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Diário do Comércio, de Belo Horizonte, destaca estratégias de expansão da Casa do Construtor e da Sorridents

ESTRATÉGIA

Marcas miram no franqueado ideal

Identificar o candidato certo para a abertura de uma nova unidade é fundamental para o sucesso da expansão

POR Julia Duarte

 Cerca de 60 mil pessoas transitaram pelos corredores do Expo Center Norte, em São Paulo, durante a ABF Expo Franchising, que aconteceu entre os dias quatro e sete deste mês. Em busca de uma boa oportunidade de negócios, os  visitantes trocaram ideias com redes das mais diversas áreas em busca  daquelas que mais se identificam.

Por outro lado, os responsáveis pela expansão das redes ficaram atentos aos visitantes. Identificar o candidato correto para a abertura de uma nova  unidade muitas vezes é o segredo do sucesso para o crescimento dessas redes.

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casa do construtor

Enken e underDOGS participam de matéria do portal Exame sobre estratégia de pequenas empresas no facebook

7 erros fatais das pequenas empresas no Facebook

Por Priscila Zuini

Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.

A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS. Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes.

“O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.

Exame.com

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José Roberto Martinez, do L.O. Baptista-SVMFA Advogados, fala ao Valor Econômico sobre reforma tributária e desoneração

Economistas divergem sobre estratégia de fazer uma reforma tributária ‘fatiada’

Por Marta Watanade

Tributaristas  dizem que a desoneração de folha de pagamento teve efeito muito diverso sobre as empresas e temem que mudanças no PIS e na Cofins provoquem aumento de carga tributária.

Para José Roberto Martinez, tributarista do escritório L.O. Baptista-SVMFA, a desoneração é uma medida paliativa. O advogado é contra uma reforma em fatias. “Algumas medidas são imediatistas e perdem o foco de uma organização mais geral.”

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Revista Gestão&Negócios entrevista Luiz Claudio Binato, do INSTIAD, sobre os desafios da liderança

O valor do bom gestor

Por Pauline Machado

Dentro da equipe, você é um profissional que se destaca. Chega sempre no horário, fica até um pouco mais tarde quando é necessário, tem um bom relacionamento com os colegas do setor e com os demais da empresa. A qualidade do seu trabalho é reconhecida como exemplar, e além de entregar suas produções dentro dos prazos, você ainda tira tempo para orientar e ajudar os colegas, que, eventualmente, precisam de ajuda. Até que um dia você é surpreendido – é promovido a gestor do setor. Você fica feliz pelo reconhecimento, mas será que ter talento para lidar com pessoas, cumprir prazos e se destacar dos demais são fatores suficientes para estar à frente, no comando da equipe?

Em entrevista, Luiz Claudio Binato, especialista em Gestão de Pessoas e fundador do Instituto de Administração – INSTIAD – escola de gestão e negócios, fala sobre o tema.

Gestão&Negócios: Quais são os maiores desafios para um novo gestor e as melhores estratégias para solucioná-los?

Luiz Cláudio Binato: Primeiro ele deve entender o que se espera dela, porque isso é importante montar uma estratégia para fazer acontecer. Dentro disso, cabe ao gestor desenvolver novas habilidades que o permitam chegar onde se espera. Por isso, o melhor a fazer é saber onde está, aonde quer chegar e ter um plano para chegar lá, junto com a sua equipe.

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Sorridents destaca a importância da negociação com fornecedores na revista Exame PME

Chega de Choro

Cinco estratégias para comprar matéria-prima e serviços que cortam custos numa pequena ou média empresa – e por que elas são bem melhores do que implorar por descontos

Por Hugo Vidotto

Já se falou um bocado que controlar custos é essencial em pequenas e médias empresas em expansão – e todo empreendedor minimamente cuidadoso, pelo menos uma vez na vida, tratou de eliminar alguma despesa para não ter que aumentar seus preços ou sacrificar a rentabilidade. Nesta luta diária se encontra todo o tipo de gasto candidato à tesoura, como papel da impressora, o cafezinho ou copos descartáveis. Mas, é nas compras, onde os gastos começam, que está uma das oportunidades mais interessantes de obter reduções de custos realmente significativas. É por isso que tantos pequenos e médios empresários se preparam para, ao negociar com seus fornecedores, ter bons argumentos na ponta da língua para clamar por preços menores.

Futuro Antecipado

No final do ano passado, o dentista Cléber Soares, de 34 anos, juntou uma pilha de planilhas e gráficos para montar um relatório com previsões de crescimento de sua empresa, a rede paulistana de clínicas odontológicas Sorridents. Havia informações como evolução das receitas, estimativas de faturamento até 2013, investimentos programados e os planos para os novos consultórios. Parecia até que ele estava para se apresentar diante de uma plateia de investidores. Mas não. Ele se preparava para negociar com fornecedores de implantes dentários. “Fui pedir um desconto com base no aumento de encomendas que a Sorridents vai fazer nos próximos anos”, diz Soares. Consegui um abatimento de 35%.

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Ruis Vargas, da Laika Design, fala sobre estratégia de marcas e produtos para o jornal Propaganda & Marketing

Anunciantes apostam no vintage

por Maria Fernanda Malozzi

Relançar um produto ou uma embalagem não é uma estratégia inovadora. Afinal, é comum em datas comemorativas, como aniversário da marca, o produto aparecer nas prateleiras com uma nova roupagem. Ou então, aquele produto tão desejável no passado e que saiu de linha voltar a circular no mercado, mesmo que por um curto período.

Esse saudosismo dos produtos traz para o consumidor boas sensações, como lembranças da infância , período de segurança, conforto e proteção. “As marcas perceberam o quanto construíram a vida das pessoas, tornaram-se ícones. E o ser humano, por mais que goste da novidade, adora tradição”, observou Ruis Vargas, sócio-diretor da Laika Design. 

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CEO da Horiba no Brasil, Hamilton Ibanes, assina artigo sobre liderança e desafios culturais na revista Você SA de julho

Artigos – Fala Presidente – Hamilton Ibanes*

Desafios Culturais

A globalização é um fato inexorável e ninguém está imune à sua influência. No campo profissional, as pessoas cruzam os oceanos para trabalhar em outros países em frequência e velocidade nunca vistas. Os desafios culturais hoje são enormes. E eles são ampliados se considerarmos as novas gerações, que chegam ao mercado com formação e cultura diferentes dos mais experientes.

Os líderes, em diversas situações, enfrentam desafios culturais mesmo sem mudar de país. Um exemplo: as empresas brasileiras que fazem aquisições no exterior impondo aos gestores a necessidade de entendimento de outra cultura. As multinacionais, por sua vez, adquirem empresas locais ou instalam filiais criando a mesma necessidade de integração entre gestores e culturas. Esse movimento gera, naturalmente grandes desafios para o conhecimento mútuo.

* Hamilton Ibanes é CEO da Horiba no Brasil. No País, a multinacional japonesa é líder na distribuição de equipamentos de medição e análise na área de hematologia e na fabricação de reagentes para hematologia.

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