Revista Legado dedica quatro páginas à entrevista com Dra. Andrea Nogueira, do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados.

, pense nisso e siga as regras

A escolha do país onde pagar deve ser acompanhada pela efetiva mudança dos “centros de interesse” profissional e familiar para evitar problemas em casos de divórcio e com o Imposto de Renda

por Mara Luquet

Em abril, dois meses antes da morte de José Saramago, a justiça espanhola cobrou do escritor 718 mil euros (1,6 milhões de reais) em impostos. A raiz do problema era a residência fiscal do autor potuguês, que se havia exilado na ilha espanhola de Lanzarote em 1993.

Segundo a sentença, ele deveria pagar impostos na Espanha, e não em Portugal. No proceso, o advogado de Saramago argumentou que sua ida para Lanzarote ” não significou uma mudança definitiva para ilha nem uma ruptura social, econômia e cultural com Lisboa, cidade em que vive desde 1924″. Disse ainda que o autor “rompeu com o governo português, mas não com Portugal”.

“O espólio vai ser cobrado desses impostos. Ele mudou mesmo para Lanzarote, mas o advogado está tentando puxar para questão do domicílio fiscal que, no caso de Saramago, continuaria em Portugal, já que o autor não rompeu com seu país”, comenta a advogada Andrea Nogueira, sócia do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados Associados.

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Rafael Kiso, da Focusnetworks, é entrevistado por Décio Clemente no Mundo da Publicidade, da Jovem Pan Online

Social Business

Rafael Kiso, diretor de novos negócios da Focusnetworks, participa do programa Mundo da Publicidade, da Jovem Pan Online, e fala sobre como as empresas podem estabelecer canais de relacionamento com os clientes por meio das redes sociais.

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Wanderson Castilho, da E-Net Security, fala ao Jornal da CBN sobre a alta exposição de jovens na internet

Jovens terão problemas com os registros pessoais na rede

 
Em ao vivo ao Jornal da na última sexta-feira, o perito em crimes digitais Wanderson Castilho, diretor da E-Net security, fala sobre a alta exposição dos jovens na internet e suas possíveis implicações futuras.

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Revista IstoÉ Dinheiro publica bate-papo com a advogada Patricia Peck Pinheiro

Redes Sociais no mundo corporativo

Patricia Peck, sócia-fundadora do escritório Patricia Peck Pinheiro Advogados, fala sobre o uso consciente das redes sociais por colaboradores e pelas empresas. Ela destaca a necessidade de criação de um código ou manual interno de conduta e .

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Brasil Econômico: Para Cesar Amendolara, do Velloza Girotto e Lindenbojm, alta de fusões resulta da onda de IPOs no Brasil

J.P Morgan lidera operações de fusões e aquisições no ano

Banco somou R$ 25 bi no semestre, conforme ranking da Anbima; entidade vê ano recorde de negócios

por Maria Luíza Figueiras

Os bancos brasileiros têm aumentado gradativamente a participação em operações de fusão e aquisição, mas os estrangeiros ainda levam as maiores transações, segundo o ranking de assessores financeiros elaborados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Em volume, o J.P Morgan lidera o ranking de operações anunciadas e Deutsche aparece a frente na lista que considera apenas as transações já fechadas no primeiro semestre.

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Correio Braziliense ouve opinião de Dr. Cesar Amendolara, do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados, sobre fusões e aquisições no mercado brasileiro

Brasileiras vão à compra de rivais

Fusões e aquisições crescem 43,2% no primeiro semestre e atingem R$ 84,8 bilhões

por Gustavo Henrique Braga

No momento em que todas as atenções estão voltadas para a união de forças entre a brasileira TAM e a chilena LAN, com a criação da maior companhia aérea da América Latina, o mercado de fusões e aquisições entrou de vez no radar dos investidores.

Na avaliação de Cesar Amendolara, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados, escritório especializado em operações de fusão e aquisição, a tendência é que esse tipo de operação continue em expansão no segundo semestre.

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Jornal do Commercio (RJ): Cesar Amendolara, do Velloza Girotto e Lindenbojm Advogados, avalia oportunidades de internacionalização após crise

Aquisição de empresas estrangeiras cresce 517%

Em busca de maior participação no mercado global, as empresas brasileiras aproveitam a desvalorização de ativos, decorrente da crise, e estão indo com sede ao pote das aquisições no exterior.

De acordo com o advogado Cesar Amendolara, responsável pela área de fusões do escritório Velloza, Girotto e Lindenbojm, as empresas nacionais viram boas oportunidades de internacionalização depois que a crise econômica reduziu preços de empresas estrangeiras. Por outro lado, o baixo crescimento dos mercados desenvolvidos atrai investimento externo para o Brasil.

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