou Marta Schonhorst, ex-técnica de seleções olímpicas, para criar um programa de treinamento em sua empresa baseada no conceito de times de alta performace, como o que Marta aplicava no treinamento das meninas da ginástica olímpica.

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, fala sobre pessoas inovadoras ao jornal Brasil Econômico

Executivos trocam certo pelo duvidoso e saem  na frente

Por Natália Flach

Não faz muito tempo que, para ver como tinham ficado as fotos da viagem de férias ou do churrasco de domingo, era preciso tirar o rolinho fotográfico da máquina e levar até uma loja de revelação. Com a chegada das câmeras digitais, esse ritual foi deixado de lado. Empresas, como a Kodak,  que não perceberam a tempo a mudança no mercado acabaram com o filme queimado. André Biscegli e Eduardo Carvalho, no entanto, tiveram esse clique. Em 2005, antes mesmo de comprarem máquinas digitais, viram que esse era o futuro o setor. Foi então que o engenheiro e o analista de investimentos decidiram abrir a empresa RevelaWeb, que faz revelações pela internet.

Longe do mundo dos flashes, Raffael Ricci também está à frente de uma empresa que surgiu quando os turistas ainda nem cogitavam a possibilidade de visitar algo além do Corcovado e do Pão de Açucar, no Rio de Janeiro. A mãe dele criou em 1992 a Jeep Tours de olho na vinda de estrangeiros para a reunião Eco 92.

Caíto Maia também teve um “insigth” que levou adiante. Por gostar de óculos escuros, o então consumidor”voraz”, como ele  mesmo define, decidiu mudar de lado do balcão. “Não tinha pesquisa de de mercado e me baseei muito na minha própria necessidade: eu amo óculos de sol e sentia falta de produtos com mais aposta em design para vender no Brasil”, diz presidente da Chilli Beans.

Maia, Ricci, Biscegli e Carvalho têm, em comum, quatro características, segundo Valter Pieracciani, fundador da consultoria de gestão da inovação que leva o seu nome. “Essas pessoas têm a capacidade de sentir, sonhar, arriscar e transformar a si mesmos e o ambiente em volta.”

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Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, concede entrevista à Web TV da Harvard Business Review

Durante conversa com a editora Léa de Luca, na web TV da Harvard Business Review Brasil, Valter Pieracciani dá detalhes sobre o conceito da Inovação pelo Significado. O especialista conta, também, um pouco sobre a parceria entre a Pieracciani e o professor Roberto Verganti, da Politécnica de Milão.

Para ver a entrevista, clique no link abaixo

http://www.hbrbr.com.br/tv-hbr/entrevista-com-valter-pieracciani

 

Roberto Verganti, especialista em inovação representado no Brasil pela Pieracciani, concede entrevista à Epoca Negócios online

“Não é preciso ter um Steve Jobs na equipe”

Por Ariane Abdallah

Steve Jobs pode ser um péssimo exemplo. Se usado como referência, fica fácil justificar o desempenho de uma empresa que mantém anos a fio um desempenho mediano, sem grandes citações. Afinal, todos podem alegar que não têm culpa por não ter nascido genial ou por não ter encontrado um gênio para integrar sua equipe –  e garantir produção de boas ideias em série.

Para esse tipo de argumento o livro do pesquisador italiano Roberto Verganti funciona como antídoto. Professor de Gestão da Inovação na Poletécnica de Milão e professor convidado da Havard Business School e da Copenhagen Business School, ele investigou o tema por mais de 20 anos e aplica seu método em empresas como Ferrari, Volvo, Barilla, Nestlé e Unilever. Veio ao Brasil para lançar o livro Design-driven innovation (Mudando as regras da competição: a inovação radical do significado de produtos) e expor o conceito para representantes de corporações como AmBev, BBF Brasil Foods, Dupont, entre outras. Quem se encarrega de difundir a metologia por aqui é a consultoria Pieracciani Desenvolvimento de Empresas.

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Jornal O Globo (RJ) entrevista Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, sobre criatividade e inovação

Irreverentes, graças a Deus

Por Léa Cristina e Ystatille Freitas

Nem sempre são os que sentam na primeira fila que inovam. Alguns dos grandes nomes do empreendedorismo vieram lá do fundo da sala. Para Valter Pieracciani, sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, esses irreverentes trazem, muitas vezes, as  quatro ferramentas primordiais para inovar: sentir, sonhar,  arriscar e transformar.

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Mundo Corporativo, revista institucional da Unimed, entrevista Valter Pieracciani sobre inovação nas empresas

O valor de uma ideia radical

Inovação é palavra de ordem em toda empresa – pequena, média, grande – que quer crescer e se destacar no mercado globalizado e extremamente competitivo dos tempos atuais. Buscar uma forma de incrementar um processo ou melhorá-lo ainda mais faz parte do dia-a-dia do mundo dos negócios. Se a inovação é essencial, muitos lançam mão da inovação disruptiva, segundo explica Valter Pieracciani, sócio-diretor da Pieracciani Gestão da Inovação.

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Ações governamentais e inovação tecnológica são tema de matéria no Correio Popular, de Campinas, com participação de Valter Pieracciani

Inovar nunca foi tão preciso. Nem tão fácil

Por Adriana Leite

A inovação tecnológica e a aposta em pesquisa e desenvolvimento ganham espaço no dia a dia das indústrias brasileiras. Em um cenário de competição extrema, a saída é buscar processos e produtos que tragam novidades e redução de custos.

A desburocratização das ações governamentais para dar acessos a benefícios e financiamentos às empresas de base tecnológica e que promovam pesquisa e desenvolvimento é uma medida que deve ser tomada com urgência, segundo Valter Pieracciani, sócio da Pieracciani Gestão da Inovação.

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