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Special Dog é destaque no jornal Valor Econômico

A Special Dog, uma das líderes brasileiras de alimentos secos para cães e gatos, acaba de ingressar no segmento de alimentos úmidos. A inauguração da fábrica, que já é considerada a indústria mais automatizada do mercado de petfood wet brasileiro, foi o gancho perfeito para conquistarmos um espaço de destaque no jornal Valor Econômico.

A repórter Cibelle Bouças visitou a nova estrutura fabril, localizada na sede da Special Dog, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e o resultado foi a matéria abaixo. Confiram:

 

Presidente da Sorridents, Carla Sarni, ganha as páginas do Jornal do Commercio Brasil e revela o segredo do sucesso da maior rede de franquias de clínicas odontológicas da América Latina

Lucros em forma de sorrisos

Por Viviane Faver

As franquias de serviços odontológicos estão se proliferando, afirmam especialistas. De acordo com o consultor Marcos Rocha, da Global Franchise Consulting, as grandes clínicas vem invadindo a odontologia agregando marketing e sistemas de gestão de negócios, já que a parte técnica os profissionais já possuem.

A Sorridents, uma das representantes deste mercado incipiente surgiu em 1995. À época universitária, a fundadora e presidente da empresa, Carla Renata Sarni, trabalhava em um consultório na Vila Cisper, na zona Leste de São Paulo, quando conseguiu ajuda da avó e da tia para comprar uma cadeira de dentista, equipamento fundamental para que ela tivesse seu próprio consultório.

Quando anunciou sua saída ao dono do consultório, ele propôs que ela comprasse o espaço. Carla reformou o prédio e foi agregando o que via nas clínicas dos bairros mais sofisticados. “Depois disso, os dentistas que trabalhavam comigo pediram para abrir clínicas no mesmo formato junto com eles e cheguei a 23 unidades próprias. Neste momento, em 2005,  trouxe meu marido para me ajudar a formatar o sistema de franquia. Hoje, somos a maior rede de clínicas da América Latina, com 120 unidades em funcionamento e 160 comercializadas”, afirma.

Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem abaixo:

Trunfo Comunicação, Unique Garden e UNS Idiomas participam de matéria especial no Valor Econômico

Lucros na entressafra

Por Jacilio Saraiva

Para driblar a sazonalidade é preciso gerir bem o fluxo de caixa e criar um fundo de reserva, além de considerar novos produtos.

O sonho de todo empresário brasileiro é ter um negócio que dê lucro o ano inteiro. Mas para os empreendedores envolvidos com mercados sazonais, a receita do sucesso inclui planejamento e criatividade para não deixar a receita minguar na baixa temporada. No Brasil, os principais empreendimentos ligados à demanda variável precisam enfrentar os desafios do clima, como o setor de moda e o de bebidas, e ciclos periódicos de negócios que envolvem hotéis, escolas e oportunidades em datas comemorativas.

“Usamos eventos corporativos para preencher as vagas na baixa estação”, relata  Roberto Nogueira, gerente do Unique Garden Spa & Resort, em Mairiporã (SP). O pico de reservas para os 26 chalés do hotel acontece nos fianis de semana e feriados. Durante os dias úteis, o plano de Nogueira é aumentar o movimento em pelo menos 40%. “O período de calmaria é a melhor hora para treinar os funcionários”.

Estratégias diferenciadas para as estações

Para os especialistas em gestão, nas sitauações em que a diversificação ou o aumento da base de clientes é mais difícil, a melhor estratégia para driblar a sazonalidade é realizar um planejamento anual de vendas e orçamento, com o objetivo de potencializar entregas e garantir margens superiores nos períodos de alta e redução de custos em fases de baixa demanda.

A rede de escolas de inglês UNS Idiomas resolveu investir em um modelo de negócios que não esvazia as salas de aulas durante as férias. A fórmula encontrada foi um curso feito em 18 meses com uma metodologia que possibilita ao aluno começar o aprendizado em qualquer mês do ano. “Normalmente, o número de estudantes no primeiro trimestre é 30% maior que no segundo”, afirma o gerente de expansão Carlos Coelho.

Na agência Trunfo Comunicação, especializada na organização de eventos, a mudança de nicho foi a opção usada para fugir da instabilidade. No início dos anos 1990, 90 % dos contratos da empresa eram voltados para a realização de rodeios, concentrados em períodos determinados. “A sazonalidade nos levou a buscar outras alternativas”, lembra o sócio Luciano Samarco. “Continuamos no segmento de rodeios, mas agora ele só equivale a 10% das atividades”.

Hoje, a empresa de 20 funcionários dedica-se à organização de um festival de música universitária e ações de marketing para grandes companhias. Para Samarco, a tática para sobreviver à montanha russa dos negócios é trabalhar com criatividade. “O segredo é investir em novos projetos e segmentos para evitar a perda de lucro”.

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