Category: Internet

Revista Época destaca condenação de criminoso digital. Perito Wanderson Castilho, da E-Net Security, foi quem investigou o caso e reuniu provas.

Justiça condena difamação na web

Por Celso Masson

Foram quatro anos de inferno. A Justiça percebeu que eu era vítima de um homem que cometeu assassinato moral“. A declaração é de Rose Leonel, jornalista de Maringá, Paraná, após a condenação de seu ex-namorado, Eduardo Gonsalves. Ele publicou fotos íntimas da moça na internet e a anunciou como prostituta em sites pelo mundo.

Gonsalves foi condenado a 1 ano e 11 meses de reclusão em regime semi-aberto e, durante esse período, terá de pagar R$ 1,2 mil mensais a Rose.

A maior dificuldade nos crimes virtuais é reunir provas. Rose Leonel contratou o perito Wanderson Castilho, que rastreou o endereço de onde surgiam as mensagens, um shopping onde o criminoso possui loja.

Daniel Heise, CEO do Grupo Direct, é capa da Exame PME de Junho

Sem medo de ter sócio

Uma pesquisa exclusiva mostra como funcionam as sociedades nas pequenas e médias empresas em crescimento – e como elas resolvem seus conflitos

Na empresa paulistana Direct Talk, do Grupo Direct, discussões sobre cláusulas de entrada e saída de sócios aconteceram logo em sua fundação, em 2000, durante a união de dois pequenos negócios dos empreendedores Daniel Heise, de 37 anos, Alexandre Bernardoni, de 34 anos, Gustavo Zaiantchick, de 34, e Giovanni Cervieri, de 37.

No início eles faziam softwares usados em chats de atendimento ao consumidor para empresas como Telefônica, Americanas.com e Magazine Luiza. Com o tempo, mais ferramentas entraram no catálogo de produtos. “A missão da Direct Talk é ajudar outras empresas a interagir com seus clientes e a compreender melhor quem eles são e o que eles querem utilizando diferentes tecnologias”, afirma Heise, presidente da Direct Talk.

Clique na imagem abaixo para ver a capa da revista

Diego Monteiro, da Direct Labs, no portal Consumidor Moderno

Panorama do Monitoramento em Mídias Sociais

As empresas podem utilizar as mídias sociais de diferentes formas: para
uma campanha publicitária, um canal de relacionamento com cliente ou
até visando a construção da marca coorporativa na web.
Entretanto,independentemente de qual é a ação, é imprescindível fazer um trabalho de monitoramento
desses canais. É através dele que os resultados e impactos poderão ser medidos corretamente e todo o
histórico do relacionamento armazenado.
O monitoramento é também fundamental para toda marca que não está “oficialmente” na web, através
de um perfil ou canal próprio, pois é preciso saber o que é falado sobre ela para que, em seguida, os
gestores possam analisar tendências de mercado e até gerenciar possíveis crises.
Assim, pela amplitude dos benefícios, o monitoramento pode ser usado em qualquer área da empresa
ligada à comunicação e ao relacionamento com o público, tais como marketing, atendimento, relações
públicas e etc.
Além disso, é uma poderosa ferramenta de pesquisa, já que colhe depoimentos e opiniões espontâneos.
Por exemplo, ao lançar um novo celular para quem gosta de jogos é possível buscar as menções sobre
jogar no aparelho móvel e descobrir quais são as necessidades não-atendidas desse público.
Dada a importância desse trabalho de gestão, surge a questão de como fazê-lo. Para isso, é necessário
primeiro captar os dados. O segundo passo é monitorar e classificar as menções. Por fim, os analistas de
mídias sociais devem fazer uma apreciação estratégica e estatística para interpretar todo o material
colhido.
Tanto nas agências de publicidade como nas companhias, essa análise pode ser feita internamente ou
externamente. Quando o trabalho é interno, é necessário uma plataforma (software) para que se faça a captura das citações. Já quando se faz externamente, usa-se empresas especializadas que entregam todo
o processo completo e já com os relatórios finalizados.
As plataformas mais conhecidas são: Scup (Brasil), Radian 6 (EUA) e ScoutLabs (EUA). Já entre as
empresas especializadas mais famosas no Brasil estão a E-life (pioneira na prestação desse tipo de
serviço) e a Dialetto.
Outra definição que merece destaque é a forma de implementar o monitoramento. Para esse ponto, vale
avaliar dois indicadores: o investimento necessário para fazer internamente em relação ao custo de
contratar uma empresa externa, como tradicionalmente é feito nesse tipo de processo, além de
considerar a qualidade das estatísticas do monitoramento.
Por se tratar de algo que envolve inteligência e análise, é essencial avaliar a capacidade do fornecedor
ou da equipe interna de fazer julgamento intangível e estratégico. Esse ponto tem levantado muita
discussão, tanto que há empresas contratando fornecedores especializados em BI para usar plataformas
de mídias sociais a fim de garantir a qualidade dos dados.
O mais importante com todas essas variáveis é avaliar a real necessidade da empresa e sua capacidade
de absorver os resultados de um monitoramento. Depois disso, pode-se definir com que gradação irá
monitorar sua marca, se será um trabalho simples com análises básicas e quantitativas ou até um serviço
profundo com análises estratégicas.
* Diego Monteiro – É consultor de Estratégia em Mídias Sociais da Direct Labs.
‘Redes Sociais’ será um assunto amplamente abordado durante o CCMCC. Durante sua palestra
Helisson Lemos, Diretor Comercial de Marketing do Mercado Livre, falará sobre ‘Gestão de
Marketing e Negócios nas Redes Sociais’, no dia 28/04 às 16h10.

Advogada Patricia Peck Pinheiro em entrevista ao portal It Web

Entrevista: advogada Patrícia Peck diz que profissionais perdem a noção do que publicam na web 
 
Comentários associados ao nome da empresa pode gerar inclusive demissão por justa causa, alerta especialista

O debate em torno do se manifestar em redes sociais e quais são os limites de liberdade que as pessoas possuem, sobretudo quando ocupam cargos de gestão, ganhou fôlego extra nesta semana após o diretor-comercial da Locaweb, que foi desligado da companhia, se pronunciar de forma inadequada via Twitter e associar o comentário, de cunho pessoal, à marca da companhia. Para Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, a demissão relacionada às informações publicadas nestes ambientes está em crescimento.

Confira a entrevista completa no link: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=66768

VGL na Reuters Brasil

CMN exige mais transparência em derivativos

 BRASÍLIA (Reuters) – O Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou a obrigatoriedade de registro de operações de hedge com instituições financeiras do exterior ou em bolsas estrangeiras.

No final do ano passado, o Banco Central já havia definido que instrumentos financeiros derivativos vinculados a empréstimos captados no exterior teriam que ser registrados. Antes disso, o registro só era exigido de instituições financeiras que realizassem operações com derivativos no país.

A preocupação do governo com a exposição de grandes companhias a derivativos financeiros e sua transparência cresceu após problemas enfrentados por grupos como Sadia e Aracruz em 2008.

“A crise evidenciou diversas operações, inclusive no mercado de derivativos”, afirmou nesta quinta-feira a jornalistas o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, sem citar empresas.

“Isso nos levou a tomar medidas que estimulem a transparência”, disse, acrescentando que o BC terá assim condições de “dar mais segurança às ações que for tomar”.

Para o estategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Roberto Padovani, a medida não deve afetar a taxa de câmbio. “A ideia é aumentar a transparência dessas operações e, portanto, fazer com que você tenha um maior controle do risco sistêmico.”

Segundo o CMN, o registro deverá ser efetuado por meio de instituição financeira e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BC, na Cetip ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O CMN acrescentou que, devido à necessidade de adequação de sistemas operacionais, tanto das instituições quanto das entidades que efetuam o registro das operações, a norma passa a vigorar a partir de 15 de março.

Para o advogado Ricardo Mourão, especialista em derivativos e sócio do escritório Velloza, Girotto e Lindenbojm, a medida representou um retrocesso no processo de liberalização cambial, ainda que a mudança seja positiva do ponto de vista da transparência.

“É uma burocracia a mais, que tira um pouco da dinâmica de um mercado que muitas vezes atende a necessidades urgentes”, disse.

(Reportagem de Isabel Versiani e Silvio Cascione)