Tag: crimes virtuais

Reamp é destaque na ProXXIma em matéria sobre o lançamento do Protect Yourself

Por conta dos inúmeros casos de invasão de dados e vazamentos de informação, a Reamp, empresa especializada em consultoria e gestão de soluções e auditoria de mídia digital, em parceria com a 3D Factory, lançou a campanha “Protect Yourself”.

A ação distribuiu 1.000 covercams a clientes, parceiros, fornecedores e veículos de mídia, e contou também com a criação de uma landing page onde é possível solicitar uma covercams e saber mais sobre a invasão de dispositivo e roubo de informações.

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04.09.17_MeioeMensagem_Protect Yourself

Pesquisa da ClearSale sobre crimes virtuais nos estados brasileiros ganha meia página e foto no Valor Econômico

Fraudes são mais comuns em Estados do Nordeste

Por Bruna Cortez

Em que lugares os criminosos virtuais atacam com maior frequência? O mais comum seria imaginar que eles se concentram em regiões onde há um número maior de pessoas com contas bancárias e acesso à internet. É nesses locais também que o hábito de comprar via internet é mais disseminado. Um levantamento feito pela ClearSale, no entanto, mostra que isso não é verdade.

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Wanderson Castilho fala sobre segurança nas operações em internet banking ao jornal Folha de S. Paulo

Internet já é o 2° maior canal bancário

Por Felipe Vanini Bruning

O internet banking brasileiro é o segundo canal de serviços mais utilizado pelos clientes, atrás apenas dos caixas automáticos (31%), respondendo por 23% das operações bancárias efetuadas no Brasil, segundo dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Segundo Wanderson Castilho, especialista em crimes eletrônicos da consultoria E-Net Security, a maioria das vítimas de fraudes virtuais no internet banking são usuários novos de informática, que acabam cedendo espontaneamente suas informações bancárias.

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Perito em crimes virtuais Wanderson Castilho fala sobre perigos da internet para a Revista In

perigo.com.br

Dicas para não cair nas armadilhas da rede mundial de computadores

Se por um lado a Internet é o “terreno” das oportunidades, por outro pode ser um espaço repleto de perigos. Em 2009, por exemplo, o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes no Brasil registrou cerca de 358 mil crimes no ambiente virtual.

“Para se proteger dessas ameaças, primeiramente deve-se instalar ferramentas de segurança, como antivírus, firewall, antispywar e antispam”, destaca o perito em crimes digitaisWanderson Castilho, autor do livro “Manual do Detetive Virtual”.

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Patricia Peck e Wanderson Castilho falam para especial de segurança na web da InformationWeek

Respaldo da Lei

No Brasil, discute-se um marco civil para a internet e um projeto de leis de cibercrimes. Espinhoso, o tema está longe de gerar consenso entre especialistas em Direito Eletrônico. Há quem considere que a legislação para o mundo físico contempla praticamente todas as questões relativas ao mundo virtual, o que tornaria dispensável novas leis para a web. Outros alertam para lacunas na legislação, como a inexistência  de leis específicas sobre proteção de dados. Enquanto isto, os CIOs se dão conta de que precisam estar antenados com as tendências do Legislativo, seja porque os crimes eletrônicos se multuplicam a cada dia, colocando a TI no centro imbróglio, seja porque as futuras leis sobre crimes digitais poderão impactar significativamente o departamento de tecnologia nas corporações.

” A área de TI, que não foi pensada para ter conformidade legal, agora tem de garantir guarda, preservação e localização de provas para fins judiciais, seguindo requisitos conhecidos como cadeia de custódia, para que haja a certeza de que não houve adulteração. Isto requer conhecimento das leis e revisão de infraestrutura sob um olhar técnico-jurídico”, explica Patricia Peck Pinheiro, advogada especializada em direito digital e sócia de escritório homônimo.

Para as corporações, as dificuldades na coleta destas provas são agravadas pela carência de profissional habilitado. Quem monitora e-mails e outros  meios eletrônicos usados por funcionários, sem uma política  transparente para o uso desses recursos, corre risco de sofrer processos trabalhistas de de danos morais em decorrência da suposta violação de privacidade.

Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security, afirma que são poucas  as empresas brasileiras aptas a levar fraudadores à justiça com sucesso. “Na nossa base de quase 700 empresas, eu diria que apenas 3% reúnem estas condições, que incluem tecnologia, políticas de monitoramento, conhecimento dos requisitos legais e profissional capacitado”, diz. Para Castilho, todo CIO deveria contar com budget específico para análise forense e monitoramento de vazamento de informação. “A maioria deles não tem a mínima ideia se está havendo vazamento ou não”, afirma.

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Jornal Meio&Mensagem traça perfil profissional do perito em crimes digitais Wanderson Castilho, diretor da E-Net Security

Sherlock Holmes 2.0

Por Bruno Borin

Com mais de 500 casos resolvidos em sua bagagem, Wanderson Castilho trabalha com crimes digitais, mas sua profissão pode ser um tanto incomum à primeira vista. Resolvendo casos através (e por conta) das novas tecnologias, ele é conhecido como um detetive virtual.

Segundo o próprio Castilho, no Brasil o número de casos de crime eletrônico é muito grande e nem 2% deles chegam a ser solucionados. “As autoridades não têm ferramentas nem conhecimento sobre o crime eletrônico, mesmo porque o País não tem nem leis específicas sobre o assunto”, explica.

Pensando nisso, ele lançou no ano passado o ‘Manual do Detetive Virtual’, apresentando casos e resoluções do mundo digital, além de dicas para os internautas prevenirem esse tipo de crime.