Category: O Tempo

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O que você precisa saber antes de traçar uma estratégia de comunicação adequada para sua empresa?

Ter um plano de comunicação é um passo importante para toda empresa que está estabelecendo sua marca no mercado. Desenhar uma estratégia de comunicação vai além de criar anúncios e aumentar as vendas. É preciso posicionar sua empresa, dar a ela uma voz, um diferencial na forma de conduzir seus negócios ante a concorrência, enfim, torná-la mais atrativa para o mercado.

É fácil encontrar, com uma simples busca no Google, empresas e profissionais que prometem planos incríveis de comunicação e que garantem resultados fantásticos com baixo investimento e alto retorno, tudo no modelo DYI (do it yourself). Essa disseminação de conhecimento é válida e importante, mas para que sua estratégia de comunicação seja certeira é importante que você, empresário, entenda o seu negócio e tenha metas claras projetadas para o formato de comunicação que sua empresa deseja adotar. Confira abaixo as principais diferenças entre as estratégias de comunicação mais adotadas pelo mercado.

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Assessor-repórter: qual é o papel da assessoria de imprensa nos escritórios de advocacia?

Conforme falamos neste texto, a assessoria de comunicação oferece a escritórios de advocacia e profissionais liberais do direito visibilidade e relacionamento com a mídia de forma a gerar novos negócios, conquistar clientes e ampliar a credibilidade nas relações com a mídia. Mas como a assessoria de imprensa identifica o que é pauta dentro de um escritório de advocacia e como o assessor cria demandas de relacionamento com a mídia através de sua vivência na conta? Confira abaixo alguns insights da nossa equipe de atendimento.

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O poder da influência

O primeiro episódio da terceira temporada de Black Mirror, série original da Netflix, mostra uma sociedade cuja moeda corrente é a influência digital. A trama apresenta a vida de uma moça com pontuação de 4,2 estrelas que se desespera para alcançar um score melhor ao receber o convite de casamento de uma amiga com 4,9 estrelas. Parece absurdo, mas não é.

Com a popularização da internet todos nós passamos a ser produtores e disseminadores de conteúdo. Essa produção intelectual virou negócio. Fóruns no mIRC deram lugar a plataformas de troca de arquivos, salas de bate-papo foram substituídas por redes sociais, youtubers conquistam audiências que fariam inveja a emissoras de tevê, blogueiros são integrados a grandes portais de notícias, tuiteiros viram marketeiros de políticos e grandes empresas, instagramers tornam-se celebridades. A transformação acontece à medida que essas pessoas, que até então cidadãos comuns, alcançam cada vez mais audiência e passam a ser formadores de opinião.

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Escritórios de advocacia devem usar redes sociais?

Estar ou não nas redes sociais é um tema de debate extenso entre profissionais do direito e escritórios de advocacia. O Código de Ética da prática advocatícia e o Provimento 94/2000 são claros quanto à presença de profissionais liberais do direito e escritórios de advocacia nestes canais: é permitida e recomendada a participação em redes sociais se o conteúdo produzido tiver caráter informativo, que agregue conhecimento e valor à área.

Qual o caminho para uma presença relevante nas mídias sociais, que não tenha caráter comercial, agregue valor ao escritório e preste serviço informativo aos usuários? Confira abaixo algumas dicas.

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Você está preparado para contratar um Assessor de Imprensa?

Antes de escolher um profissional que tratará diretamente da exposição de sua marca na mídia – em forma de notícia -, é necessário atentar para alguns pontos que serão o diferencial deste profissional em sua organização. Vamos a eles:
 
1. Habilidade de argumentação
Vender uma ideia a um veículo de comunicação não é tarefa fácil, sua pauta vai disputar espaço com diversos outros assuntos. O que mais se ouve dos jornalistas nas redações é um ‘não’ seguido de alguma explicação do porquê da negativa. Saber “vender” bem o gancho da matéria que está sugerindo, quais os seus desdobramentos e, principalmente, argumentar de forma inteligente a favor de sua ideia, são capacidades imprescindíveis para bons resultados.
 
2.     Capacidade de contextualização
Conseguir bons espaços na mídia demanda persistência e resiliência na mesma medida: saber a hora certa de publicar uma notícia, onde e porquê, saber usar os fatos do cotidiano a favor de sua marca. A sua empresa, por si só, não é necessariamente notícia. Conseguir estabelecer um link entre seus negócios e temas macro ou factuais é uma ótima saída para a conquista de espaços positivos. Encontrar boas oportunidades exige dedicação – e não sorte – , além de criatividade e uma boa dose de capacidade de contextualização.
 
3.      Domínio de mais de uma língua
Vivemos em um mundo globalizado e igualmente conectado. A apuração de informações para uma pauta pode crescer se a consulta envolver fontes internacionais, assim como a participação em eventos e a capacidade de entrevistar não deve ficar limitada por conta do idioma.
 
4.       Escrita impecável
Essa é, talvez, uma das principais características que um assessor de imprensa deve ter. E nem todo jornalista tem o dom da escrita. Os textos devem ser coesos, coerentes, altamente informativos e livres de erros gramaticais.
 
Com essas características, com certeza um assessor tem a base para desempenhar muito bem o seu trabalho. As demais qualidades vêm com o tempo e experiência de mercado.
 
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Valter Pieracciani, especialista em inovação, fala à IstoÉ Dinheiro sobre tecnologia na indústria automobilística

O futuro chegou

Montadoras e empresas de tecnologia dão a largada na corrida para revolucionar o setor automobilístico mundial. A direção autônoma e as novas tecnologias de propulsão, como a energia elétrica e o hidrogênio, prometem redesenhar os automóveis atuais

Por: Carlos Eduardo Valim

No filme De Volta para o Futuro II, de 1989, os protagonistas Marty McFly e Doc Brown fazem uma viagem no tempo que os leva para 21 de outubro de 2015. O futuro trazia algumas tecnologias impressionantes, como carros e skates voadores. Os fãs da série passaram as últimas três décadas imaginando se o filme acertaria nas suas previsões tecnológicas. Um quarto de século depois, os céus das grandes cidades continuam exclusivos para aviões, helicópteros, drones e pássaros e não há nenhuma indicação de que os automóveis voadores estarão nos ares até outubro, como se viu no cinema.

Mas não se engane: a tecnologia futurística dessa indústria está cada vez mais presente na vida dos motoristas. Eles já driblam o engarrafamento caótico das metrópoles com a ajuda de aplicativos de trânsito e geolocalização e, antes do que você pensa, estarão passeando em veículos autônomos. Os carros de amanhã conversarão com os computadores e sistemas de controle de tráfego e decidirão por onde e como irão ao destino programado, enquanto o passageiro – ou ex-motorista – assiste a um filme ou joga um videogame.

O avanço do carro autônomo pode ser mais rápido do que o esperado. “Não há mais motivos para termos motoristas, a não ser por esporte”, diz Valter Pieracciani, sócio da consultoria de inovação Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, que presta serviços para marcas como Alfa Romeo e Fiat. “A tecnologia vai chegar mais depressa a nós do que imaginamos.”

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Casa do Construtor participa de matéria sobre regulamentação na construção civil no Jornal do Comercio, de Porto Alegre

Setor de maquinas pede mudanças em norma

Por Nestor Tipa Junior

Uma norma regulamentadora aprovada em 2010 está preocupando representantes da construção civil no Brasil. A chamada NR 12 incide sobre a segurança do trabalho no uso de máquinas para o setor.

A reclamação principal é sobre o tempo de adaptação das empresas para ajustar e adquirir máquinas. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Locadoras de Equipamentos (Alec), Expedito Eloel Arena, o impacto econômico para as empresas que fornecem os materiais para as obras tem sido grande. Ele cita cálculos elaborados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontando que, para adequação de todo o parque de máquinas do País, são necessários pelo menos investimentos de R$100 bilhões.

O vice-presidente da associação, que também é sócio-diretor da Casa do Construtor, empresa especializada na locação de equipamentos, afirma que as mudanças são benéficas e essenciais, mas que precisam ser feitas de forma gradativa, pois não existem no mercado máquinas que atendam às exigências da norma.

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Jornal do Comercio - Porto Alegre_07 DE ABRIL

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Dr.Felipe Medaglia, do MMK Advogados, fala ao jornal DCI sobre as mudanças na tributação relativas ao comércio exterior

Mudanças confundem regras na defesa comercial do País

Por Paula de Paula

O governo parece estar um pouco confuso sobre quais ações tomar em relação à contribuição de comércio exterior. Ao mesmo tempo que a balança comercial registrou o pior déficit comercial da  história, a indústria utiliza muitos produtos importados que podem encarecer a produção e como estímulo, medidas de redução do imposto sobre insumos vindos do exterior tem sido constantes no País.

Segundo o advogado especialista em direito tributário do escritório Mattos Muriel Kestener, Felipe Medaglia, “toda a legislação tributária é confusa, as mudanças são constantes e os prazos muitas vezes são mudados no meio do caminho”, disse.

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Dra.Marcela Baptista, da Sorridents, fala ao jornal Agora SP sobre importância de rapidez no atendimento à saúde bucal

1 em cada 5 postos leva 1 mês para marcar dentista

Por Léo Arcoverde

Uma em cada cinco UBSs (Unidade Básicas de Saúde) da capital faz o paciente esperar mais de um mês por uma consulta com dentista.

Segundo dados obtidos pelo Agora por meio da Lei de Acesso à Informação, em 54 dos 290 postos que agendavam consulta no dia 4 de junho, o tempo de espera para a realização da primeira consulta era superior a 30 dias.

Prolemas na saúde bucal, quando não tratados, podem provocar, em um longo prazo, danos graves ao paciente, segundo especialistas.

De acordo com a dentista da rede Sorridents, Marcela Baptista Encinas, uma bactéria de um abscesso (acumulação de pus) na boca pode entrar na corrente sanguínea e se alojar em órgãos como coração e pulmões. “Uma simples cárie, se não tratada, pode obrigar o paciente a extrair o dente”, afirma.

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Revista Crescer entrevista Dr. Gerd Schreen, da Cranial Care, sobre prevenção e tratamento de assimetrias cranianas em bebês

É coisa de bebê

Por Malu Echeverria

O sistema imunológico do bebê é imaturo, por isso até crianças saudáveis podem apresentar alterações em seus primeiros meses. Qualquer sintoma deve ser comunicado ao pediatra. As consultas periódicas evitarão que algo passe batido aos olhos do médico. E o melhor é que existem soluções simples para tratar os probleminhas típicos dos bebês. Aprenda!

Cabeça achatada

A alteração está associada à posição que o bebê fica deitado. Algumas crianças já nascem assim por conta da falta de espaço no útero (no caso de gêmeos), líquido amniótico escasso ou por terem se encaixado precocemente na pelve da mãe. Mas a maioria desenvolve o problema depois, ao ficar muito tempo na mesma posição.

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Carlos Coelho, da UNS Idiomas, fala ao Valor Econômico sobre conversão de bandeira no setor de franchising

Estratégia ideal para conquistar o interior

Por Kátia Simões

De um lado, o pequeno empresário com boa clientela e tradição, que teme ser engolido pela concorrência. Do outro, grandes redes em busca de candidatos a franqueados com vasta experiência, domínio da região em que atuam, reconhecimento da clientela e pontos já instalados. Some a isso o crescimento da demanda por marcas conhecidas em cidades com menos de 200 mil habitantes e está criado o cenário para explicar o sucesso das  franquias de conversão, que transformam negócios independentes em unidades franqueadas.

Carlos Coelho, gerente de franquias da UNS Idiomas, conhece bem o peso da aculturação dos novos parceiros para o sucesso da rede. “As pessoas chegam com seus próprios métodos de ensino e de gestão, muitas vezes com vícios”, declara. “Temos que quebrar alguns paradigmas para incutir o DNA da rede. Com isso, o tempo de maturação da franquia pode aumentar”.

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