Saúde 2.0: o paciente nas redes sociais
O Brasil vem surpreendendo em todas as pesquisas sobre o uso da internet e das redes sociais. Nós, brasileiros, estamos em primeiro lugar na América Latina no número de usuários e no tempo de navegação, além de ocuparmos a oitava posição no ranking mundial.
Dados novos mostram que a internet é a primeira fonte de informação de saúde, seguida de médicos, parentes e amigos. O futuro da saúde passa pelas redes sociais digitais, com mais prevenção, menos doenças e medicina participativa.
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Preparado para empreender?
Por Milena Parente
Empreender. Inventar ou reinventar algo. Trazer ao público uma experiência totalmente inusitada ou, simplesmente, sobre algo já existente. Simplesmente? Digamos que empreender não é uma tarefa tão simples assim. Atualmente, vivemos em uma era em que há muitos negócios e tecnologias cada vez mais sofisticadas que acirram a concorrência, e softwares que auxiliam o dia a dia de um empresário. E para que tudo isso dê certo, o que é necessário para um empreendedor encontrar o verdadeiro caminho para o sucesso?
A carga tributária foi uma das principais dificuldades que esbarrou no início da ClearSale, é o que informa o CEO da empresa, Pedro Chiamulera, que também cita a falta de dinheiro para pensar no estratégico e muita burocracia estatal. De todos os contratempos, ele levanta o que considerou mais difícil na abertura da empresa: ter as pessoas certas e alinhadas e manter o foco no core, apesar da pressão financeira.
Segundo o diretor de novos negócios da Focusnetworks e fundador da MídiaNext, consultoria de planejamento digital, Rafael Kiso, há uma diferença entre ser empreendedor e ter espírito empreendedor. “Ter boas ideias não tem idade, mas empreender tem. A idade certa é aquela na qual a pessoa está preparada tecnicamente e tem, pelo menos, alguma experiência gerencial como empregado. Salvo as exceções, esse é o caminho mais provável do sucesso”.
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Uma versão itinerante da Brasil Promotion
O mercado de marketing promocional no Brasil movimentou em 2010 R$ 33 bilhões e a perspectiva de crescimento para este ano de investimento das empresas no setor é de 16%, segundo levantamento feito pelo Ibope Inteligência. Campinas recebe hoje a Brasil Promotion, que já acontece há 9 anos na cidade de São Paulo. É a maior feira de marketing promocional do País e o evento ideal para quem deseja encontrar soluções diferenciadas para campanhas, ações promocionais e eventos corporativos.
Durante a exposição, os visitantes acompanharão as novidades e lançamentos em produtos e serviços do mercado promocional. Após o coffe break, Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks, aborda como publicar conteúdo nas redes sociais.
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O boom das mídias sociais
Última pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research, mostrou que 87% dos internautas brasileiros acessam redes sociais, um número que desperta a atenção de empresas que veem nessa ferramenta mais um canal para divulgar suas marcas. O entrave, no entanto, dá-se pelo fato de que ainda são poucas as companhias que fazem um investimento próprio nesse segmento – ou fazem e encontram algumas barreiras que os impedem de atingir seu público-alvo. A prova desse cenário é o surgimento de agências especializadas em mídias sociais.
Rafael Kiso, diretor da Focusnetworks e diretor de novos negócios da MídiaNext, aponta que a maior barreira que existe na relação empresa/redes sociais é o medo.
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Help! I need somebody!
Por Guilherme Azevedo
Não estamos em Liverpool nem nos anos 1960, mas Help!, um dos grandes hits dos Beatles, a banda que mudaria a história da cultura pop, está em primeiro lugar em um hipotético set list das agências de publicidade digitais brasileiras. Um segmento que, segundo o Censo Digital 2009 da Abradi, a associação do setor, se constitui de 2.275 empresas e emprega mais de 20 mil funcionários. O motivo do pedido de socorro não é simples, mas facilmente identificável: a falta de gente qualificada disponível.
Os profissionais mais tarimbados têm sido assediados constantemente, tanto por agências mais tradicionais – que incorporam o digital ao dia a dia dos projetos de seus clientes e lançaram departamentos próprios de novas mídias – quanto por veículos e anunciantes, que identificaram a necessidade de ter em seu marketing gente qualificada a posicionar seus produtos e serviços na comunicação com seu novo consumidor.
Consequentemente, o salário pago ao mídia digital tem subido, com reflexos mais diretos sobre as agências especializadas, que historicamente foram as principais formadoras de mão de obra qualificada para o mercado. A entrada das agências mais antigas na disputa pelas contas e projetos digitais dos clientes fez dos profissionais das especializadas os primeiros da lista de preferência. “Os profissionais estão rodando o tempo todo e não chegam a ficar nem um ano nas agências, sendo bons ou ruins. Os salários exorbitantes que algumas agências pagam colaboram para esse cenário. A Abradi tem feito alguns movimentos para regulamentar isso tudo, mas não será fácil”, alerta Rafael Kiso, sócio-diretor da Focusnetworks, agência com expertise nas novas mídias digitais.
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Os Y chegam ao comando
Por Vitor Cavalcanti
A tão falada geração Y está envelhecendo. Com muitos à beira dos 30 anos, espalham-se por diversas companhias líderes integrantes deste grupo que, há alguns anos, é debatido pelos departamentos de recursos humanos, especialistas em gestão de pessoas e outros interessados no tema. Com perfil mais propenso à informalidade, mas com características que agradam muitas corporações – como agilidade no aprendizado e capacidade de desenvolver mais de uma atividade ao mesmo tempo -, esta geração criou uma forma de pensamento não-linear. Justamente por essa razão, os jovens eram temidos pelo comportamento “anticorporativo” e pelo anseio por liberdade (que alguns poderiam julgar demasiada) no ambiente de trabalho. Agora, ocupando o lugar dos antigos chefes, como eles têm se saído?
Quem também prefere trabalhar com mais jovens é Rafael Kiso, fundador da Focusnetworks, 28 anos. A companhia, hoje uma agência de social business, surgiu para cuidar da estratégia de levar as corporações para o mundo web. Por lá, o mais velho tem 34 anos. Kiso afirma que chegou a contratar um gerente de projetos de 37 anos, mas não deu certo. “A cultura e a forma como trabalhamos é diferente. Muitos funcionários cresceram aqui, são multitarefa, não habituados a estrutura de chefia, aquela coisa ditatorial”, relata.
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Galeria Criativa
A Bardahl reformulou seu site institucional com objetivo de proporcionar uma verdadeira experiência digital para o usuário, que pode navegar em um museu virtual e interagir com os veículos e pilotos de Stock Car, patrocinados pela marca, por meio de recursos tridimensionais.
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