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Cleber Soares, da Sorridents, fala sobre ‘UTI’ para grandes franquias em matéria da revista Gestão & Negócios

S.O.S Franquias

Desempenho financeiro abaixo da média, alta rotatividade de funcionários e concorrência acirrada. Estas são apenas algumas das muitas dificuldade pela quais passam as empresas. Mas quando estas falhas começam a comprometer seriamente o andamento dos negócios, é hora de pedir socorro para os gestores, que precisam reverter os quadros de crise e evitar piores consequências.

A Força-Tarefa que “Cura”

Através de benchmarking com outros franqueadores mais experientes, como o próprio Habibs, a rede Sorridents Clínicas Odontológicas percebeu a necessidade de um pronto atendimento efetivo em suas lojas mais problemáticas. “Da mesma maneira que acontece em um hospital, a UTI administra o tratamento independente da vontade do ‘paciente’. Analisamos a gravidade do problema e definimos as intervenções”, explica o vice-presidente da Sorridents, Cleber Soares.

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Carla Sarni e Cleber Soares, fundadores da rede Sorridents, falam à revista IstoÉ sobre vida financeira e casamento

Dinheiro e Casamento

Por Paula Rocha e Natália Martino

É melhor ter conta conjunta ou separada? Quem ganha mais paga mais? Qual é a hora certa de falar sobre dinheiro com o parceiro? É um problema a mulher ganhar mais que o homem? Essas dúvidas, que atormentam os casais modernos, moveram pesquisadores  a produzir trabalhos científicos sobre o tema e inspiraram especialistas a buscar respostas práticas, que ajudem homens e mulheres a conquistar o tão desejado sucesso financeiro no casamento.

Não existe  fórmula que garanta o sucesso financeiro de um casamento, mas algumas atitudes caracterizam o comportamento dos casais que chegaram lá. “Entre os segredos, está cutltivar a transparência e a confiança na hora de juntar rendas e dividir os gastos”, diz o consultor Gustavo Cerbasi. Lição aprendida com louvor pela dupla Carla Sarni, 38 anos, e Cleber Soares, 36. A parceria financeira entre eles fez o casal sair de um faturamento de R$ 360 mil anuais do pequeno consultório de Carla para os atuais R$ 180 milhões que a Sorridents, franquia de consultórios fundada por ambos, fatura hoje anualmente.

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Jornal DCI publica artigo assinado pelo Dr. André Luiz Lopes, do Pires & Gonçalves Advogados

Ouvidoria dentro das corporações

Lá se vão quase 20 anos desde que o Grupo Pão de Açúcar iniciou os trabalhos de Vera Giangrande à frente da Ouvidoria da empresa, em 1993. Mas, o que significa, afinal, esse canal de comunicação? Por que instalar uma Ouvidoria? Onde ela deve ser inserida no processo de governança? Podemos observar no Brasil uma série de modelos de constituição e operação de Ouvidorias no espaço público privado – e isso tem sido positivo.

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Karin Campos, da GVP IT Solutions, fala ao Anuário Brasileiro de Relacionamento com o Cliente sobre mão de obra em cidades do interior

De mudança para o interior

Por Paula Furlan

Desde a Revolução Industrial, o êxodo rural é um fenômeno social constante. Mas, na contramão dos que vão para as grandes cidades em prol de mais oportunidades, algumas empresas tem experimentado algo diferente: buscar mão de obra longe dos grandes centros urbanos.

Karin Campos, diretora-executiva da GVP IT Solutions, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de TI com foco na gestão de relacionamento, reitera que a atuação em grandes e pequenas cidades oferece situações diferentes. “Cidades pequenas tem como atrativo para as grandes [empresas] de call center a questão da mão de obra mais acessível e em disponibilidade, visto que as cidades mais afastadas sofrem com a situação de que precisam gerar emprego para manter as pessoas ligadas a ela. A chegada de uma empresa de atendimento vem ao encontro dessa situação. Provalvelmente encontre pessoas mais estáveis no cargo, até mesmo pela falta de oportunidade. Em contrapartida, necessita de muito mais treinamento, visto que se trata de uma nova atividade surgindo, ou seja, precisa preparar a mão de obra, qualificar, pois o trabalho disponível é muito diferente do que está habituada a atuar.”

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Jornal O Estado de São Paulo traz matéria sobre criatividade com entrevista de Valter Pieracciani, sócio-fundador da consultoria Pieracciani

A inventividade está ao seu alcance

Por Ligia Aguilhar

O mercado de trabalho está de olho em quem tem potencial para inovar. “Principalmente os setores de alimentos e bebidas, telecomunicações, energia e as grandes construtoras já estão buscando pessoas com essa característica”, diz Valter Pieracciani, sócio-fundador da Pieracciani, consultoria de gestão com foco em inovação. Segundo ele, os profissionais criativos são sensíveis, sonhadores, têm capacidade de arriscar e de transformar. “Nos últimos 20 anos, o mercado de trabalho baniu pessoas com esse perfil e hoje contrata a peso de ouro”.

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A matéria foi o destaque de capa do caderno Empregos & Carreiras do jornal

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Exame.com entrevista Valter Pieracciani sobre inovação no mercado da moda e lições para outras indústrias

O que a indústria da moda pode ensinar sobre inovação

Por Luciana Carvalho

Empresas de outros setores podem aprender muito sobre criatividade com o mundo da moda. “São poucas as companhias que têm uma rotina que garante a inovação”, afirma o sócio-fundador da consultoria Pieracciani, Valter Pieracciani. Para ele, é exatamente essa mudança periódica que faz da indústria da moda um exemplo fértil para empresas que, mais do que inovar, querem sair na frente e conquistar um mercado ainda inexplorado. Em entrevista a EXAME.com, ele listou as características do mundo da moda que podem servir de inspiração e citou algumas empresas que já captaram esse espírito inovador.

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Brasil Econômico publica artigo exclusivo assinado pelos diretores da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas

Por maiores e melhores investimentos em P&D

Por José Hernani Arrym Filho e Alfonso Abrami (sócios da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas)

O ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende comentou recentemente sobre os importantes avanços conquistados no Brasil em seu setor, principalmente quanto à pesquisa básica desenvolvida pelas universidades e seus pesquisadores. Destacou também o incremento de publicações afins e do número de mestres e doutores (11 mil no ano passado).

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28.01.11 Artigo Brasil Econômico "Por maiores e melhores investimentos em P&D"

Trunfo Comunicação, Unique Garden e UNS Idiomas participam de matéria especial no Valor Econômico

Lucros na entressafra

Por Jacilio Saraiva

Para driblar a sazonalidade é preciso gerir bem o fluxo de caixa e criar um fundo de reserva, além de considerar novos produtos.

O sonho de todo empresário brasileiro é ter um negócio que dê lucro o ano inteiro. Mas para os empreendedores envolvidos com mercados sazonais, a receita do sucesso inclui planejamento e criatividade para não deixar a receita minguar na baixa temporada. No Brasil, os principais empreendimentos ligados à demanda variável precisam enfrentar os desafios do clima, como o setor de moda e o de bebidas, e ciclos periódicos de negócios que envolvem hotéis, escolas e oportunidades em datas comemorativas.

“Usamos eventos corporativos para preencher as vagas na baixa estação”, relata  Roberto Nogueira, gerente do Unique Garden Spa & Resort, em Mairiporã (SP). O pico de reservas para os 26 chalés do hotel acontece nos fianis de semana e feriados. Durante os dias úteis, o plano de Nogueira é aumentar o movimento em pelo menos 40%. “O período de calmaria é a melhor hora para treinar os funcionários”.

Estratégias diferenciadas para as estações

Para os especialistas em gestão, nas sitauações em que a diversificação ou o aumento da base de clientes é mais difícil, a melhor estratégia para driblar a sazonalidade é realizar um planejamento anual de vendas e orçamento, com o objetivo de potencializar entregas e garantir margens superiores nos períodos de alta e redução de custos em fases de baixa demanda.

A rede de escolas de inglês UNS Idiomas resolveu investir em um modelo de negócios que não esvazia as salas de aulas durante as férias. A fórmula encontrada foi um curso feito em 18 meses com uma metodologia que possibilita ao aluno começar o aprendizado em qualquer mês do ano. “Normalmente, o número de estudantes no primeiro trimestre é 30% maior que no segundo”, afirma o gerente de expansão Carlos Coelho.

Na agência Trunfo Comunicação, especializada na organização de eventos, a mudança de nicho foi a opção usada para fugir da instabilidade. No início dos anos 1990, 90 % dos contratos da empresa eram voltados para a realização de rodeios, concentrados em períodos determinados. “A sazonalidade nos levou a buscar outras alternativas”, lembra o sócio Luciano Samarco. “Continuamos no segmento de rodeios, mas agora ele só equivale a 10% das atividades”.

Hoje, a empresa de 20 funcionários dedica-se à organização de um festival de música universitária e ações de marketing para grandes companhias. Para Samarco, a tática para sobreviver à montanha russa dos negócios é trabalhar com criatividade. “O segredo é investir em novos projetos e segmentos para evitar a perda de lucro”.

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Jornal O Globo destaca sucesso do Empredonto, programa de empreendedorismo da Sorridents

Curso tem objetivo de transformar dentistas em empreendedores de sucesso

Sorridents, maior rede de franquias odontológicas do País, investe em orientação de empreendedorismo para seus franqueados. A empresa criou um curso de especialização em gestão odontológica com o objetivo de aumentar o rendimento das unidades. De acordo com Carla Renata Sarni, presidente e fundadora da rede, “é imprescindível que os dentistas, que compõem a maior parte dos franqueados da rede, tenham o DNA empreendedor”.

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David Reck, diretor da Enken, é destaque no programa Grandes Nomes da Propaganda, na MGM

Enken Comunicação Digital apresenta cases de sucesso.

David Reck, diretor da Enken, conta um pouco da história da agência, que é  focada no meio digital e atende clientes como Citizen, Gafisa, Michelin, Kraft Foods, entre outros no Brasil e exterior.

Na entrevista, Reck revela detalhes de alguns cases da empresa. O programa foi ao ar no último domingo, 15/08, às 18h, pelo canal MGM – TV a cabo (67 NET)

Para conferir a matéria na íntegra, acesse o link

http://www.futurelab.com.br/grandesnomesdapropaganda/video/edicao-31-2010/enken-comunicacao-digital-apresenta-cases-de-sucesso/

Daniel Heise, CEO do Grupo Direct, é capa da Exame PME de Junho

Sem medo de ter sócio

Uma pesquisa exclusiva mostra como funcionam as sociedades nas pequenas e médias empresas em crescimento – e como elas resolvem seus conflitos

Na empresa paulistana Direct Talk, do Grupo Direct, discussões sobre cláusulas de entrada e saída de sócios aconteceram logo em sua fundação, em 2000, durante a união de dois pequenos negócios dos empreendedores Daniel Heise, de 37 anos, Alexandre Bernardoni, de 34 anos, Gustavo Zaiantchick, de 34, e Giovanni Cervieri, de 37.

No início eles faziam softwares usados em chats de atendimento ao consumidor para empresas como Telefônica, Americanas.com e Magazine Luiza. Com o tempo, mais ferramentas entraram no catálogo de produtos. “A missão da Direct Talk é ajudar outras empresas a interagir com seus clientes e a compreender melhor quem eles são e o que eles querem utilizando diferentes tecnologias”, afirma Heise, presidente da Direct Talk.

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Estadão conta a história de sucesso da ENOX. Empresa foi selecionada ‘case de empreendedorismo’ pelo Instituto Endeavor

Na mesa do bar, uma ideia de R$ 12 milhões

Enox, empresa de mídia indoor fundada em Curitiba por um grupo de amigos, é selecionada pelo Instituto Endeavor de Empreendedorismo

Por Naiana Oscar

A ideia surgiu numa mesa de bar. os amigos de infância queriam criar um negócio próprio, mas não sabiam com o que nem como começar. “E se a gente fizer propaganda no banheiro?”, sugeriu um deles. De piada, o comentário virou inspiração e tornou-se o ponto de partida da Enox, empresa fundada em 2004, em Curitiba, e selecionada este ano pelo Instituto Endeavor, de apoio aos chamados “empreendedores de impacto”.

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David Reck, da Enken, fala sobre estilos de governança no especial do Meio & Mensagem

Novos estilos de governança nas agências
 
Mercado mais moderno e complexo expurga os dirigentes apegados aos velhos paradigmas do autoritarismo arrogante 
 
Quem tem mais de 40 anos ou interesse por séries antigas de TV certamente já assistiu A Feiticeira (Bewitched) e conhece o personagem Larry Tate (David White), dona da agência de publicidade em que trabalha James, o marido de Samantha, a adorável bruxa protagonista. Sócio da Mcmann & Tate, o grisalho Larry não é propriamente um mau sujeito, mas expõe alguns dos vícios das antigas liderenças nas agências.
O velho publicitário é personalista, meio impaciente e, por vezes, tão obcecado por resultados a ponto de renunciar aos próprios valores e crenças. Para conquistar ou satisfazer um cliente é capaz de tudo, especialmente atazanar a vida do pobre James.
De acordo com os especialistas, ainda há vestígios desse tipo de comportamento nos modelos de governança das agências brasileiras. Em alguns casos, o líder é autoritário e pouco cortês porque se julga um extraordinário empreededor ou um gênio da criação. Esse estilo “coronel com grife” funcionou na época em que as boas ações de propaganda se limitavam a jingles de fácil memorização ou bordões assimilados e repetidos pelo público. 

  

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